quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Foursquare ultrapassa um bilhão de check-ins


Que o Foursquare é um sucesso mundial atualmente, provavelmente todo internauta já deve saber. No entanto, ainda assim, um número divulgado pela empresa nesta semana assusta. O aplicativo que registra o local onde o usuário se encontra no momento, via smartphone, já chegou a um bilhão de check-ins feitos.
Gráfico ilustrando dos locais e horários dos check-ins do Foursquare (Foto: Divulgação)Gráfico ilustrando os check-ins.  (Foto: Divulgação)
Para comemorar a marca, o Foursquaredivulgou um vídeo em seu site oficial com uma espécie de gráfico ilustrando, no mapa-mundi, os locais e horários dos check-ins ao redor do mundo. A iniciativa é bem interessante e vale a pena prestar atenção nos horários e como há uma variação entre hemisfério norte e hemisfério sul devido a isso.
Criada em 2009, a rede social, que permite compartilhar não só a sua localização, como também dar dicas sobre locais e exibir fotos aos seus amigos, já tem mais de cinco milhões de usuários registrados em todo o planeta. Fazer check-in virou uma das manias favoritas de quem está sempre conectado.
Animados com o rumo que o site está tomando, os responsáveis pela página deixaram uma mensagem bem otimista no final do post comemorativo, em relação ao bilhão de check-ins em seu site oficial: “Obrigado e esperamos ansiosamente pelo próximo quadrilhão”.

Foursquare para Android ganha listas


Uma ótima notícia para os usuários do Foursquare para Android. O aplicativo de rede social baseado em localização recebeu uma atualização muito interessante essa semana, e a principal novidade é um novo recurso de listas, que auxiliará os usuários no compartilhamento de locais interessantes.
Recursos de listas no Foursquare (Foto: Divulgação)Recursos de listas no Foursquare (Foto: Divulgação)
Além disso, nessa atualização o Foursquare para Android recebeu alguns ajustes menores, como correção de erros e melhorias de desempenho. A atualização é acompanhada do recente anúncio da empresa, que alcançou a expressiva marca de mais de um bilhão de check-ins.
Os números mostram que o Foursquare é o aplicativo de localização social mais popular do mercado, e seus números tendem a ampliar, mesmo com vários concorrentes se destacando no mercado.
A lista completa de funcionalidades da nova versão do Foursquare incluem, além das listas para o Android, um novo modo de conexão da conta do Twitter, que agora é feito pela tela de ajustes do aplicativo. A partir de agora os pontos de check-ins serão exibidos na tela após o check-in efetuado; e, por fim, o usuário agora pode ordenar os seus amigos mais próximos ou ao redor do mundo na tela Friends, que pode ser acionada pelo menu ou no rodapé da lista.
A capacidade de conectar ao Twitter dentro do próprio aplicativo e a possibilidade de organizar os seus amigos pela proximidade geográfica eram características altamente esperadas ao Foursquare para Android. As novas adições ao aplicativo podem melhorar, de forma considerável, a experiência dos usuários junto ao aplicativo.
O Foursquare tem feito muitas melhorias que deve manter o serviço no topo por algum tempo. A atualização do seu aplicativo para o Android é gratuita, e está disponível para download via Android Market. A versão do aplicativo para iOS foi atualizado com o recurso de listas há algum tempo, e está disponível para download na App Store.

Diretores de marketing não estão preparados para a era digital

Embora cientes de que está a "operar-se uma mudança fundamental e permanente na maneira de interagir com os clientes", os diretores de marketing das empresas não estarão preparados para lidar com a era digital.

A conclusão é de um estudo levado a cabo pelo Instituto IBM for Business Value, entre fevereiro e junho deste ano, cujos resultados foram divulgados hoje. No âmbito da análise foram entrevistados 1.734 responsáveis pelo marketing de empresas de 19 setores diferentes, em 64 países - incluindo Portugal.

De acordo com os dados do IBM Global Chief Marketing Officer 2011, embora 82% dos CMOs planeiem usar mais as plataformas sociais nos próximos três a cinco anos, apenas 26% estão realmente atentos a blogs, 42% seguem a opinião de terceiros e 48% estão ao corrente das opiniões dos consumidores.

Cinquenta e seis por cento dos marketers afirmaram encarar os meios sociais como um canal chave de angariação, "mas ainda lutam para obter conhecimento sobre os clientes através de dados não estruturados", acrescenta-se.

O advento dos media sociais "representa uma mudança permanente na natureza das relações com os clientes", afirma Carolyn Heller Baird, investigadora da IBM e responsável pelo estudo.

"Aproximadamente 90% de todas as informações que estão a ser criadas agora, em tempo real, tornar-se-ão dados não estruturados. Os CMOs que saibam aproveitar bem esta nova fonte de entendimento estarão numa forte posição para aumentar as receitas, reinventar o relacionamento com os clientes e criar um novo valor", defende a responsável.

Todos os dias os clientes partilham as suas experiências online, o que lhes dá maior influência sobre as marcas. Esta mudança no equilíbrio de poder das organizações para os clientes exige novas abordagens, ferramentas e competências. Embora conscientes da mudança, 50% dos CMOs acham que não estão preparados para gerir esta situação, revela a análise.

A Internet constitui uma forma de aumentar não só as receitas como o valor da marca e reinventar a relação entre empresas e consumidores, pelo que os profissionais recetivos a esta visão estarão melhor preparados para antecipar mudanças nos mercados e tecnologia, sustenta o relatório.

Os que o fazem, identificam a intimidade com o cliente como prioridade e reconhecem a importância da análise de dados em tempo real, como complemento dos métodos tradicionais. Ainda assim, 80% dos inquiridos, disse estar sobretudo focado em fontes tradicionais do século XX, como os estudos de mercado e benchmarking competitivos. Sessenta e oito por cento afirmam preferir analisar as campanhas de vendas para tomar decisões.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

App do Facebook para iPad falha e irrita usuários

O Facebook liberou ontem seu esperado aplicativo para iPad. Mas a boa notícia vem acompanhada de outra ruim: usuários têm reclamado que o programa está cheio de bugs. Nos casos mais sérios, as falhas impedem totalmente o acesso à rede social.

Na App Store, várias pessoas deixaram comentários reclamando das falhas. São frases como “Trava a todo momento” e “Depois que baixei essa atualização não consigo mais usar o Facebook”. Alguns usuários dizem que o botão Enviar desaparece quando o iPad é acoplado a um dock.

EXAME.com também teve problemas com o aplicativo. Depois de instalá-lo, não foi possível usar nenhum dos recursos da rede social. O Facebook publicou uma mensagem na App Store recomendando, às pessoas que tiveram problemas, que apaguem o aplicativo e voltem a instalá-lo. “Confirmamos que isso resolve o problema”, diz o texto.

O aplicativo gratuito é, na verdade, a quarta versão do programa do Facebook para o sistema iOS, da Apple. Mas essa é a primeira versão que conta com um modo específico para o iPad. Antes, havia apenas o modo iPhone, que não aproveitava bem a tela maior do tablet da Apple.

Considerando que o iPad foi anunciado no início de 2010, o Facebook demorou bastante para liberar o aplicativo. O app dá acesso ao Feed de Notícias, às mensagens da rede social e aos aplicativos, incluindo os jogos. Permite, ainda, assistir aos vídeos e visualizar as fotos, além de publicá-las.

Campanha contra violência infantil cresce em redes sociais


Milhares de usuários de redes sociais trocaram a foto do perfil por personagens de desenho animado. Essa troca de avatar culmina no Dia das Crianças, 12 de outubro. Essa mobilização mais diverte aos participantes do que atua diretamente na campanha. Os adeptos de twitter, orkut e facebook mostram de uma maneira bem humorada e nostálgica que estão atentos ao problema. De certa forma é uma resposta da sociedade.

A mobilização suscitou polêmicas. Os defensores afirmam que o simples ato de trocar a imagem por um personagem que remete à infância destaca a campanha. Os que são contra, por sua vez, argumentam que além da ideia não repercutir com eficácia a campanha contra a violência infantil, também não discute as raízes do problema.

Os que trabalham em entidades que protegem o direito dessas crianças destacam a necessidade de denunciar os casos de maus tratos às crianças. Denuncie! Disque 100! Esse é o primeiro passo para atuar no combate a violência infantil no Brasil. A participação da sociedade é fundamental e indispensável. Assegurar o bem-estar de crianças e adolescentes é dever de cada cidadão, além, evidentemente, do Estado. Fato exposto, surge a semente da indagação: como ajudar mais? Cada pessoa tem uma linha de pensamento e ação.

Segundo Jorge Nahas, presidente da empresa de marketing O Melhor da Vida, responsável pela mobilização, o objetivo da campanha é mostrar que tem muita gente que se preocupa com a violência infantil. “Nossa ideia é, por meio das redes sociais, evidenciar que existe muita gente que se importa com as crianças e que querem dar a cara e mostrar que se preocupam com o país”, disse em entrevista ao portal G1.

Alguns adeptos ressaltam que a ação perdeu de vista o foco inicial. “Eu aderi. Só que não acho que seja o melhor formato para um protesto a violência infantil. É uma coisa legal, a proposta é boa, só que tomou uma proporção mais saudosista do que protesto, eu acho que o foco inicial se perdeu”, admite a jornalista Nara Gadelha que trocou seu avatar pelo desenho Snorks.

Outra adepta da campanha, Ticiane Prado, admite que a campanha pouco contribui para o combate a violência infantil. Ela acredita que é uma forma de todos recordarem da infância. “É bacana que as pessoas lembrem que um dia foram crianças. E essa nostalgia é boa também lembrar da fragilidade delas, do quanto são sonhadoras. Portanto, é preciso dar a atenção necessária, pois, afinal, elas serão o nosso futuro. A intenção (da mobilização) vai com certeza gerar alguma boa semente”, argumenta.

Mudar a foto do perfil não altera a condição de milhares de crianças que sofrem de abuso. A proposta é leve e bem intencionada. Vale destacar que, embora divertida, a mobilização não pode perder o foco que é denunciar.

O e-mail da Polícia Federal é crime.internet@dpf.gov.br e o site para denunciar páginas na internet é: http://denuncia.pf.gov.br. Uma das principais ferramentas é o disque denúncia nacional. Disque 100! Denuncie qualquer tipo de abuso por menor que possa parecer.

Quem tem medo das Redes Sociais?

Se tornou usual as empresas criarem suas páginas nas redes sociais para divulgar seus produtos e serviços. Algumas delas usam estas mesmas redes para abrir um canal de diálogo com seus clientes, o que é muito bom. No entanto, diversas outras companhias evitam entrar nesta onda porque não sabem como fazer isso ou porque não possuem equipes capacitadas para gerenciar toda a demanda que poderá surgir desta iniciativa. Até aí nada demais.

O problema é que temos percebido que muitas empresas não desejam participar de uma rede social justamente porque não se pode ter controle sobre elas. Ou seja, o cliente vai lá e publica uma reclamação – justa ou não – e todo mundo fica sabendo. O argumento destas empresas trilha o lado sombrio das relações com os consumidores: a ausência de transparência com o mercado.

Sim, porque, se a empresa pensa e trata seus clientes como algo a ser evitado após a venda feita, ela, na verdade está deixando de ter interatividade com seus consumidores e está perdendo uma grande oportunidade de fortalecer sua marca. Você pode achar que este nosso argumento é puramente uma estratégia de marketing. Pode ser, mas quem tem medo de colocar a cara à tapa não deveria montar uma empresa. O que falta nas empresas atuais é justamente esse acompanhamento dos clientes. Uma venda não pode ser vista como o final da história, quando o negócio é fechado deve-se ter ideia que é apenas o começo.

O objetivo é achar este espaço onde a empresa possa se relacionar com o cliente e esquecer essa atual estratégia de fugir deste ambiente de pós-venda. A procura da empresa atrás do cliente não deve ser receosa. O contato com o cliente não pode ser apenas uma simples newsletter de produtos promocionais. Os problemas, as dúvidas e os elogios fazem parte de qualquer venda em qualquer empresa, e, um lugar para você acompanhar o cliente auxilia na solução de problemas e propagação dos elogios.

Conheço muitas empresas que trabalham para ter seu cliente mais próximo e por isso estão atentas às novidades. Possuem páginas no Twitter, Facebook, Orkut, Youtube e outros canais de mídia que permitem dialogar de alguma forma com o mercado. Sistemas de CRM modernos já estão integrados com as redes sociais e delas recebem não apenas leads, mas também sugestões. Acompanhar as redes sociais é a maneira de saber a satisfação do seu cliente geral ou público alvo, mas ainda sem aquele consumidor específico que foi à loja, comprou o produto e quer se sentir seguro da transação e/ou da mercadoria. O lugar onde você pode agir como uma rede social e ter interligado a isso o seu processo de vendas é a solução para um novo tipo de relação entre cliente e empresa. Usar uma das redes sociais como as citadas acima para esse tipo de relacionamento pode ser uma bela estratégia, mas ainda não será a específica para o negócio e demandará mais esforço do que resultado.

Os analistas reconhecem: “estamos em uma nova era das relações de consumo”. Tanto que uma nova categoria de consumidor se aglutina em redes sociais com foco na compra de produtos justamente porque desejam trocar ideias com outras pessoas – conhecidas ou não – sobre um determinado produto que está na sua lista de desejos. Obter a opinião das pessoas é importante. Dialogar com elas sobre suas expectativas e experiências é a nova fase do consumo. Coisa que nenhuma loja virtual ainda consegue, pode ou mesmo deseja oferecer. Colocar a cara à tapa não é para qualquer um, é para os verdadeiros empreendedores, que não têm medo dos desafios, das quedas e de levantar novamente para seguir vivos nos mercados.