segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Google reforma interface do Blogger

O Google anuncia uma nova interface para o Blogger, serviço de blogs da empresa. O Google reformou todo o processo de edição e gerenciamento dos posts a fim de tornar mais simples o uso da ferramenta.

Mais limpa, a nova interface segue a mesma identidade visual implantada no Gmail recentemente. Com isso, a janela para edição dos posts foi ampliada, permitindo, ao usuário, maior controle da mensagem antes de realizar sua publicação. Outra novidade é o serviço para análise de tráfego, que informa o número de acessos à página, a quantidade de comentários recebidos e a contagem de seguidores.
Recentemente, especulou-se que o Google alteraria o nome do Blogger para Google Blogs, a fim de centralizar o serviço em torno da Google+. O Picasa também teria seu nome alterado. Mas não há, até o momento, nenhum anúncio oficial sobre isso.

Facebook desbanca Orkut e assume a liderança no Brasil


O Facebook desbancou a liderança de mais de sete anos do Orkut no Brasil. Segundo publicou a revista Isto É Dinheiro, essa é a primeira vez o Facebook fecha a frente da rede social do Google em número de usuários. O Facebook terminou agosto com 30 milhões de usuários no Brasil.

Os números são do Ibope Nielsen Online, um dos institutos de maior credibilidade em medições na internet. Desde 2004 a rede social era a mais acessada pelos internautas brasileiros.

O Brasil era um dos últimos paises que o Facebook ainda não havia vencido o orkut.

5 tendências sociais para empresas nos próximos cinco anos

Não há argumentos contra o quanto a rede social mudou a forma das pessoas interagirem umas com as outras. Mas como fica esta questão no espaço profissional? Certamente, a rede social tem marcado grande presença dentro das empresas, mas isso é apenas o começo. Saiba, na visão de especialistas, como as redes sociais vão mudar as empresas nos próximos cinco anos.

1. Diminuição das organizações: mídias sociais vão acabar com as barreiras hierárquicas e expandir as habilidades dos usuários de se conectar com pessoas que realizam o melhor trabalho – não importa o tipo de tarefa ou função que o funcionário desempenha. “Nas empresas sociais, organizações vão ser reduzidas, podendo descobrir pessoas com habilidades críticas e conhecimento relevante em outras áreas das organizações, em vez de ter a percepção limitada pelo trabalho formal”, acredita Peter Coffee, vice-presidente e responsável pela plataforma de pesquisa da Salesforce.com.

Luosheng Peng, CIO Gageln, acredita que o acesso a informações, pessoas e ferramentas tem sido com frequência silos do passado. “Por exemplo, equipe de vendas deve receber atualizações de inteligência competitiva ou apenas o time de relações públicas poderá ver antes as novidades do mercado? As mídias sociais vão quebrar essas barreiras, proporcionando igualdade de acesso às informações em todos os níveis e função de trabalho. Os CEOs vão perceber que as idéias mais inteligentes da organização surgem de forma inesperada.”

2. Seus clientes serão a maior – e mais ativa – parte da comunidade: companhias experientes têm utilizado redes sociais como forma de aproveitar o feedback e informar o desenvolvimento de estratégias de produtos. Essa tendência vai crescer. “Você pode formar comunidades de interesses com seus consumidores, que, frequentemente, vão saber mais do que os seus funcionários sobre os limites e possibilidades que os produtos podem ter ou fazer”, aponta Coffee. “Você pode criar uma rede que inclua os próprios produtos, promovendo retorno em tempo real sobre as necessidades dos clientes, em vez de esperar que seus consumidores lembrem e descrevam uma lista de desejos para melhorar o produto. Você pode fazer seu negócio especial, mesmo em um mercado que constantemente flerta com a comoditização, tornando seus produtos, amigos dos clientes.”

3. O modelo tradicional de serviço ao consumidor será transformado na sua cabeça: conversando com consumidores, empresas vão aumentar o uso das mídias sociais para melhorar os serviços aos clientes. Karim Guessous, CEO e co-fundador da Tradepal, fez a previsão de que mais de 50% dos serviços ao consumidor vão ser conduzidos via redes sociais. “Entretanto, a FAQ pode ajudar quando houver suporte individual.”

4. Rede social interna vai ser a nova intranet: assim como a intranet evolui a partir da internet pública, também existem redes sociais internas que evoluíram a partir de plataformas como Twitter e Facebook. Evoluindo, empresas vão passar a usar as mídias sociais internas como principal plataforma de comunicação. “O uso das redes sociais para disseminar informações empresariais, formação de equipes e conhecimento para capturar e transferir será a regra, não a exceção”, acredita Jay Baer, co-autor do livro “NOW Revolution” e presidente da Convince & Convert, empresa de estratégias em mídias sociais. “As operações culturais continuam a ganhar velocidade, os negócios empresariais vão se transformar nas mídias sociais internas – a nova intranet – para formar conexões em torno dos membros dos times.”

5. O marketing funcional irá expandir: de acordo com Baer, as mídias sociais fazem com que qualquer pessoa da empresa seja um “marketeiro” em potencial. “Funcionários não fazem comerciais à noite ou projetam anúncios aos finais de semana”, pontua Baer, mas o aproveitamento das redes sociais dos funcionários, que, voluntariamente, falam da empresa na rede, é uma grande oportunidade para a companhia. “É claro que isso irá exigir que a empresa ofereça treinamento e orientações no lugar para garantir que as mensagens estão de acordo com as políticas de metas e negócios.”

Essas previsões apenas tocam nas questões e nas mudanças que as mídias sociais vão, certamente, trazer para as empresas. “Isso está acontecendo agora, no prazo máximo de um a três anos, será um exigência competitiva. Para sair na frente, as companhias devem pensar sobre a capacidade dos membros do seu time em aceitar e adotar”, avalia.

Empresas locais fidelizam clientes e ampliam negócios com redes sociais



Orkut, Twitter e Facebook tornaram-se ferramentas a serviço do Marketing e da Publicidade nas mais variadas modalidades de negócios de Manaus. Lojas de roupas e acessórios femininos, escola de idiomas revendedora de veículos são alguns dos segmentos que entraram no mundo virtual, principalmente, para atrair e fidelizar clientes, divulgar e comercializar produtos, ampliando o atendimento.

Só para se ter uma ideia, nos Estados Unidos, o F-commerce (a arte de negociar produtos e serviços através da rede social Facebook), responde por 20% das vendas de e-commerce de grandes marcas. Se comprar sem sair de casa já era bom, por meio das redes sociais então, ficou ainda mais interessante.

Em Manaus, as redes sociais têm funcionado mais como canal para divulgação de propaganda. “Postamos informações sobre eventos, promoções, lançamentos de coleções, editoriais, entrevistas, dicas de moda e tendência”, comentou Flávia Alakra, proprietária da loja ‘Flavvi’, que tem perfis no Orkut, Twitter e Facebook.

Para a empresária, entre os benefícios está o aumento das vendas. “Muitos seguidores começaram como clientes em potencial e passaram a ser reais através dessa mídia nas redes sociais”. Segundo Flávia Alakra, a partir da adesão às redes sociais, as vendas cresceram em torno de 40% e o fluxo na loja aumentou 15%.

Interatividade imediata

Após começar como loja virtual, a ‘Moda à Porter’ passou a ter loja física e aderiu em seguida ao Orkut, Twitter, Facebook e by Mk, esse último, um site que possibilita montar composições com diversos produtos. Segundo a proprietária Paula Augusta, o principal objetivo é manter um relacionamento mais próximo e pessoal com os clientes. “O atrativo é a possibilidade de manter essa interatividade instantânea, saber o que as clientes gostam, receber críticas e elogios, ter resposta rápida sobre os eventos dos quais participamos”.

O feedback é uma das consequências da ‘presença’ na internet mais valorizada pelas empresas. “Além de divulgarmos atividades extras e dicas de inglês e espanhol, recebemos principalmente sugestões sobre como realizar eventos com a ‘cara’ dos nossos alunos”, comentou Igor Neves, coordenador pedagógico da unidade do Centro de Idiomas CNA, que mantém perfis no Twitter e Facebook, há sete meses.

A imediaticidade no retorno é outra vantagem apontada pelo serviço. “As pessoas respondem muito rápido nas redes sociais, às vezes tentamos telefone e e-mail, mas não conseguimos contato. Algumas vezes, elas não atendem ao celular, mas respondem os posts por ele. Já realizamos matrículas que se iniciaram em contatos no Facebook”, contou Neves.

A doceira Cristina Santana,43, não conseguiu acompanhar a demanda dos trabalhos depois que passou a divulgar seus dotes culinários pelo perfil do Facebook criado pela sobrinha. “Foi muito bom. Excelente. Teve um leque de clientes diferentes, de toda a classe social. As pessoas comiam os bolos e comentavam no Face e logo surgiam as encomendas, mas ela pediu para tirar. Não conseguiu dar conta”, disse a irmã de Cristina, Marly Santana

Gerenciamento das redes se faz necessário

Com a alta demanda pela participação em redes sociais, empresas foram criadas, transformando a atividade em negócio. Fundada no início de 2011, a Ugagogo Invenciones Tecnológicas oferece como serviço o ‘mídia mix interativa’. “Fazemos o monitoramento 24 horas das redes sociais dos nossos clientes, criando um relatório mensal sobre os comentários positivos e negativos sobre a empresa na internet”, explicou o proprietário da José Amaro Barros Júnior.

Mais do que clipping digital, o serviço abrange a interação com os clientes via redes sociais. “Para isso, precisamos estar também em contato direto com as empresas que nos contrataram”. Desde a criação, a gerenciadora de redes sociais já atendeu 10 clientes e hoje mantém cinco. O preço do serviço varia de R$ 1,8 mil a R$ 2,5 mil, dependendo do tempo de contrato. “Quanto menos tempo, mais caro, porque é mais difícil de mostrar resultado”.

Os clientes que contratam os serviços são segmentos variados, vão desde clínica odontológica a revendedoras de carros. A Cicar Veículos é uma desses clientes da Ugagogo. “No Facebook e no Twitter da empresas divulgamos ofertas do catálogo de carros, descrevendo o modelo, além de postar informações sobre o mercado de veículos e dicas de trânsito”, explicou Amaro, acrescentando que muitos contratos de compra e venda de veículo começaram na internet.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Facebook adiciona botão ‘Curtir’ ao Chrome



Nesta quinta-feira, 1, o Facebook lançou uma atualização da sua extensão no navegador Chrome adicionando obotão ‘curtir’, que permite que o usuário ‘curta’ , recomende e compartilhe todo o tipo de conteúdo que ele tiver acessado através do seu navegador.

De acordo com o ZDNet, a extensão, que funciona em qualquer site, também permite que o usuário veja quantas pessoas ‘curtiram’ o mesmo conteúdo além de, compartilhar imagens, vídeos (somente em HTML 5) e áudio (somente HTML 5) no Facebook a partir dos sites em que o usuário estiver visitando.

Depois de instalar o plug-in, o ícone ‘curtir’ do Facebook aparece à direita da barra de buscas e de endereço doChrome. Através da extensão o usuário também pode adicionar comentários e controlar quem visualiza sua postagem.

Segundo o PCMag, a extensão conhecida como Facebook Like Button foi lançada dia 22 de julho sem muitos comentários e divulgação.

Foursquare está disponível em português


O Foursquare agora está disponível em português. O anuncio foi feito ontem (01/09) noblog oficial do serviço. Além do português, outros quatro idiomas foram incorporados ao Foursquare: coreano, russo, tailandês e indonésio.

O Foursquare é uma serviço de geolocalização que permite ao usuário indicar onde ele está por meio de um aplicativo no smartphone com GPS. Recentemente, o serviço atingiu a marca de 10 milhões de usuários e 500 mil localidadescadastradas na rede social em dois anos de vida.

Para conferir os novos idiomas, os membros da rede social devem atualizar seus aplicativos para a última versão do Foursquare.

Segundo o Mashable, esta é a segunda vez que o Foursquare anuncia um pacote de idiomas. Em fevereiro, o aplicativo foi traduzido para o francês, alemão, italiano, japonês e espanhol.