sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Empresa lança programa de fidelidade nas redes sociais


O iWiin:) entra no ar já com a parceria da Abril Mídia, do Grupo Abril.
O mercado publicitário ganha uma nova ferramenta de divulgação on-line, o iWiin:), primeiro programa de fidelidade nas redes sociais do País. O novo modelo de negócio vai premiar internautas que interagem com as marcas parceiras. Basta que eles interajam com os posts patrocinados nas mídias sociais para ganhar pontos. Não é preciso comprar nada. Interagiu, pontuou.
O programa de fidelidade ocorrerá na plataforma iWiin:) pelo portal e aplicativos de celular, assim como nas redes sociais Facebook, Twitter, Orkut, Foursquare e Google+. Os usuários dessas redes que estiverem cadastrados no iWiin:) serão recompensados por compartilhar conteúdos, divulgar links, convidar amigos, curtir posts patrocinados, ler e replicar notícias, por exemplo.
À frente desta operação está Sergio Augusto, CEO do iWiin:). Com uma carreira de executivo e consultor focada em programas de fidelidade e projetos de CRM, Augusto atuou em grandes empresas, como Sky, Telefônica, Pão de Açúcar, Magazine Luiza, Nextel, Santander e Editora Abril.
Ele explica que sua nova plataforma vai permitir que as marcas e agências de publicidade conheçam seus consumidores. “O iWiin;) é a primeira e única forma de saber quem interagiu com anúncios nas redes sociais. As empresas têm seguidores, fãs e membros nas redes. Elas querem se relacionar com esses internautas, mas não sabem, necessariamente, quem são eles e nosso programa é a solução”, afirma. Com o iWiin:) o anunciante saberá não só a quantidade de cliques no seu post, mas também o perfil de quem interagiu com o seu anúncio – o post patrocinado.
Vantagem para as marcas
Além de saber quem é consumidor, o anunciante não terá limite mínimo de investimento. Ele pode, ainda, ter seus produtos ou serviços na tabela de resgate de prêmios. O fato é que os usuários serão instigados a interagir com o post patrocinado para ganhar pontos. “Por ter estimulo, o anúncio no iWiin:) deverá ter um número muito maior de cliques do que um anúncio tradicional de mídia online”, avalia Augusto.
O usuário também é estimulado a compartilhar os posts patrocinados em troca de pontos e, assim, o efeito viral da campanha do anunciante nas redes sociais ganha força. “No Brasil, cada membro de rede social tem, em média, 230 amigos. Portanto, nossa rede de cadastrados terá esse poder multiplicador”, reforça o CEO, ao lembrar que o iWiin:) é uma plataforma para as marcas e agências de publicidade elaborarem estratégias de contato com clientes e prospects, além de estratégias de lançamento de produtos e promoções.
Com o sistema, o usuário permite o acesso e compartilhamento de seus dados e poderá, eventualmente, escolher para quais empresas não disponibilizará suas informações. Para participar do iWiin:) e receber os prêmios, o consumidor vai preencher um cadastro completo e permitir, por meio do recurso opt in, o acesso aos seus dados.
Parceria Abril Mídia
A Abril Mídia, empresa do Grupo Abril, será a primeira marca a ter post patrocinado nos perfis da iWiin:) nas redes sociais. A parceria entre as duas empresas vai além dos posts, com os quais os internautas já podem interagir para ganhar prêmios. O iWiin:) é o patrocinador do Concurso Perfil Premiado Abril, no qual vai oferecer um VW Jetta TSI Highline. Quem participar do concurso concorre ao carro que será sorteado no dia 5 de janeiro de 2012. “Na pesquisa, o consumidor informará se participa de alguma mídia social. Se a resposta for sim, ele receberá um e-mail convidando-o a participar do nosso programa de fidelidade”, explica Augusto.
A atuação da Abril Mídia no e-commerce também está contemplada na parceria com o iWiin:). A partir de 1000 pontos acumulados no programa de fidelidade, o internauta já consegue resgatar prêmios, como por exemplo, downloads de uma edição de alguma revista da Editora Abril. “Um usuário moderado de mídias sociais consegue atingir essa pontuação em menos de 30 dias”, ressalta o executivo.
De 2 mil  a 20 mil pontos, o consumidor pode adquirir cupons de desconto para usar nos diversos sites de e-comerce da Abril.  Acima de 30 mil pontos é possível trocá-los por produtos nestes mesmos pontos de venda virtuais.
Além das premiações por acúmulo de pontos, o iWiin:) vai promover um ranking de participação. No período de lançamento – de setembro a dezembro de 2011 – o programa dará um iPad por semana. Ganha o usuário que chegar primeiro a um número estabelecido de pontos.
Com essa espécie de game virtual, o iWiin:) pretende atrair mais público, mais marcas e, consequentemente, mais receita para oferecer prêmios cada vez mais atraentes aos internautas. “Quanto mais usuários, mais interações entre eles, mais anunciantes e mais prêmios. Tudo acontecerá em um grande ciclo virtuoso onde todos ganham”, esclarece Augusto.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Internet e redes sociais mostram a cara do novo terrorismo

No Twitter, terroristas divulgam mensagens que incitam o ódio religioso. No Facebook, a Casa Branca alerta cidadãos sobre a ameaça de novos atentados. Em ambos, vítimas relatam em tempo real o drama de quem vive em meio a uma guerra. São provas de que nos últimos anos as redes sociais se tornaram personagens ativos na guerra contra o terror.

Desde o final do ano passado, autoridades americanas monitoram mensagens terroristas no microblog Twitter. Escritas em árabe por simpatizantes da Al-Qaeda, contém links para notícias e frases a favor da jihad, a proclamada "guerra santa" contra o ocidente. A iniciativa ainda é tímida, mas preocupa porque pode atrair ainda mais integrantes às organizações terroristas.

O pesquisador em islamismo na Universidade de Braslei (EUA), Aaron Zelin, lembra que nos anos 90 terroristas já utilizavam fóruns de discussão para divulgar suas ideias na internet. Mas que nos últimos anos aderiram às Redes Sociais para ter mais liberdade sobre o conteúdo postado. "Esses sites deram poder para um grupo novo de indivíduos. Deram status a uma nova geração, transformando a jihad global em um movimento social", diz.

Sem ter como controlar as manifestações extremistas na internet, resta o governo dos Estados Unidos tentar usar as Redes Sociais em seu favor na luta contra o terrorismo. Por esse motivo, o presidente Barack Obama anunciou em abril que Twitter e Facebook farão parte do novo alerta de atentados do país. Pela primeira vez, o sistema avisará internautas imediatamente caso haja uma ameaça de ataque terrorista.

Zelin não se surpreende que as redes sociais sejam um território tão controverso. Segundo ele, tanto governo quanto terroristas usufruem da internet da mesma forma como fizeram com a mídia tradicional no passado. "A diferença é que agora a informação atinge outros nichos e uma audiência ainda mais ampla", diz.

A guerra em tempo real
Graças às redes sociais também é possível acompanhar o minuto a minuto da guerra contra o terror através de testemunhas. Em abril, o mundo ficou sabendo da operação que matou Osama Bin Laden no Paquistão ao mesmo tempo em que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, acompanhava do seu gabinete. O responsável foi o técnico de informática Sohaib Athar que relatou no Twitter a movimentação atípica de helicópteros e explosões perto de sua casa.

Enquanto isso, soldados compartilham através das redes sociais como é viver as consequências da guerra. O britânico Leigh, veterano do Iraque e do Afeganistão, narra para os seus seguidores o seu dia a dia com Transtorno de Estresse Pós-Traumático. Nos Estados Unidos, a americana Cheryl Gansner relata a recuperação do seu marido - um soldado ferido gravemente por uma bomba caseira no Iraque.

Para o blogueiro especialista em mídias sociais, Brian Solis, são exemplos de que, pela primeira vez, podemos acompanhar os eventos se desenvolverem em tempo real e atingirem as pessoas que estamos seguindo. E isso só é possível graças às novas ferramentas de comunicação, que fizeram o contexto tão importante quanto o conteúdo "Hoje nós ficamos sabendo o que está acontecendo diretamente de quem está na linha de frente. E isso nos faz sentir. Fazer parte. Ser inspirado para agir", conclui

Na briga entre redes sociais, quem ganha é sua empresa

É inegável e inevitável falar da marca histórica que o Facebook conquistou frente seu principal concorrente, o Orkut. Os dados comprovam que, no fechamento do mês de agosto, a empresa criada por Mark Zuckerberg registrou mais de 30 milhões de usuários, batendo finalmente a rede social que chegou primeiro ao Brasil.

A briga entre as duas redes sociais mostra que ainda há espaço no setor para novidades e, principalmente, disputas. É inegável que a fórmula apresentada pelo Facebook, mais leve e eficiente que o Orkut, conquistou os usuários de forma singela, mas com a propriedade de um gigante norte-americano que sempre demonstrou ser nos Estados Unidos.

O que não faz do Orkut, porém, um derrotado, principalmente na questão comercial dos empreendimentos. Há de se levar em consideração, porém, que se nada for feito, o Facebook certamente se consolidará à frente do adversário nos próximos anos.

O sucesso da rede social de Zuckerberg começou a ser vista como promissora e eficaz à divulgação de campanhas e propagandas de empresas. De uma foram não agressiva, o sistema adotado pelo Facebook leva o usuário à clicar nos links promocionais sem poluir o ambiente da página em que está visitando.

Esse tipo de marketing digital, somado à facilidade de uso de todos os recursos disponíveis, transformou o Facebook em uma ferramenta consolidadora de espaços. O que dá para ser sentido no mercado hoje em dia é que usuários do Orkut não encerram sua conta, mas migram cada vez mais para o Facebook, até que, após várias comparações de serviço, se renda a nova rede social do país.

Ainda longe de se chocar com a campanha de links patrocinados do Google, o Facebook passa a ser aliado dos empresários que buscam alternativas seguras para divulgar o nome da empresa. Além da visualização propriamente dita entre as 10 empresas mais acessadas no maior buscador mundial, o empresário também tem a oportunidade de pagar por um simples anúncio que terá a visualização de pelo menos 30 milhões de pessoas. Quer propaganda melhor do que essa?

A parceria de anúncios entre Google e Facebook, no entanto, eleva o padrão das campanhas publicitárias na internet, fazendo com que a empresa tenha em mente a otimização da divulgação de seus serviços. Ora, se você consegue se colocar entre os 10 primeiros do Google e tem uma visibilidade ímpar através do Facebook, com certeza não poderá oferecer um serviço de segunda linha.

É por isso que sempre ressalto. Os novos empreendedores, que exploram tanto as vendas físicas, quanto as virtuais, precisam de planejamento. Precisam concentrar suas atenções dar estrutura à empresa para daí sim mergulhar seus investimentos na internet. Nunca é demais lembrar que os dois primeiros itens levados em conta pelos clientes de todo o mundo são: atendimento e prestação de serviço. Funciona assim, por exemplo, para uma empresa de montagem de stands, que precisa dispor de um site bem estruturado e moderno para atrair os olhos dos clientes.

Atenda a um pedido de forma eficaz, venda seu produto da melhor forma possível e terá clientes para resto da vida. Agora, qualquer tipo de falha ou descontentamento, pode fazer com que o nome da sua empresa, de uma forma maléfica, seja espalhado pelas mesmas redes sociais em poucos minutos. Existem inúmeros exemplos que mostram isso, mesmo com grandes e consolidadas marcas. Pense nisso!!!

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Integração do Windows com Windows Phone ajudaria Microsoft



Na comparação com os 70% de mercado que Android e iOS têm, os 6% do Windows Phone não são muito representativos. Embora o sistema operacional para smartphones da Microsoft seja "até promissor", na avaliação do TechCrunch, ele não parece ter atraído consumidores nem desenvolvedores. Mas e se a plataforma mobile passasse a se integrar mais intrinsecamente com a versão para computadores pessoais?
Pois parece que é isso que está para acontecer, de acordo com o site especializado em tecnologia. Do pouco que foi divulgado do Windows 8, próxima atualização do sistema operacional para desktops, sua interface em formato de mosaico e sua lógica voltada a dispositivos com tela sensível ao toque aproximam as duas plataformas.
Mesmo sendo distintas, é possível que sejam integradas de forma facilitada para o usuário, segundo o TechCrunch, criando um diferencial para o Windows Phone que seus principais concorrentes não têm. Os aplicativos móveis existem como que num "universo paralelo", e a integração de seu conteúdo com o do computador pessoal é majoritariamente realizada pela internet - é até possível sincronizar apps de iOS com o OS X, destaca o site, mas é pouco comum. Se o sistema operacional da Microsoft para smartphones pudesse ser facilmente conectado à versão para desktop, o Phone ganharia uma vantagem sobre seus rivais.
A compatibilidade entre as duas plataformas estaria, ainda, alinhada com a clássica estratégia da gigante de computadores de aproveitar sua larga penetração no campo de PCs para expandir outras áreas e produtos. Embora talvez esta técnica não funcione mais em uma era pós-PC, pondera o site de tecnologia, pode valer a pena tentar.
É possível que essa integração comece a aparecer quando o Windows Phone 8 for lançado, e também quando sair a plataforma para desenvolvedores do Windows 8, a Jupiter. Sobre ela, o TechCrunch levanta a possibilidade de se tornar uma "plataforma única", uma vez que ela possibilitaria que aplicativos para o OS móvel fossem adaptados para o OS desktop com apenas pequenas alterações - ou mesmo nenhuma. Se isso realmente acontecer, os desenvolvedores teriam uma grande vantagem em programar para as plataformas da Microsoft.
Talvez a estratégia de sincronizar os sistemas operacionais não seja bem sucedida, mas indica o caminho que não só o Windows, mas outras plataformas irão seguir, de integrar os conteúdos nos dispositivos móveis com os de equipamentos desktop, "em um futuro não muito distante", na avaliação do site. Os aplicativos não serão iguais, uma vez que nos smartphones eles são gerenciados por telas touchscreen e fazem uso de recursos como câmera e geolocalizador, enquanto nos computadores são desenhados para uso com teclado e mouse. Mas com certeza, para o TechCrunch, os dados poderão ser usados em ambos os dispositivos.

China: redes sociais desafiam a "grande muralha digital"


A China se mantém firme na batalha pelo controle de todo o fluxo de informações que circulam por seus meios de comunicação, mas será que o país está capacitado para controlar a crescente "ameaça" representada pelas redes sociais e o possível efeito das mesmas na opinião pública?

Quando em 221 a.C. Qin Shi Huang, considerado o primeiro imperador da China unificada, começou a construir uma muralha para se proteger dos senhores feudais que ameaçavam seu poder, muitos consideraram sua aspiração um sonho impossível. Hoje, mais de 22 séculos depois, a China constrói e mantém outra muralha, invisível mas igualmente eficaz, uma barreira que freia a liberdade de expressão de seus mais de 1,3 bilhão de habitantes e que dificulta a expansão da internet no gigante asiático, um projeto que, segundo os especialistas, configura uma missão impossível.

"A China pretende controlar todos os movimentos e opiniões de seus habitantes. É algo irreal e por mais que se aplique censura à internet, sempre surgirão novas formas de comunicação", afirma à Agência Efe Gao Feng, sociólogo estabelecido em Pequim.

A última destas vias citadas por Gao e que fez com que fosse intensificada a pressão que o Executivo chinês exerce sobre a rede é o "Weibo", o microblog mais importante do país com mais de 200 milhões de usuários na China, onde o Twitter é censurado.

A publicação de algumas mensagens com acusações diretas às autoridades em casos como o assassinato de uma jovem em Wuhan, capital da província de Hubei, e a venda de bolsas de sangue procedente de doações, levou o Executivo a exigir que o "Weibo" fechasse "as contas que divulgaram mentiras".

Assim, o secretário do Partido Comunista para Pequim, Liu Qi, visitou a sede da Sina Corporation, proprietária do microblog, onde, citado pela agência oficial chinesa Xinhua, declarou que as empresas de mídia "devem impedir a difusão de informação falsa e prejudicial".

O caso do "Weibo" é o mais recente de uma longa lista que começou em 1996 com a implantação de uma regulação temporária para a gestão da informação na internet, que foi aprovada pelo Conselho de Estado e posteriormente tornou-se permanente, atualizando-se conforme a internet crescia.

Desta forma, nos últimos meses foram frequentes os esforços do Executivo para evitar qualquer menção às "Revoluções do Jasmim" ou à chamada "Primavera Árabe", por temor de que o país fosse às ruas protestar contra a falta de liberdades. "Acho que o medo de uma revolução como as do Egito e Tunísia é infundado na China. Há gente descontente pelo trabalho do governo, mas não a ponto de fazer um protesto que derrube esta classe política", afirma Gao.

Infundado ou não, o temor de que a população chinesa saiba o que acontece com temas como a repressão ao grupo religioso Falun Gong, perseguido e proibido na China, e os protestos da Praça da Paz Celestial de 1989, fez com que o controle da internet fosse paulatinamente intensificado.

Segundo Fang Binxing, criador do Great Firewall, última versão do sistema chinês de censura, esta se aplica de duas maneiras, uma preventiva, que afeta páginas como Facebook, YouTube e Twitter, e outra circunstancial, executada segundo a situação social e política.

"É necessário controlar o que se publica na internet e saber quem é a fonte. De fato, muitos países como os Estados Unidos, Coreia do Sul e alguns da União Europeia têm gerenciadores de controle de conteúdos", afirmou Fang à Efe.

Até agora, o modelo seguido pela China teve êxito e poucos foram os conteúdos que escaparam de seu controle. No entanto, o crescimento da internet e, sobretudo, das redes sociais, representa um desafio para um governo que pode perder, após muitos anos de luta, sua batalha contra seu mais temido inimigo, a liberdade de expressão.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Google toca música para homenagear Freddie Mercury, do Queen



O logotipo do Google foi transformado, hoje, numa animação musical que mostra a banda Queen e homenageia o cantor, compositor e pianista Freddie Mercury, que completaria 65 anos nesta segunda-feira. A animação alterna cenas da banda tocando com passagens que fazem referência à música Don’t Stop Me Now, escolhida para a trilha sonora. 


A homenagem a Freddie Mercury segue a tradição do Google de assinalar datas comemorativas modificando seu logotipo. Mas ela se destaca dos Doodles anteriores pela extensão e pelo uso de uma canção conhecida. A animação tem 1 minuto e meio de duração. A música Don’t Stop Me Now é tocada quase inteira, na voz de Mercury.

O artista britânico, cujo nome de batismo era Farrokh Bulsara, fez enorme sucesso nos anos 70 e 80, como cantor e pianista da banda Queen. Seus companheiros eram o guitarrista Brian May, o baterista Roger Taylor e o baixista John Deacon. Ele também chegou a gravar dois discos solo. Morreu de Aids em 1991, aos 45 anos.