segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Como encontrar os melhores grupos no LinkedIn

A estratégia correta pode ajudá-lo a encontrar grupos que valem a pena.


Enquanto o Facebook e o Google + dominam as manchetes, atualmente, a rede social LinkedIn tem consolidado a imagem de local mais apropriado para os profissionais, onde podem conhecer outros profissionais, conversar e trocar informações. Ações em grande parte impulsionadas pelas comunidades formadas em torno de interesses comuns, objetivos ou experiências de trabalho. Participando de um grupo LinkedIn é fácil manter-se atualizado com as tendências do setor, fazer contatos valiosos e tornar-se uma referência em sua área de atuação.
Mas, por onde começar? Há mais de 16 mil comunidade relacionados à TI no LinkedIn. Percorrer todas na esperança de tentar encontrar aquelas que valem a pena participar seria uma tarefa inglória. Não só existem grupos que se especializam em áreas específicas de TI _ de hardware, aplicativos, rede, segurança, etc _ como grupos com estilos diferentes que podem ou não ser realmente úteis. Alguns grupos são estritamente comerciais, outros mais freewheeling onde os participantes compartilham informações pessoais, pródigos em discussões off-topic. Muitos concentram um fluxo constante de postagens com comentários ricos, enquanto outros têm menos discussões.
Nem todos os grupos serão ideais para todas as pessoas, mas essa é a beleza de tudo isso - um vasto leque de opções para escolher. Difícil não encontrar algo que satisfaça suas necessidades.
Confira algumas dicas de como identificar os grupos do LinkedIn mais indicados para você.
Encontrando grupos dignos de sua participação
Ao escolher os grupos LinkedIn para participar, os especialistas aconselham que você tenha antes uma estratégia sólida, passe algum tempo "à espreita" para ver como os fluxo de informações acontece, e siga algumas diretrizes de melhores práticas bastante simples.
Em primeiro lugar, identifique o que você espera ganhar com a participação em um grupo. Por exemplo: "Eu gostaria de encontrar uma boa fonte de informações sobre como solucionar questões relacionadas com o Windows", ou "eu gostaria de saber mais sobre aplicações HTML5". Seus objetivos irão ajudá-lo a definir o escopo e reduzir a quantidade de opções disponíveis para analisar, além de orientar o tipo de mensagens que você vai trocar durante a sua participação nesses grupos.
"Você deve saber que experiência quer ter e com que pessoas quer falar", diz Wayne Breitbarth, autor do livro "The Power Formula for LinkedIn Success" (Greenleaf Book Group Press, 2011). "Se você tem um processo bem definido para compartilhar informações nos grupos nos quais participa e suas atualizações são consistentes com a sua marca e seu nicho, maiores são as chances das pessoas passarem a ver você como um perito com o passar do tempo."
Uma vez que você tenha uma ideia de seus objetivos, existem três principais formas de encontrar um grupo, diz Jan Vermeiren, fundador da rede de treinamento técnico de consultoria e autor do livro "How to REALLY use LinkedIn" (BookSurge Publishing, 2009).
1 - Procurar no Diretório de grupos
No topo da página inicial LinkedIn, clique no menu Grupos, em seguida, digite um termo de pesquisa relacionado ao conteúdo desejado. Você obterá uma lista de grupos, ordenados da maior para a menor quantidade de participantes.
A busca de temas de interesse no diretório de grupos é um bom primeiro passo para encontrar grupos relevantes no LinkedIn. A busca muito genérica pode gerar resultados demais.
"Infelizmente", explica Vermeiren, "não há pesquisa avançada para grupos, o que pode tornar a tarefa um desafio".
Minha busca por "IT security", por exemplo, trouxe mais de 7 mil resultados. Por isso, procure estreitar seu termo de pesquisa tanto quanto possível. A lista que você vai obter fornece algumas informações gerais sobre cada grupo e seus membros para que você possa começar a avaliar se estão ou não alinhados com seus objetivos.
2 - Grupos semelhantes
Uma vez que você começar a juntar os grupos, o próprio LinkedIn começará a sugerir outros grupos que você poderia estar interessado em conhecer.
3 - Grupos nos quais outros profissionais participam
Você pode já estar familiarizado com alguns líderes em suas áreas de interesse e, ao começar a participar de alguns grupos, identificar pessoas com conhecimentos específicos e sólidos. É normal querer saber que outros grupos eles frequentam. Você pode descobrir indo no perfil da pessoa, onde é possível encontrar uma lista de grupos a que ele ou ela pertence. Por exemplo, Miles Jennings é o moderador do grupo CIO Network. No Brasil, Murilo Martino é o administrador do grupo CIO Forum Brasil. No perfil de cada um delesvocê encontrará uma série de grupos dos quais participam.
Como avaliar os grupos
Muitos usuários do LinkedIn desanimam ao verem os grupos que frequentam serem tomados por spammers, flagrantes auto-promotores e aqueles que estão mais interessados ​​em crescer seu número de conexões do que em participar ativamente da troca de conhecimento. Mas há um monte de trigo entre a palha. Aqui estão algumas pistas que como ter insights sobre se um grupo LinkedIn serve para você.
Alem de abertos ou de participação restrita, os grupos do LinkedIn podem ser moderados ou não. O ícone de cadeado ao lado do nome do grupo é um sinal de que ele é um grupo fechado, só para membros.
Discussões criadas em grupos abertos são pesquisáveis ​​e visíveis para qualquer pessoa na Web e podem ser compartilhadas em outros sites de redes sociais como Twitter e Facebook. Os gerentes de um grupo aberto também podem permitir que usuários do LinkedIn que não sejam membros do grupo contribuam para as discussões. Nos grupos fechados somente os participantes do grupo podem ver ou participar das discussões.
Enquanto cada grupo LinkedIn tem um dono (geralmente a pessoa que o iniciou), grupos moderados são gerenciados por um ou mais supervisores que estabelecem regras para a participação conversas, monitoram e tentam garantir que os membros cumpram essas regras. Eles podem até mesmo expulsar aqueles que não seguem essas regras.
Há muitas exceções, mas os grupos sem moderação - ou com moderação fraca, ruim - podem tornar-se como o Velho Oeste selvagem onde vale tudo e as conversas são dominados pelos participantes mais agressivos ou, muitas vezes, que têm alguma coisa para vender.
Ao contrário dos grupos fechados, não há como identificar de antemão se um grupo é moderado ou não. A melhor maneira de descobrir é participando dele.
Sempre que navegar nos grupos do LinkedIn, você verá uma lista de suas conexões primárias, secundárias e de 3 grau que fazem parte do grupo, mesmo que o grupo seja apenas para membros. Encontrar nesta lista um número expressivo de colegas ou pessoas cujas opiniões você respeita é um indicador de que o grupo pode ser bom para você.
Grupos abertos também exibem uma caixa na parte inferior da coluna direita da página onde são mostrados os membros do grupo cujas discussões geraram mais respostas. Se os participantes mais ativos são líderes, referências no tema, em vez de tipos spammer, é um bom sinal de que vale a pena investigar mais o grupo.
O número de membros que pertencem a um grupo e o número de discussões ativas que você vê acontecendo também podem ser pistas importantes. Afinal, não há sentido aderir a um grupo onde tudo que você ouve são grilos cantando. Por outro lado, uma conversa entre centenas de participantes tende a criar menos intimidade.
Independentemente disso, os números não contam toda a história de um grupo. "Não é a quantidade, mas a qualidade das discussões, o calibre dos participantes, o alcance e a influência do grupo" o que mais interessa na hora de decidir de quais grupos participar, diz Paul Sonnier, gerente do grupo Wireless Health. Você pode achar que grupos altamente moderados com poucos participantes seja mais relevante.
Etiqueta
O valor de um grupo é baseada principalmente nas ações de seus integrantes. Ao gastar algum tempo nos grupos você vai perceber rapidamente como se comportar. O que fazer e o que não fazer. Para ajudá-lo a evitar cometer gafes, nossos especialistas em LinkedIn oferecem estas dicas:
1 - Ouça primeiro, e depois fale, recomenda Vermeiren. "Primeiro reaja a discussões iniciados por outras pessoas", diz ele, e só ouse iniciar discussões depois de ter descoberto a atmosfera ou a cultura do grupo.
2 - "Nunca vendemos em um grupo", acrescenta Vermeiren. "Se alguém pergunta sobre um fornecedor, não poste a resposta no grupo. Preferia a resposta direta a quem perguntou.
3 - Tenha cuidado com o postagens multiplataforma, adverte Breitbarth. "Por causa de pequenas ferramentas como a caixa do Twitter, você pode postar atualizações de status em todas as plataformas. As pessoas estão trazendo tweets demais e as atualizações do Facebook e do LinkedIn são de outro tipo", ele diz.
Melhores práticas para o envolvimento no grupo
Não há dúvida sobre isso - a participação em grupos pode ser um grande sorvedouro de tempo. Os grupos podem tornar-se irresistíveis rapidamente, se você não tem uma estratégia para tirar o máximo de valor com o mínimo de tempo.
Uma boa prática é fazer um bom uso das notificações por e-mail. "Só ative notificações de e-mail para os grupos que você considera que são os mais importantes, nos quais você não gostaria de perder uma conversa", diz ele. E mesmo com esses grupos importantes, faz sentido controlar quantas vezes ao dia você quer ser notificado das discussões.Você pode definir essas preferências quando você participar de um grupo ou alterá-las posteriormente na página de configurações de cada grupo.
Breitbarth recomenda o desenvolvimento de um cronograma de atividades online, incluindo atualizações de status no LinkedIn. Por exemplo, você poderia entrar no LinkedIn para ler e participar de discussões em seus grupos duas vezes por dia - uma vez na hora do almoço e uma vez antes de desligar o computador.
Ideias para compartilhar informações e conversas podem vir de vários lugares, se você estiver preparado para eles. "Ao ler revistas e sites, ir a a eventos..."

Facebook desiste das compras coletivas

O Facebook tentou desenvolver um projeto de compras coletivas para competir com gigantes como o Groupon e iniciantes como o Offers, do arquirrival Google. Em abril, a rede social deu início ao 'Deals', apostando no vasto número de usuários - quase 800 milhões - para dar certo.

Não deu. Após 4 meses, o negócio não engatou justamente por ser global demais, segundo afirmou a própria companhia à Agência Reuters.

Segundo o porta-voz, não identificado, a abordagem ideal seria atender comércio e consumidores locais. O Google Offers teve início no mesmo período, mas resolveu ser mais ponderado e atender apenas usuários de algumas cidades norte-americanas, principalmente Portland.

A empregabilidade, o turismo e as redes sociais

Numa sociedade extremamente competitiva e globalizada, a empregabilidade vem assumindo características interessantes e que devem ser observadas, para que futuramente não tenhamos problemas com os mercados de turismo e hotelaria. É sempre bom ressaltar que nossa atividade é bastante formal e administrada por famílias, sendo o networking ferramental vital para nossa sobrevivência. 

Cada vez mais, as empresas ao buscarem estagiários ou contratar colaboradores, se utilizam de mecanismos externos, de avaliação pessoal e de mercado/governo. Por exemplo, hoje se vê com bons olhos o fato de uma pessoa se dedicar ao voluntariado. É uma maneira de mostrar preocupação com a humanidade e consagrar parte de seu tempo, a dividir um saber que pode ajudar na melhoria da comunidade. Por outro lado, se valoriza aquele que está constantemente se reciclando, participando de eventos do trade e se mostrando flexível para o “devir” de nossos preceitos, que revolucionam diariamente núcleos turísticos, como acaba de acontecer com Nova Iorque, que em função de um fenômeno natural teve mudanças drásticas do funcionamento da cidade. 

É um mundo repleto de diferenças culturais que deveremos encarar. Religiões diferentes, opções sexuais e políticas diversas, além de visões do mundo e da política totalmente opostas. É um grande desafio selecionar pessoas que possam conviver com tais comportamentos, certificando-se de que eles se complementem e formem o mundo turístico. 

Temos que tomar muito cuidado, também, na forma como nos posicionamos em redes sociais, em relação a nossas instituições de ensino e famílias e não devemos nos deixar levar por movimentos fictícios, de cunho pessoal. O email de um futuro profissional, a linguagem e o vocabulário que utiliza, a forma como encara a diversidade, como julga sua família e os locais onde estudou são bem analisados pelas empresas de recrutamento e seleção. Quem fala mal de sua família, da instituição onde estuda ou estudou terá sempre a vontade de repudiar a empresa onde trabalha se não tiver todas suas vontades ou desejos atendidos. A gestão de qualquer equipamento turístico pressupõe diretrizes complexas num mercado que valoriza a família, o sucesso profissional e um posicionamento mercadológico de vanguarda. 

Sabemos também que hoje é preciso estar sempre à frente de seu tempo, com novas ferramentas, novos procedimentos e novidades constantes, para um público determinado a consumir turismo, em classes sociais que nunca tiveram acesso a um cruzeiro, um hotel, um avião ou um restaurante turístico. Como desconhecem a prestação de serviço, querem que o programa seja cumprido, dentro de tudo que ali está descrito, como horários, locais, com percepção mínima de qualidade real. 

Não se pode conceber que alguém trabalhe com turismo e hotelaria, e não tenha vivenciado durante, sua formação, as distintas atividades do segmento. As empresas sempre olham hoje as atividades complementares, o resultado do ENADE e a visibilidade que o centro de formação tem na integração com o trade turístico. 

Precisamos entender que cada vez mais estaremos sujeitos a uma grande competitividade entre profissionais e que temos que trabalhar sempre nossos diferenciais. São eles que vão marcar nossa provável contratação e nossa sustentação no turismo.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Entre redes sociais, Facebook é aposta de empresários


Orkut, Facebook, Twitter, LinkedIn, Foursquare, Youtube. Com tantas redes sociais e sites voltados para a interação, fica difícil saber qual é ideal para o negócio e como gerenciar as interações.

O especialista em marketing digital Denis Zanini, que ministra o curso Como Destacar Sua Empresa nas Mídias Sociais, aconselha a entrar na rede oferecendo serviços.

"Colocar vídeos no Youtube ensinando receitas ou algum serviço voltado ao seu setor vai angariar mais pessoas do que uma página com o nome da loja", diz Zanini.
O Twitter, explica, serve como chamariz para levar pessoas à sua página no Facebook ou ao site da empresa. Já o Orkut e o Facebook são úteis para manter o relacionamento com a clientela e criar promoções.

Gabriel Borges, fundador da LikeStore, que desenvolve ferramentas para vender produtos em redes sociais, afirma que o Facebook é o melhor site para quem tem um negócio.
"As outras redes são feitas para pessoas físicas. No Facebook, você pode ter uma página da empresa, com sua marca e seus produtos, para interagir com a comunidade", diz Borges.
Renato Delboni, 35, sócio da loja O ovO, microempresa que vende camisetas e acessórios, concorda. Ele tem perfis no Twitter, no Orkut e no Facebook, mas diz que é no último que vê maior interação com a clientela.

"No Orkut, há muitos perfis falsos, o que não dá credibilidade para a rede", reclama Delboni. Ele criou sua página no Facebook em 2010 e afirma manter "uma relação de pessoa jurídica bem próxima à de pessoa física" com seus clientes.

Na página do Facebook de O ovO, é possível encontrar promoções, conversas com fregueses e, desde o mês passado, comprar os produtos da loja.

O retorno não foi significativo nesse período, segundo ele. Mas Delboni diz confiar que as vendas pela rede social vão aumentar.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Começa hoje as mudanças no Facebook


Já faz algum tempo que as configurações de privacidade do Facebook vem chamando a atenção de usuários e especialistas. Muitos dizem que o mecanismo atual é muito complexo para usuários vistos como “comuns”. Deste modo defendem a ideia que, a reformulação deverá ser mais simples, de fácil entendimento por todos os usuários.
Hoje, quinta-feira, deverá ocorrer mudanças na rede social de Mark Zuckerberg. No recurso intitulado como “Inline Profile Controls”, deverá constar um controle onde poderão ser feitas grande parte das configurações. Assim, cada conteúdo que o usuário expor no seu perfil virá com um “drop-down”, deste modo ele poderá escolher se quer tornar o conteúdo público, visível somente aos amigos ou mesmo visível somente para os amigos selecionados.
“Esse menu “drop-down” será expandido com o tempo para incluir grupos menores de pessoas com os quais você possa querer compartilhar algo, como colegas de trabalho, listas de amigos que você criou, e grupos do qual você faça parte. Isso tornará rápido e fácil o processo para você escolher exatamente com qual público você quer compartilhar seus posts”, informa a rede social.
O Facebook também irá revisar o quesito fotos e posts em que os usuários costumam ser marcados. Agora todos terão a chance de revisar a foto ou post antes que seja exibido em seu perfil, caso não queiram mais ser marcados.
De acordo com a assessoria do Facebook, as mudanças começarão ocorrer hoje, dia 25, nos Estados Unidos e, devem chegar nos próximos dias nos outros países.

Descubra quem você é nas redes sociais

Itautec lança ferramenta online, desenvolvida pela agencia Possible, que traça um raio-x da vida do usuário nas redes sociais e permite comparar os resultados gerados com os dos amigos para descobrir, entre outras coisas, quem é o usuário mais ativo nas redes sociais.

A vida de Maria Joaquina nas redes sociais é movimentada. No Facebook, ela já postou 13.000 links, curtiu 5.800 páginas e foi marcada 350 vezes em fotos. Seu amigo Paulinho é quem mais comenta suas atualizações e a palavra que mais fala é “balada”. Já no Twitter, ela escreveu 35.247 palavras, fez 143.508 tuítes, “#ficadica” é a hashtag que mais usou até hoje e “Shakira“ é a palavra por ela mais escrita. Os dados são de personagens fictícios, mas compilar informações como essas, agora, é uma realidade possível. Graças ao Sociorama, uma ferramenta online lançada pela Itautec, você pode rastrear e consolidar, em um amplo e único levantamento, uma série de informações sobre movimentações e atualizações do seu perfil nas redes sociais Facebook e Twitter.

A novidade, que permite ainda ranquear os resultados gerados com os dos amigos e compartilhá-los nessas redes, está disponível para acesso gratuito. Basta ser curioso. “A Itautec sempre investe em inovação. Para nós, é importante estar perto de nossos clientes. Desenvolvemos o Sociorama como uma ação de comunicação diferenciada. Estamos seguros de que o usuário vai desfrutar e gostar dessa experiência inovadora e divertida”, afirma Romilson Bastos, diretor de Marketing da Itautec.

Em um layout moderno e vibrante, o aplicativo rastreia nas redes sociais os números referentes à quantidade de caracteres escritos por semana; links postados; comentários por semana; pessoas seguidas; vezes que o usuário foi marcado em fotos; tuítes feitos; fotos postadas; seguidores; páginas curtidas; imagens postadas; e vezes que os tuítes foram retuitados. Além disso, desvenda informações como quem mais comenta as atualizações; qual é o tuíte mais retuitado; a pessoa que mais curtiu as atualizações; a hashtag mais usada; a data de início de uso do Twitter; o tempo que ficou sem atualizar o perfil; a frequência de postagem no Facebook; a palavra mais usada no Twitter e no Facebook; a frequência de postagem de tuites; e qual a rede social mais usada.

O internauta tem a opção de escolher se os dados serão levantados a partir do seu perfil no Facebook, no Twitter ou em ambos. O acesso da ferramenta a essas redes sociais só se dá por meio da autorização do usuário. Além disso, todas as informações coletadas são públicas. O aplicativo, que foi desenvolvido pela agência Possible Worldwide Brasil, empresa do grupo WPP Digital, é um serviço que dá ao consumidor o que ele anseia: mais informações, mais chances de contatos, mais assunto para se relacionar e avaliar suas ações online, como afirma André Matarazzo, CCO da Possible Brasil. “É através da prestação de serviços diferenciados e de uma comunicação mais humana e próxima que o consumidor aprofunda seu relacionamento com as marcas hoje. Nossa intenção não é apenas atuar no hard-selling, mas sim na construção de uma ligação emocional bastante sustentável", comenta. A ferramenta já está disponível no endereço www.sociorama.com.br.

Perfil-A Itautec é uma empresa 100% nacional, com mais de 30 anos de atuação no mercado de tecnologia, especializada no desenvolvimento de soluções e serviços de computação, automação bancária e comercial. Parte integrante do grupo Itaúsa, maior grupo privado do Brasil, segundo o ranking Exame Melhores e Maiores 2010, a Itautec possui, 33 unidades de serviços e dez laboratórios de suporte, que atendem a mais de 3700 cidades brasileiras. A empresa atua de forma consistente no exterior, com clientes nas Américas, Europa e África e é reconhecida pelo Retail Banking Research por ter a décima maior base instalada de ATMs no mundo e a segunda na América Latina. A empresa foi a única brasileira listada entre os 25 maiores provedores de serviços de tecnologia para o mercado financeiro do mundo pelo ranking FinTech 100, do instituto IDC Financial Insights, ocupando o 23° lugar na lista geral neste ano. Recebeu os prêmios World Finance Technology como o melhor fornecedor de soluções de segurança, melhor fornecedor de soluções para agências e ainda melhor fornecedor de soluções para bancos de varejo na América Latina em 2011. A Itautec é a primeira empresa do setor de eletroeletrônicos totalmente preparada para atender às exigências da Política Nacional de Resíduos Sólidos, e é pioneira na reciclagem de resíduos eletrônicos. Figura na 1ª posição no ranking de Responsabilidade Social de “As Melhores da Dinheiro 2010” no setor eletroeletrônico.

Possible Worldwide Brasil – Adquirido em junho de 2011 o escritório do Brasil foi fundado em 2006 pelos sócios André Matarazzo e Fernanda Jesus, como agência Grïngo. Com a união a Possible amplia sua presença global, aumentando sua posição estratégica em mercados em plena expansão como a China e a Índia, e também a capacidade de execução de iniciativas interativas de grande escala no mercado brasileiro, que vem apresentando rápido e forte crescimento.