segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Carreiras: marketing pessoal deve ser usado com bom senso

Na última semana, profissionais de quase todo o globo se divertiram e espantaram-se com a atitude de Matthew Epstein, um estrategista norte-americano de 24 anos que se passou por um milionário excêntrico, para chamar a atenção e conseguir um emprego no Google.

O rapaz, que montou uma página na internet com visual semelhante ao da empresa para divulgar seu currículo, obteve sucesso. Mas será que a ousadia funciona para todo mundo?

De acordo com a consultora de planejamento de carreiras da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Karla Mara Alves de Oliveira, é preciso bom senso na hora de utilizar o marketing pessoal, sobretudo, explica, porque no Brasil as empresas são em geral conservadoras.

“Para atingir sucesso profissional, é preciso marketing pessoal. Contudo, é importante que a pessoa tenha senso crítico” , diz.

Onde ousar?
De modo geral, observa a consultora, antes de tomar qualquer atitude mais ousada para conseguir um emprego, o candidato deve se atentar às características da empresa. Além disso, ressalta, é necessário tomar cuidado para não ficar com imagem de “marqueteiro”, de quem quer aparecer a qualquer preço.

No que diz respeito às etapas de um processo seletivo, diz ela, o momento mais propício para tentar algo diferente é a dinâmica de grupo.

“O currículo tem que ser mais formal, pois é muito fácil pecar por excesso. Nas redes sociais e na entrevista, vale o mesmo conselho. O candidato que quiser ousar pode fazê-lo, por exemplo, na dinâmica de grupo, não esquecendo, porém, que a atitude deve ser pautada no estilo da empresa”, finaliza.

Quase metade dos portugueses navega na Net



Quase metade da população nacional acedeu à Internet em Julho. Os sites preferidos dos portugueses são o Google e o Facebook. É o que avança a ACEPI (Associação do Comércio Electrónico e Publicidade Interativa).

Contas feitas, 4,129 milhões de portugueses acederam à Internet durante o mês passado, o que representa uma descida em relação ao número de pessoas que navegou na Rede no mesmo mês do ano passado. Em Julho de 2010, o número de internautas era 3,4% superior.

Também o número de páginas vistas diminuiu, sendo que cada internauta visitou, em média, 787 páginas, ou seja, menos 19,2%, nota a Lusa.

Milhões de horas a navegar

Ainda assim, e no total, os mais de 4 milhões de cibernautas portugueses passaram 34 milhões de horas na Internet, muitas das quais a fazer buscas no Google ou a comunicarem na rede social do Facebook.

O Facebook é mesmo a página preferida pelos portugueses, com 942 milhões de páginas visitadas, enquanto o Google registou 358 milhões. No terceiro lugar ficou o live.com, com 164 milhões.

Já em relação a utilizadores únicos, o Google toma a dianteira, somando 3,669 milhões, seguido do Facebook com 3,110 milhões e do Youtube.com com 2,659 milhões.

Google Plus investe em jogos para competir com Facebook



A rede social da Google está querendo acirrar a competição pelo seu espaço na rede. Com essa pretensão, a Google Plus agregou jogos ao seu site, entre eles, a sensação dos smartphones, o Angry Birds. O objetivo é disputar diretamente com o Facebook. Além deste games ainda é possível encontrar outras ofertas como "Bejeweled Blitz", "Zynga Poker", e "Dragon Age Legends".
Uma versão independente do "Crime City", permite aos membros da rede jogar como chefe do crime. No Facebook, uma versão desse jogo se tornou muito popular após o seu lançamento em setembro do ano passado.  E a briga não para. Após anunciar que iria começar a ofertar jogos, a rede de Mark Zuckerberg promoveu uma série de ofertas para os usuários jogarem online com os amigos.

Inglaterra marca reunião com redes sociais


O governo inglês agendou para a próxima quinta-feira (25), uma reunião com representantes do Facebook, do Twitter e da Research in Motion, fabricante do BlackBerry, para discutir a possibilidade de controle dos serviços durante distúrbios sociais.
De acordo com a BBC inglesa, por enquanto apenas o Facebook confirmou o envio de seu representante.  Nesta semana, dois homens foram condenados a quatro anos de prisão por incitarem a violência por meio da rede social.
As redes sociais foram amplamente utilizadas para organizar motins durante a onda de violência que atingiu a Inglaterra no início do mês. Além do Facebook e do Twitter, o BlackBerry Messenger, serviço gratuito da RIM para o envio de mensagens, também se tornou uma ferramenta, principalmente, por ser criptografado e não permitir o acompanhamento das conversas.
Em resposta, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, disse que a Inglaterra poderia suspender o acesso às redes sociais caso a onda de vandalismo que atinge o país não cessasse.
Esse tipo de iniciativa, quando adotada por outros países, foi amplamente tachada de repressiva e condenada.
Fonte: info.abril.com.br

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

O poder do marketing digital

Google+ deve oferecer concorrência real ao Facebook

O Facebook por fim tem um concorrente sério. Ao menos é o que acredita Sergio Monsalve, experiente investidor em mídias sociais.

Executivos de capital de risco como Monsalve estão vendo sinais iniciais de que o Google+, que conquistou 25 milhões de usuários desde o seu lançamento em junho, está no caminho certo.

A rede social criada recentemente pelo Google, que tem Mark Zuckerberg, presidente-executivo do Facebook, como membro, foi recebida por alguns com ceticismo até o momento. Alguns observadores estão esperando para ver se ela conseguirá manter o ímpeto demonstrado nos seus primeiros meses.

Outros encontram motivos para otimismo. Monsalve, que investiu em diversas empresas iniciantes de serviços ao consumidor via Internet, está entre os profissionais que consideram que a situação é promissora.

Se a criação do presidente do Google, Larry Page —a qual, segundo alguns críticos, imita melhor do que o Facebook a categorização instintiva de amigos que acontece na vida real— conseguir realizar seu potencial, isso significará um momento decisivo para seu maior rival.

A expectativa generalizada é de que o Facebook abra logo seu capital, talvez ainda em 2011, caso não surjam novas perturbações nos mercados. O surgimento de um desafiante sério, já que até agora a empresa não tem concorrência real, certamente faria com que alguns investidores pensassem duas vezes e poderia até prejudicar a avaliação inicial da empresa.

"O conteúdo é muito mais rico e interessante" do que o que se vê tipicamente no Facebook, diz Monsalve, que investiu recentemente na myyearbook.com e trabalhou em estreita colaboração com o MySpace nos dias áureos do serviço, quando comandava o marketing do Photobucket.

Há muito em jogo. O Facebook deve obter faturamento publicitário de 4,05 bilhões de dólares neste ano, de acordo com a eMarketer. A comScore, uma empresa concorrente de pesquisa de mercado, estima que os usuários norte-americanos passem em média 434 minutos mensais no site, que conta com 750 milhões de usuários em todo o mundo.

A questão no futuro próximo será determinar o quanto —e se— o Google+ reduzirá do tempo médio de uso mensal do Facebook.

"Não é como se cada minuto dedicado ao Google+ fosse um minuto a menos de uso do Facebook", disse Lou Kerner, analista da Wedbush.