segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Redes sociais viram febre na busca por emprego. Saiba como achar sua vaga


Redes sociais têm se tornado uma ferramenta recorrente na busca por uma vaga no mercado de trabalho. Pesquisa do segmento, realizada pela Catho Online - especializada em recolocação profissional - aponta que 24% dos entrevistados conseguiram participar, em 2011, de algum processo seletivo por meio de sites de relacionamento.

Com Renato Dell foi assim. O estudante de publicidade e propaganda procurava um novo estágio e acompanhava pelo Facebook o perfil Social Trampos, quando surgiu o anúncio de uma vaga na sua área. Ele logo encaminhou seu currículo por e-mail, fez uma entrevista e foi contratado.

- Eu mandei uns 40, 50 currículos. Fui chamado só pra quatro ou cinco entrevistas. Se tivesse desistido na terceira, não estaria empregado agora.

A página divulga vagas específicas para a área de social media, contudo a rede está repleta de perfis que divulgam vagas de empregos diversas - no quadro abaixo, confira a lista dos principais canais para conseguir uma vaga na rede.

Ainda que a maior parte das oportunidades seja na área de comunicação, o mercado tem crescido muito e engloba outros segmentos. Nos maiores sites de divulgação, há subdivisões com vagas de meios e cargos (como estagiários e executivos).

De acordo com Priscila Ponte, consultora de recursos humanos do site de classificados Catho Online, a dica mais importante para quem busca emprego pela internet é se “fazer presente” e divulgar o currículo nos mais variados meios online.

- Sites pagos ou gratuitos, redes e grupos sociais, blogs e sites das próprias empresas, além de utilizar os e-mails indicados por seu networking [rede de pessoas com a qual se relaciona].

Outro ponto importante é que o profissional tem que ser proativo. Não adianta se inscrever em sites de classificados de empregos e ficar à espera do convite para o processo seletivo. Manter o currículo atualizado, dinamizar suas buscas e acompanhar as tendências do mercado são atitudes fundamentais.

Redes especializadas

Além do Twitter e Facebook, mais usadas atualmente, há outras redes sociais voltadas diretamente ao mercado de trabalho, como o LinkedIn. Elas têm como vantagem a possibilidade de interação direta com as pessoas e empresas que têm as vagas abertas. O profissional que faz uso deste tipo de plataforma ainda pode fazer contatos, sem a ajuda de outras empresas. Também é possível fazer uso da ferramenta em que as pessoas elogiam e recomendam seu trabalho, como antigos chefes.

Segundo a pesquisa realizada pela Catho Online em abril deste ano, quanto maior o nível hierárquico, maior a utilização desse tipo de site.

O peso de sites e blogs

É importante lembrar que, no Brasil, as redes sociais ainda são os meios menos utilizados pela maior parte das empresas para recrutamento de profissionais. Desta forma, elas não devem ser a única fonte de busca de empregos, pois ainda não ganharam força suficiente para superar o networking e os sites e blogs criados somente com esta finalidade.

Por mais que tenha mudado nos últimos anos, as indicações e sites de classificados aparecem como os meios mais efetivos de contratação, de acordo com o levantamento. Por isso, manter o bom relacionamento com pessoas que podem fazer uma indicação para uma vaga de emprego, ainda é uma ótima forma de conquistar um espaço no mercado.

Cerca de 68% das pessoas usam a internet para procurar trabalho. Assim, é sempre válido que o profissional utilize todos os recursos disponíveis na rede para aumentar as chances de contato com uma empresa.
* colaboraram Isabella Fagnani e Marina Ribeiro, estagiárias do R7

Sua identidade nas redes sociais vale mais que o número do seu cartão de crédito



A Websense, empresa de soluções de segurança na web, divulga todos os anos um relatório no qual a companhia faz previsões para o ano seguinte. E os palpites para 2012 são bem curiosos.

Segundo o relatório, suaidentidade nas redes sociais pode ser mais valiosa para os hackers que o número de seu cartão. Isso porque elas são baseadas em confiança. Com seu login e senha, o hacker pode manipular seus amigos. De acordo com a previsão, esses criminosos virtuais começarão a vender esses dados em fóruns online.

Assim, seus amigos nas redes sociais, em dispositivos móveis e na nuvem serão alvos para desenvolvimento de ataques mais avançados. A Websense já chegou a registrar um ataque persistente que usou o bate-papo de um perfil roubado para achar sua vítima certa. Assim, as redes sociais, dispositivos móveis e nuvem devem ser os principais vetores de ataques em 2012.

Outra previsão da empresa diz respeito às sessões https, ou seja, usadas para garantir sua privacidade e segurança de suas informações.  Segundo o relatório, o crescimento de dispositivos móveis e a adoção do https por sites como Google, Facebook e Twtter estão contribuindo para o crescimento de túneis seguros (SSL/TLS). Assim, com mais tráfego nesses túneis, muitos dos sistemas de segurança farão a busca por ameaças de forma mais difícil, já queo tráfego será invisível para os administradores. Outra previsão interessante diz que notícias importantes, como as Olimpíadas de Londres, eleições para presidente dos EUA, fim do mundo pelo calendário Maia e previsões do apocalipse serão mais usadas pelos hackers. Na verdade, isso já é feito. Mas, segundo a empresa, em 2012 eles começarão a usar sites de notícias verdadeiros, feeds de Twitter, e-mails do Facebook, comentários no Youtube e até atualizações no LinkedIn, considerados meios mais confiáveis para infectar novas vítimas.

Além disso tudo, parece que os antivírus falsos continuarão a reinar. O chamado scareware te avisa que você está infectado e te oferece os programas para eliminação da ameaça. Mas, tanto o alarme quanto o software são falsos. A partir de 2012, os hackers focarão suas ameaças em programas de limpeza de registros, de aumento da velocidade de conexão e até de backup.

A empresa ainda aponta mais um assunto importante. Em 2012, o conter se tornará o prever. Como assim? Ao invés de barrar e impedir ataques, as empresas devem implementar sistemas para inspecionar saídas, ou seja, suspender comunicações e diminuir a perda de dados após a infecção inicial.

Dan Hubbard, diretor de tecnologia da Websense, diz que "em 2011, comprovamos que vale tudo no universo de segurança. Em 2012, com a explosão de tecnologias móveis, sociais e de nuvem, os cibercriminosos devem reagir rapidamente para aproveitar o cenário". Assim, Dan explica que, em 2012, o foco dos ataques também será em convencer pessoas desatentas a clicar em links maliciosos.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Como o Facebook rastreia os passos dos usuários? Entenda


A maior rede social do mundo liga mais de meio bilhão de pessoas. Isso permite comunicações e compartilhamentos em vários níveis, que vão desde pequenos arquivos até grandes obras, vídeos e outros materiais de interesse comum. Você já deve saber que essa rede é o Facebook, mas você acha que ele é tão seguro quanto imaginamos?

Nas últimas semanas, várias denúncias surgiram, todas afirmando que os dados pessoais armazenados nos servidores do Facebook vão muito além do que pode ser considerado respeitoso à privacidade dos usuários. Há informações, inclusive, que afirmam que mesmo depois de deletar a conta, os ex-cadastrados continuam tendo os movimentos registrados. Mas como o Facebook faz esse rastreio?

Assim como grande parte dos sites da internet, o Facebook instala cookies no seu computador. Eles são responsáveis pelo armazenamento de uma série de informações de navegação e, o principal, são utilizados para enviar estes mesmos dados até servidores remotos.

E é com base nesses cookies que as denúncias de que o Facebook estaria rastreando seus usuários surgiram. Segundo o USA Today, a rede social estaria quebrando as regras de privacidade em três níveis:

Conectado: assim que você se loga nos servidores, um cookie de sessão e um cookie de navegação são instalados no navegador. Eles são responsáveis pela medição de tempo de permanência na página, além de localizar IP, resolução e várias outras informações técnicas. Além disso, todas as vezes que você clicar em "Curtir", preferências de usuário serão salvas.

Desconectado: quando você está navegando em outras páginas ou se está visitando o Facebook, sem estar logado na rede social, apenas o cookie de navegação é instalado. Porém, todos os itens citados anteriormente continuam sendo informados ao servidor, incluindo seu IP e seu tempo de permanência.

Após encerrar as atividades do Facebook: denúncias de um grupo alemão apontam para o fato de que, até mesmo após deletar a conta na rede social, os usuários continuam sendo rastreados. Isso significa que dados de navegação continuam sendo recebidos pelos servidores de Zuckerberg.

De onde vêm as denúncias?
A fonte principal das acusações é a ACLU (União pela Liberdade Civil Americana, uma organização independente dos EUA), que afirma categoricamente: "A rede social está seguindo você". Foi ela que entrou em contato com o órgão governamental FTC (Comissão Federal do Comércio, também dos EUA), com as denúncias de que o Facebook estava roubando informações.

O que a ACLU pede é que uma ferramenta chamada Do not track (Não rastreie) seja instalada no Facebook. Com ela, os usuários poderiam decidir se desejam ter suas informações de navegação rastreadas e enviadas para a rede social e seus parceiros. O próximo passo, caso a FTC endosse as denúncias, será levar os pedidos até o congresso norte-americano.

O que isso significa? O Facebook está passando pelas mesmas denúncias que a Google passou algum tempo atrás. Provavelmente, o rastreamento de dados de navegação deve ser utilizado para personalização de oferta de conteúdo, segmentando com mais eficiência os anúncios exibidos.

Encarar esses fatos como invasão de privacidade depende de cada leitor. Mas é fato que, nem todos os usuários gostam de saber que estão tendo todos os passos vigiados. Ainda mais quando não se sabe quais são as reais intenções por trás da atitude.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Microsoft se prepara para entrar nas redes sociais com Socl


A Microsoft quer mesmo entrar no jogo de redes sociais, já que ela percebeu que o Google e Facebook conseguiram angariar alguns milhões de usuários no campo e estão tirando uns bons trocados com anúncios. Se as capturas de tela que apareceram ontem forem verdadeiras, a empresa já tem uma rede social em teste, que deve se chamar Microsoft Socl.
As screenshots foram conseguidas pelo site The Verge, e mostram um design bem conhecido se você já tiver visitado o Google+ ou o Facebook. Na coluna lateral à esquerda há uma lista de buscas salvas (ou interesses tagueados) e, na coluna à direita, há um botão que inicia uma “Vídeo party”, que serve para reunir amigos, asistir a vídeos em sites como o YouTube e conversar sobre eles. As funcionalidades são bastante similares ao Sparks e ao Hangouts do Google+.
O feed central recebe atualizações dos amigos, que na rede social estão em uma coluna de “Following” e é possível colocar tags neles e dar Like nos posts publicados. A busca social do Socl também permite que seus amigos compartilhem suas experiências quando você fizer uma pesquisa específica, como por exemplo, por bons restaurantes na região em que você está visitando.
Ainda segundo o The Verge, o site é construído basicamente em HTML5 e por todo o lado há alguma funcionalidade ligada à busca que usa, naturalmente, o Bing. Seja no tagging de interesses ou na busca social, a Microsoft incluiu seu buscador lá para todas as necessidades de potenciais usuários. 
Ainda não há informações de quando a empresa planeja lançar o Socl.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Redes sociais auxiliam na comunicação entre lojistas e consumidores

Um atendimento ruim pode ser disseminado para milhares de pessoas pela internet

Com a popularização das redes sociais, ficou mais fácil propagar reclamações referentes a mau atendimento ou a um produto com defeito, por exemplo. Mesmo que mais escassos, os elogios também aparecem quando o consumidor é bem recepcionado pelo lojista. Preocupação do mundo moderno, o assunto foi abordado pelo consultor Daniel Godri Júnior, durante a 42ª Convenção Estadual Lojista, que ocorre em Gramado.

Com o título "Venda Mais e Melhor", a palestra detectou as principais distinções entre os vendedores antigos e atuais. Um dos principais erros é a empresa que tenta ditar o que quer vender e não sabe se adaptar as tendências do mercado. Segundo Daniel, a venda é um processo de longo prazo, baseado em confiança. Uma das principais mudanças se deu na inversão dos papeis entre vendedor e cliente.

- A empresa que se volta para a necessidade do cliente, para depois realizar as vendas, sempre terá sucesso. Eu tenho certeza que quem diz o que quer é o cliente. O vendedor gera valor a partir das necessidades do consumidor, não o contrário. Não é o vendedor quem diz o que ele precisa - aponta o palestrante.

Foram abordadas diversas técnicas de venda, como detectar o interesse das pessoas na compra, transformar o potencial cliente em um comprador, e principalmente, conscientizar que vender não é um fato, mas uma carreira. No momento em que o profissional se preocupa em relacionar-se de modo diferenciado com o cliente, há uma chance boa de ele ser fiel. As redes sociais e a internet, de modo geral, tornaram mais fáceis as denúncias de abusos e ainda mais simples encontrar a concorrência.

A 42ª Convenção Estadual Lojista é a principal e mais importante atração em busca da qualificação do varejo gaúcho. A atividade é realizada em Gramado, até dia 12 de novembro. A atividade é realizada na Expogramado, localizada na Avenida Borges de Medeiros, 4111. Informações adicionais pelo telefone (51) 3213-1777, pelo e-mail even...@fcdl-rs.com.br ou também pelo site www.convencaolojista.com.br.

FCDL-RS

A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS) representa as Câmaras de Dirigentes Lojistas do RS. Fundada em julho de 1972, é uma entidade sem fins lucrativos, que tem como principal objetivo amparar e defender os interesses dos seus associados.

Atuando ativamente na representatividade política do setor varejista gaúcho, a instituição busca a qualificação e o desenvolvimento deste segmento, através de uma agenda estratégica focada em torná-lo referência mundial até o ano de 2017.

Referência nacional em informações cadastrais, a FCDL-RS se orgulha em fazer parte do Serviço de Proteção ao Crédito, importante ferramenta que auxilia diariamente o lojista associado na tomada de decisão na concessão de crédito. Maior banco de dados da América Latina, o SPC-RS recebe por mês mais de 1,5 milhões de consultas.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Facebook, Twitter, Netflix e "muitos outros" aplicativos chegam ao Kindle Fire na semana que vem

Quando os primeiros compradores do Kindle Fire nos Estados Unidos ligarem os seus dispositivos pela primeira vez, na semana que vem, ele serão capazes de escolher entre muitos dos aplicativos e serviços mais populares do sistema Android. Netflix , Rhapsody, Pandora, Twitter e Facebook são apenas alguns dos aplicativos disponíveis.

Kindle Fire (Foto: Reprodução)Kindle Fire (Foto: Reprodução)
Amazon fechou acordos com algumas das principais desenvolvedoras de aplicativos já presentes na Android Market. Além dos serviços que já citamos, empresas como com iXology Comics, The Weather Channel, e grandes desenvolvedores de jogos, como Zynga, EA, Gameloft, PopCare e Rovio, fecharam acordos para que, no ato do lançamento do tablet, os seus aplicativos estejam disponíveis para download.
Outra vantagem para os usuários do Kindle é que eles vão poder desfrutar da tecnologia de pagamento seguro da Amazon, o 1-Click, que oferece uma maior praticidade na aquisição de aplicativos. Além disso os usuários poderão obter um aplicativo pago de forma gratuita todos os dias. Esses aplicativos serão selecionados e oferecidos na Amazon Appstore, para que o usuário possa testar todo o potencial do tablet por meio de uma variedade de aplicativos, nas diferentes categorias disponíveis na loja.
Segundo Dave Limp, vice-presidente da divisão do Kindle, “desde o dia do anúncio do Kindle Fire, começamos a conversar com os desenvolvedores de aplicativos e a resposta foi esmagadora. Além de mais de 18 milhões de filmes, programas de TV, músicas, livros e revistas da Amazon, estamos animados com a possibilidade de oferecer aos clientes milhares de aplicativos e jogos no nosso tablet, com marcas do porte do Pandora, Rhapsody, Facebook, Twitter e Netflix, além dos jogos populares da EA, Zynga e muitos outros desenvolvedores de games. E isso é só o começo: vamos adicionar mais aplicativos e jogos todos os dias, em todas as categorias”.
Já Bill Holmes, vice-presidente de desenvolvimento de negócios da Neflix, declara: “estamos empolgados com essa parceria para a Amazon, oferecendo nossos serviços para aquela que acreditamos que será uma enorme comunidade de proprietários do Kindle Fire, com todas as possibilidades que o Netflix pode oferecer”. Bernard Kim, vice-presidente sênior e chefe de marketing e vendas globai da Electrionic Arts, complementa: “A EA está orgulhosa em fazer parte do projeto do Kindle Fire. Estamos oferecendo alguns dos títulos mais populares do mundo, com uma jogabilidade incrível, e gráficos de tirar o fôlego”.
Veja outros aplicativos que estarão disponíveis para o tablet da Amazon no ato do seu lançamento: Bloomberg, Cut the Rope, Allrecipes, Doodle Jump, Ninja Fruit, LinkedIn, Airport Mania, The Cat in The Hat, Quickoffice Pro, IMDB Movies & TV, entre outros.
O Kindle Fire começa a ser vendido nos Estados Unidos no dia 15 de novembro, com preço sugerido de US$ 199
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