quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Google+ é a rede social com o crescimento mais rápido
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Suspeito de usar Facebook para abusos era da TVI
O alegado predador sexual que a PJ do Porto deteve na quinta-feira passada pelos crimes de abuso sexual de uma menor de 13 anos e pornografia de menores é, segundo confirmou o DN, Henrique Jales, 42 anos, funcionário da Direcção Comercial da TVI. Funcionários da estação televisiva estão em "choque" com a detenção.
"Ele estava na TVI há já muitos anos, mas não sei precisar há quantos", disse ao DN uma fonte da estação de Queluz, que confirmou que Henrique Jales "pertencia à Direcção Comercial" da estação da Media Capital. "Ele tratava de muitos projectos especiais da Direcção Comercial. Angariava anunciantes e alguns eram para [a série juvenil] Morangos com Açúcar", acrescentou a mesma fonte, que solicitou anonimato.
Henrique Jales encontra-se actualmente em prisão preventiva.
Facebook oferece recompensas a quem descobrir falhas no site
O site criado por Mark Zuckerberg segue assim as pisadas de empresas como a Google ou a Mozilla, que oferecem dinheiro a quem identifique falhas nas suas aplicações on-line.
De acordo com informação avançada pelo portal Computerworld, o valor mínimo das recompensas é de 500 dólares, quantia que poderá ser aumentada consoante a gravidade do bug em causa.
O único requisito para receber a recompensa é apresentar a falha primeiro à equipa de segurança da empresa.
Para ajudar o trabalho aos programadores e especialistas de segurança informática, foi criada uma nova página na rede social, destinada a facilitar o registo dos interessados.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Polícia prende traficante que usava rede social para vender ecstasy
Consideradas uma febre entre jovens e adolescentes, as redes sociais também têm sido usadas para cometer crimes. Na última sexta-feira (29), policiais da Delegacia de Copacabana (12ª DP) prenderam Daniel Izaías dos Santos, de 25 anos, com 1.250 comprimidos de ecstasy. A droga sintética era negociada pelo Facebook.
Segundo o delegado Antenor Lopes Martins Júnior, o traficante admitiu que usava as redes sociais para vender drogas porque considerava a internet um meio mais seguro do que o telefone, que poderia ser interceptado.
A ferramenta considerada segura por Izaías foi exatamente a que levou à sua prisão, na Barra da Tijuca, onde morava, logo após voltar de Vitória (ES), onde comprou a carga de drogas. O material apreendido renderia até R$ 60 mil aos traficantes. A 12ª DP rastreou as conversas do suspeito pela internet.
- Ele era um atacadista, que recebia grandes quantidades de ecstasy e distribuía. Ele arregimentava outras pessoas para revender a droga em festas particulares em bairros da zona sul, além de Barra da Tijuca e Recreio.
A polícia tem indícios de que a droga tem origem no Canadá, que todos os comprimidos têm o desenho de uma folha, a mesma que aparece na bandeira do país. A droga era chamada de laranjinha pelos traficantes por causa da cor de laranja.
- Por ser atacadista, o preso conseguia bons preços. Ele chegava a vender cada comprimido por R$ 20, que chegava a ser revendido por R$ 35 ou até R$ 50 em festas. Nós já temos informações sobre o chefe do grupo, que repassava a droga para Izaías, mas não podemos dar informações para não atrapalhar as investigações.
Aos investigadores, o preso disse que comercializava ecstasy porque é a droga do momento e que fazia isso há alguns anos. A polícia agora tenta identificar os outros traficantes ligados a Izaías e vai rastrear contas bancárias para verificar os valores adquiridos com a venda de drogas.
No momento em que foi preso, na avenida das Américas, Izaías tentou fugir, mas acabou capturado. Ele evitou falar sobre outros integrantes da quadrilha e sobre a frequência com que vendia ecstasy. Deixou escapar, no entanto, que só gostava de negociar grandes quantidades, entre 300 e 500 comprimidos.
Na página do Facebook do suspeito, havia aproximadamente 500 amigos, mas grande parte deles deixou a página após a prisão de Izaías.
Segundo o delegado Antenor Lopes Martins Júnior, o traficante admitiu que usava as redes sociais para vender drogas porque considerava a internet um meio mais seguro do que o telefone, que poderia ser interceptado.
A ferramenta considerada segura por Izaías foi exatamente a que levou à sua prisão, na Barra da Tijuca, onde morava, logo após voltar de Vitória (ES), onde comprou a carga de drogas. O material apreendido renderia até R$ 60 mil aos traficantes. A 12ª DP rastreou as conversas do suspeito pela internet.
- Ele era um atacadista, que recebia grandes quantidades de ecstasy e distribuía. Ele arregimentava outras pessoas para revender a droga em festas particulares em bairros da zona sul, além de Barra da Tijuca e Recreio.
A polícia tem indícios de que a droga tem origem no Canadá, que todos os comprimidos têm o desenho de uma folha, a mesma que aparece na bandeira do país. A droga era chamada de laranjinha pelos traficantes por causa da cor de laranja.
- Por ser atacadista, o preso conseguia bons preços. Ele chegava a vender cada comprimido por R$ 20, que chegava a ser revendido por R$ 35 ou até R$ 50 em festas. Nós já temos informações sobre o chefe do grupo, que repassava a droga para Izaías, mas não podemos dar informações para não atrapalhar as investigações.
Aos investigadores, o preso disse que comercializava ecstasy porque é a droga do momento e que fazia isso há alguns anos. A polícia agora tenta identificar os outros traficantes ligados a Izaías e vai rastrear contas bancárias para verificar os valores adquiridos com a venda de drogas.
No momento em que foi preso, na avenida das Américas, Izaías tentou fugir, mas acabou capturado. Ele evitou falar sobre outros integrantes da quadrilha e sobre a frequência com que vendia ecstasy. Deixou escapar, no entanto, que só gostava de negociar grandes quantidades, entre 300 e 500 comprimidos.
Na página do Facebook do suspeito, havia aproximadamente 500 amigos, mas grande parte deles deixou a página após a prisão de Izaías.
Ministro afirma que Dilma não será influenciada por denúncias da imprensa
Em meio às constantes denúncias de corrupção em ministérios, que começaram com a pasta de Transportes e agora se espalham por outras alas do governo, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, afirma que a presidente Dilma Rousseff não pauta suas atitudes pela imprensa, informa a Folha de S.Paulo, nesta segunda-feira (1°).
Durante um seminário do PT, realizado no último domingo (31/07), Carvalho dirigiu-se a base aliada e afirmou que o Governo Federal não empreenderá uma "caça às bruxas" nos ministérios, seguindo denúncias publicadas na mídia, e reiterou que Dilma não era "refém da mídia". Segundo a Folha, o discurso de Carvalho segue recomendação do ex-presidente, Luis Inácio Lula da Silva, para que as demissões não "azedem" as relações com as siglas aliadas.
Sobre a demissão de Alfredo Nascimento, ex-ministro de Transportes, que caiu após recorrentes denúncias de corrupção em sua gestão, Carvalho diz que foi uma iniciativa do próprio Nascimento e não da presidente. "Em momento algum ela [Dilma] simplesmente acreditou em uma reportagem e o demitiu. Foi iniciativa dele", explicou o ministro.
Novas denúncias vieram à tona na imprensa envolvendo irregularidades em outros ministérios. AVeja publicou uma entrevista com Oscar Jucá Neto (PMDB-PR), irmão do líder do Senado, Romero Jucá, em que liga o ministério da Agricultura a contratos fraudulentos. A IstoÉ associou repasses de verba a obras consideradas irregulares pelo Tribunal de Contas da União, que teriam sido realizados pelo Ministério das Cidades, comandado pelo PP.
Durante um seminário do PT, realizado no último domingo (31/07), Carvalho dirigiu-se a base aliada e afirmou que o Governo Federal não empreenderá uma "caça às bruxas" nos ministérios, seguindo denúncias publicadas na mídia, e reiterou que Dilma não era "refém da mídia". Segundo a Folha, o discurso de Carvalho segue recomendação do ex-presidente, Luis Inácio Lula da Silva, para que as demissões não "azedem" as relações com as siglas aliadas.
Sobre a demissão de Alfredo Nascimento, ex-ministro de Transportes, que caiu após recorrentes denúncias de corrupção em sua gestão, Carvalho diz que foi uma iniciativa do próprio Nascimento e não da presidente. "Em momento algum ela [Dilma] simplesmente acreditou em uma reportagem e o demitiu. Foi iniciativa dele", explicou o ministro.
Novas denúncias vieram à tona na imprensa envolvendo irregularidades em outros ministérios. AVeja publicou uma entrevista com Oscar Jucá Neto (PMDB-PR), irmão do líder do Senado, Romero Jucá, em que liga o ministério da Agricultura a contratos fraudulentos. A IstoÉ associou repasses de verba a obras consideradas irregulares pelo Tribunal de Contas da União, que teriam sido realizados pelo Ministério das Cidades, comandado pelo PP.
Usuários de redes sociais reclamam dos juros e dos impostos
Em apenas cinco dias monitorados pela Miti Inteligência, foram capturadas 10 mil interações sobre os temas.
Apesar de cerca de 20% das interações capturadas usarem termos mais técnicos, como Copom, Selic, PIB e carga tributária – principalmente, devido à replicação de notícias –, os internautas usaram as redes para discutir questões mais presentes do seu dia a dia. “Menções a imposto, juros, economia e inflação representaram mais de 50% de todo o material capturado. Mas o termo mais citado (23%) foi 'precojusto', expressão usada para apoiar o movimento criado pelo vlogger Felipe Neto, a fim de reduzir os impostos sobre os produtos importados eletrônicos e de mídia”, aponta Elizangela.
Mais de 83% de todas as interações capturadas aconteceram no Facebook e Twitter (o restante é de blogs, fóruns, Youtube e sites de reclamação). A replicação de notícias foi responsável por mais de um quarto das menções ao tema (25,59%). Outro quarto das interações ficou por conta dos apoiadores do movimento Preço Justo (24,8%).
Avaliando a tonalidade das interações, encontramos uma quantidade significativa de menções positivas (32,18%), sendo que praticamente todas elas são de apoio à campanha Preço Justo. Quando consideradas apenas as citações positivas de outras palavras-chave, o número cai consideravelmente para 7%, quase três vezes menos que a quantidade de interações negativas capturadas no estudo (20,19%). “Ou seja, o usuário continua reclamando – e muito – da economia nas redes sociais, seja sobre juros, inflação, impostos, etc. Quase metade das interações foi neutra, principalmente pela replicação de notícias que, como apontado anteriormente, foi responsável por quase um quarto do material capturado no estudo”.
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