terça-feira, 12 de julho de 2011

Conheça 10 redes sociais online que exploram nichos e crescem


Inaugurado em 2007, o Tumblr é uma espécie de Twitter de imagens, onde os usuários criam blogs para compartilhar referências visuais e conversar entre si. É possível acompanhar as postagens dos blogs selecionados em uma linha do tempo, como no Twitter
Foto: BBC Brasil/Reprodução
Sites de rede social que exploram nichos têm conseguido crescer, paralelamente ao Facebook, reunindo usuários com interesses comuns e investindo em funcionalidades específicas.
Plataformas sociais mais abrangentes, como Orkut, o Facebook e o Windows Live Profile, ligado ao serviço de mensagens MSN, são os líderes entre os usuários brasileiros, mas sites menos conhecidos tem ganhado espaço.
Para analistas de mercado, a atuação de empresas em diversos sites de rede social com públicos e funcionalidades específicas se tornará mais importante, na medida em que eles conquistam mais usuários.
"A relevância das redes para os negócios depende mais da identificação das pessoas com elas e do nicho que elas atingem. Em alguns casos, Tumblr ou Twitter podem ter importância muito maior do que o Facebook", diz Luis Fernando Santos, gerente de mídias sociais da consultoria de marketing digital Predicta.
Conheça os principais sites:
Twitter: O microblog, que permite compartilhar mensagens e links em até 140 caracteres, já ultrapassou a marca de 200 milhões de usuários em todo o mundo e ocupa o segundo lugar entre as redes mais populares em países como Austrália, França, Alemanha, Grã-Bretanha e Estados Unidos. Foi criado em 2006. A Comscore estima que o site é o quarto site de rede social mais acessado do Brasil.
LinkedIn: Um site social específico para profissionais em busca de contatos e oportunidades. Permite disponibilizar o currículo na internet, recomendar colegas e se comunica com outros serviços como o Twitter. Criado em maio de 2003, o Linkedin já ultrapassa a marca de 100 milhões de usuários, segundo o blog da empresa. É o 11º site mais acessado nos Estados Unidos, segundo a empresa de monitoramento de tráfego Alexa. Segundo a Comscore, o LinkedIn é o sexto mais acessado do Brasil entre as redes sociais.
Tumblr: Inaugurado em 2007, o Tumblr é uma espécie de Twitter de imagens, onde os usuários criam blogs para compartilhar referências visuais e conversar entre si. É possível acompanhar as postagens dos blogs selecionados em uma linha do tempo, como no Twitter. O site já é o 25º mais acessado nos Estados Unidos e o 45º do mundo, de acordo com a Alexa. Tem cerca de 20 milhões de usuários. Trata-se do oitavo site de rede social mais acessado do Brasil, de acordo com a Comscore.
Flickr: A rede permite que cada usuário compartilhe fotografias, comente as fotos de outros usuários e participe de grupos de discussão. Desde 2004, o site acumulou cerca de 5 bilhões de fotos feitas por quase 60 milhões de usuários, segundo seus próprios dados. É o 31º site mais acessado no mundo.
Last.fm: Segundo seus criadores, o Last.fm é a maior rede social online de música do mundo, com mais de 30 milhões de usuários. O site possui um sistema de recomendação de músicas, que faz um perfil do gosto musical de cada pessoa com base nas músicas que ela ouve em seu computador, dispositivo portátil ou em rádios online. O perfil é disponibilizado na rede social e pode ser compartilhado em sites como Twitter e Facebook e comentado por outros usuários. Foi criado em 2002.
Foursquare: A rede social online se baseia em um aplicativo para celulares e dispositivos móveis. Cada usuário faz um "check-in" no lugar onde está e pode fazer comentários e interagir com outras pessoas que estejam perto. O Foursquare pode ser integrado a sites como o Facebook e o Twitter e cresceu rapidamente desde sua criação, em 2009. Em junho de 2011, atingiu a marca de 10 milhões de usuários.
Instagram: A rede social de compartilhamento de imagens nasceu a partir de um aplicativo para iPod e iPhone, que permite aplicar efeitos retrô nas fotografias feitas com estes dispositivos. A partir daí, os usuários podem compartilhar suas imagens em um portfólio virtual e em outros sites similares. Desde seu lançamento, em 2010, o serviço acumulou cerca de 5 milhões de usuários.
Goodreads: É uma das principais redes sociais para leitores, com cerca de 4 milhões de usuários registrados. Nele, as pessoas podem criar suas próprias estantes virtuais, com livros que já leram, que estão lendo e que pretendem ler, além de fazer resenhas dos livros e recomendá-los para amigos. Foi criado em 2006.
DeviantART: Criado em 2000, o site é considerado a maior rede social online para artistas, com 12 milhões de usuários. Nele, é possível exibir de diversos tipos de trabalhos artísticos, desde ilustrações a animações de computador. Os participantes podem comentar os trabalhos alheios e selecioná-los como "favoritos", além de criarem grupos de discussão e diários. O site é o 98º mais visitado nos Estados Unidos.
LinkedIn: Um site social específico para profissionais em busca de contatos e oportunidades. Permite disponibilizar o currículo na internet, recomendar colegas e se comunica com outros serviços como o Twitter. Criado em maio de 2003, o Linkedin já ultrapassa a marca de 100 milhões de usuários, segundo o blog da empresa. É o 11º site mais acessado nos Estados Unidos, segundo a empresa de monitoramento de tráfego Alexa. Segundo a ComScore, o LinkedIn é o sexto mais acessado do Brasil entre as redes sociais.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Intel e Toshiba criam filme com auxílio das redes sociais


A Intel e a Toshiba juntaram-se para lançar nesta segunda-feira uma campanha de colaboração para produzir um filme. A obra Inside está sendo feita de forma "social" e "colaborativa", segundo as companhias.
A seleção de atores já foi feita por meio das mídias sociais. Além disso, a ideia do filme é buscar um novo gênero de interatividade e entretenimento 'social' por meio de sites como o Twitter e o Facebook. O Inside foi dirigido por DJ Caruso e, segundo a Toshiba e a Intel, produzido por mentes "líderes" em Hollywood, tecnologia e mídia social.

"O Inside permite que eu dirija não só os atores, mas a audiência também. O filme social está em uma fase experimental e colaborações como essa ajudarão a trazer novos conceitos, oportunidades e ideias ao mundo do entretenimento", disse Caruso em comunicado à imprensa.
No filme, a protagonista Emmy Rossum faz o papel de Christina, uma garota de 20 anos trancada em uma sala apenas com um laptop Toshiba com processador Intel Core i7 e com uma conexão não-rastreável de internet. Incapaz de saber onde está ou qual seu destino, Christina usa o laptop para mobilizar sua rede social, entrando em contato com amigos, família e qualquer um que possa ajudá-la a escapar do cativeiro.
Os espectadores do filme são incentivados a se conectar com Christina nas redes sociais, postando conselhos no Facebook e no Twitter. A equipe de edição, liderada por Josh Bodnar, vai incorporar os melhores posts de sugestões à obra.

Alguns espectadores também poderão ser escolhidos para um papel por meio do YouTube numa competição que começa nesta segunda-feira e vai até dia 20 de julho. A postagem de vídeo será incluída no filme e o vencedor terá seu nome nos créditos de Inside.
"Com o Inside, a ideia foi trazer à audiência uma experiência única e atraente", afirmou Ron Smith, vice-presidente de marketing da Toshiba America. Para saber mais sobre o filme e participar acesse a página no Facebook (facebook.com/theinsideexperience) ou o site do Inside (theinsideexperience.com).

terça-feira, 5 de julho de 2011

Skype no Facebook a partir de amanhã?


O Facebook marcou um evento para amanhã no qual irá apresentar "algo espectacular". As palavras empregues funcionaram como um rastilho para um vasto de leque de especulações, mas há uma que tem ganhado particular força: a de que será apresentada a integração com o Skype.

A hipótese é defendida, por exemplo, pelo blog especializado TechCrunch, que já tinha avançado que seria de esperar que o novo produto do Facebook tivesse uma forte componente de desktop - a avaliar pelo número de contratações de profissionais nesta área que estaria a levar a cabo. Agora, uma fonte com conhecimento da parceria desvendou detalhes.

Segundo contou ao blog, a rede social irá lançar uma nova funcionalidade que vai permitir aos utilizadores do Facebook fazer chamadas de voz e vídeo sobre IP, recorrendo para isso à tecnologia do Skype.

A ferramenta será baseada na Web, sendo suportada no browser, mas incluirá também uma componente dedesktop, adiantou a mesma fonte, sem esclarecer se a utilização implicará ou não o download de algum software ou se apenas funcionará em computadores onde o Skype esteja instalado.

Certo é que a ferramenta oferecerá uma forte integração entre os dois produtos e, da perspectiva do utilizador, será uma experiência associada ao browser - que deverá ser capaz de fazer com que os membros do Facebook passem ainda mais horas no site, quando este, para além da troca de mensagens escritas, passar a permitir também comunicação por voz e vídeo.

Para o Skype, a parceria pode resultar um aumento significativo da base de clientes, numa altura em que o Facebook conta com mais de 750 milhões de utilizadores e serviço de voz sobre IP ainda não vai além dos 170 milhões.

As empresas já tinham trabalhado juntas para integrar funcionalidades do Facebook no Skype e existe também uma aplicação do serviço de comunicações para a rede social, o SkypeMe, que conta com 36.516 utilizadores activos por mês, segundo os números divulgados na página da aplicação.

Dono do Facebook é o mais seguido em rede social do Google


Zuckerberg conseguiu ultrapassar os donos do Google
Mark Zuckerberg, criador do Facebook, é o dono do perfil com o maior número de seguidores na nova rede social do Google,o Google +, com mais de 29.500 seguidores. Zuckerberg ultrapassou até mesmo o executivo-chefe do Google, Larry Page, que possui 19,8 mil seguidores.
A lista de usuários mais seguidos no Google + é, por enquanto, dominada por funcionários do Google, como Vic Gundotra, diretor de mídias sociais da empresa e principal responsável pelo Google+, Sergey Brin, cofundador da companhia, e Matt Cutts. E também jornalistas de tecnologia, como Robert Scoble, Leo Laporte, MG Siegler e Gina Trapani.
O projeto de mais de um ano do Google, conduzido por Gundotra, é a resposta da empresa para o Facebook. 

Segundo Gundotra, a maioria dos serviços de mídia social (leia-se: Facebook, Twitter) não foram bem sucedidos com listas de amigos, porque eles foram concebidos como agregar todas as pessoas em um produto ao invés de dividi-las em grupos, como são feitas as relações sociais na vida real.

A empresa afirma que o objetivo do Google+ é “fazer com que a conexão entre as pessoas na web seja mais parecida com a da vida real”. 

Entre as ideias novas, está a criação de círculos de amizade, para facilitar a troca de mensagens 

- Fica fácil colocar seus amigos da balada em um círculo, seus pais em outro e seu chefe em um círculo só dele, exatamente como na vida real. 

Outra novidade da rede social é a criação de chats por vídeo, chamado de Hangouts. Por meio dele, será possível o internauta avisar aos amigos que está online e ver quem aparece para o chat. 

Pela função Sparks, a rede procura vídeos e artigos de que o usuário possa gostar para ele poder ler, assistir e compartilhar com seus amigos. E pelo Huddle é possível ainda transformar várias conversas em um simples chat em grupo.

Redes sociais, a empresa nas mãos do cliente


A utilização das redes sociais como ferramenta de marketing de relacionamento está servindo para, cada vez mais, aproximar as empresas dos clientes, reforçando o caráter do atendimento mais personalizado. Mas tão importante quanto abrir canais é saber modular essa comunicação e ter uma intencionalidade nas relações, para saber exatamente o que buscar nesse oceano de estímulos e informações.

Apesar de ainda haver um gap muito grande entre a cultura de comunicação interna de muitas organizações – mais fechada, controlada e lenta – e a cultura das redes sociais – um território cujo princípio de existência é a livre e instantânea circulação de informações –, as empresas já têm utilizado as redes sociais como um grande ouvido para o mundo exterior. Além de flagrar as pessoas expressando suas opiniões com liberdade – ampliando muito o poder das pesquisas –, as empresas também podem ser proativas na comunicação, alimentando perfis no Facebook, no Twitter e no Youtube, por exemplo. Neles, as companhias conseguem emitir mensagens mais propositivas, que alavancam discussões e tentam criar um ambiente legítimo de relacionamento com a clientela.

O recurso está aí, mas nos coloca frente a algumas questões, como a da credibilidade e do vínculo com o cliente. Se o consumidor não nos perceber como uma fonte confiável, se não enxergar benefícios concretos no relacionamento com a marca, se sentir que a empresa não é de fato aquilo que pretende transparecer, é bem possível que os resultados não sejam bons. Nós, comunicadores, precisamos ter sempre em mente quatro características fundamentais das novas tecnologias: portabilidade, interatividade, conectividade e multifuncionalidade. O mundo está na palma de sua mão e todos podem participar dele, então é natural que as pessoas demandem respostas coerentes das empresas, com essas propriedades do meio em que convivem socialmente.

O cliente vai exigir, cada vez mais, acesso online permanente, canais de diálogo efetivos e respostas imediatas às suas demandas como consumidor. E, mais uma coisa importante: um alinhamento com os valores nos quais acredita. Nesse ambiente de transformações incrivelmente velozes, o Customer Relationship Management, ou CRM, vem ganhando peso. Quanto mais ferramentas tivermos para conhecer o consumidor e atender a suas demandas explícitas e implícitas, evidentemente as chances de sobrevivência aumentam. Agora temos de ir além e buscar uma antecipação das necessidades das pessoas, compreendendo com mais precisão a dinâmica interna das transformações, pois o risco da obsolescência é cada vez maior. As redes sociais e a tecnologia me parecem ferramentas cruciais dessa mentalidade que, no entanto, não pode ser reduzida aos ambientes sociais.

Assim como a sofisticação da interação empresa-cliente caminha para um foco cada vez mais personalizado, também não há soluções padrão, pois as empresas são muito diferentes entre si. Há questões próprias nas esferas da governança, da tecnologia e do marketing e cada uma sabe onde lhe dói o calo, como se diz popularmente. Então, é fundamental que cada corporação encontre a sua própria forma de se relacionar com as redes sociais ou só tornará mais exposta às suas fragilidades. É um meio em que o sucesso e o fracasso são virais, e por isso há riscos. Para enfrentar a superexposição tentadora das redes, é preciso estar disposto a viver sob as regras desse meio; não dá para ser “social” pela metade. É uma mudança de mentalidade, não apenas de ferramentas, que exigem uma visita contínua às raízes e à identidade de cada organização – que não poderá mudar tanto a ponto de não reconhecer mais a si mesma.

Redes sociais influenciam nas compras

Segundo pesquisa, a prática é mais comum no Brasil do que no resto da América Latina


A maioria dos brasileiros faz pesquisas em redes sociais, como o Facebook e o Twitter, antes de decidir se vai comprar algum produto.

É o que indica um estudo feito pela Oh! Panel e encomendado pelo Mercado Livre, segundo o qual 61,4% dos brasileiros buscam informações nesse tipo de site antes de comprar.

O levantamento aponta, também, que a prática é mais comum no Brasil do que no resto da América Latina, onde o índice médio foi de 58,9%. Além da busca por informações, as redes sociais também são usadas para demonstrar preferência por determinada marca.

De cada dez entrevistados, quatro disseram que seguem alguma marca. No Brasil, 81% dos usuá- rios estão em busca de novos produtos e 75,6% procuram descontos especiais. O que motiva esse comportamento, para 78,6%, é a vontade de conhecer novos produtos e serviços.

Já para 74,7%, o interesse é de encontrar ofertas. O estudo conclui, ainda, que 56% dos brasileiros compram diretamente nas redes.