segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Aumenta uso das redes sociais para fins profissionais



Já é realidade. Cada vez mais profissionais usam rede sociais para fins corporativos. Estudo recente realizado pela consultoria IDC a pedido da Unisys comprova e aponta que a utilização destes sites no trabalho foi duas vezes maior em 2011 em comparação com o ano anterior. E esse cenário deve se consolidar ainda mais nos próximos meses.
“Todos os segmentos de mercado estão caminhando para essa direção, porque é um movimento que vem de baixo para cima”, opina Paulo Roberto Carvalho, diretor de negócios de outsourcing da Unisys na América Latina.

De acordo com o levantamento, no Brasil, 34% dos empregados consultados afirmaram utilizar o Facebook para trabalho, ante 16% dos consultados em 2010. O LinkedIn é opção de 36%, sendo que no ano anterior foi apontado por 28% dos entrevistados.

“Em 2010 o uso já era significativo, mas não era necessariamente patrocinado pela companhia. Em 2011, os usuários começaram a usar mais ainda as mídias sociais para executar tarefas profissionais e chamou a atenção das corporações, que passam a ver os sites de relacionamento com outros olhos”, afirma Carvalho.

Por outro lado, prossegue, fato curioso é que as empresas ainda utilizam as mídias sociais para iniciativas de marketing e propaganda dos produtos e serviços e ainda não aprenderam a extrair todos os benefícios das tecnologias. “As redes sociais vão além e podem ser parte estratégica, uma forma de se aproximar e escutar os clientes, ampliar a produtividade e competitividade e ainda assumir a função de ferramenta de colaboração entre os empregados”, avalia.

O executivo aponta que nos Estados Unidos e na Europa as redes sociais já são parte da estratégia dos negócios e os resultados podem ser observados no aumento das oportunidades, fidelização do cliente, feedback imediato dos consumidores e aproximação com o público-alvo. Segundo ele, o consumidor não se contenta mais com uma página da empresa na web, estática. “É por isso que essa comunicação interativa passa a ser vital”, assinala.
Receio das empresas 
Há ainda uma parte significativa de corporações que proíbe o uso, por não saber lidar com esse novo mundo e as ameaças relacionadas, como divulgação de informação confidencial ou riscos à segurança corporativa, comenta. “As redes invadiram as empresas pela porta dos fundos e por isso foram consideradas vilãs e acabam sendo desconsideradas como parte das atividades”, diz. 

Para Carvalho, a melhor maneira de lidar com esse quadro não é negar ou proibir, mas, sim, tratar e suportar o ambiente de forma adequada. Criar políticas e termos de compromissos para evitar o vazamento de informações também fazem parte da lista. Essa é uma ação, pontua, que envolve toda a companhia, pois requer preparação da área de TI, RH, Jurídica e outras.

O diretor de negócios de outsourcing da Unisys na América Latina acredita que o caminho é sem volta. A própria Unisys aderiu à tendência e passou a disponibilizar, há cerca de dois meses, uma rede social interna para aumentar a produtividade dos funcionários. 

Segundo Carvalho, no My Site, rede social da Unisys, que já conta com 18 mil adeptos [de um universo de 23 mil funcionários], é possível tirar, por exemplo, dúvidas com colegas de todo o mundo e ampliar o conhecimento sobre um determinado tema. O executivo explica que com o recurso "Ask me About", os colaboradores podem responder perguntas de outros colegas sobre suas áreas. “Estamos criando uma cultura de colaboração e relacionamento”, assinala.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Facebook vai premiar campanhas de publicidade


De acordo com a informação disponibilizada no site do evento, os prémios visam premiar «uma nova forma de criatividade» ligado a um género de marketing que, tendo em conta o «novo mundo conectado», requer campanhas baseadas em «ideias sociais, conexões reais e conversas autênticas» com os utilizadores.

Entre os critérios contabilizados, a rede social vai ter em atenção o grau social de cada campanha em concurso, o quanto a publicidade reconhece os próprios produtos e funcionalidades do Facebook e a facilidade que as pessoas têm na interacção e partilha da própria publicidade, no seio daquela plataforma.

Os prémios têm já «centenas de candidaturas de 40 países» e o Facebook já anunciou o prolongamento do prazo de entrega de candidaturas, até ao dia 15 de Janeiro, para permitir «todas as participações possíveis».

Chávez usará redes sociais em retorno do "Alô presidente"

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, se apoiará nas redes sociais no retorno, no próximo domingo, de seu programa Alô presidente, disse nesta sexta-feira o ministro de Comunicação e Informação, Andrés Izarra. "O presidente instruiu que façamos um programa mais participativo ainda", declarou Izarra ao canal estatal ao confirmar o retorno deste espaço que ficou fora do ar por causa de seis meses, após o câncer que foi descoberto em Chávez em junho do ano passado.

Assinalou que as redes sociais vão a ser um fator importante para interagir com o líder, que procura em 2012 sua terceira reeleição no pleito do dia 7 de outubro. "Esta é a primeira campanha eleitoral que tem como plataforma comunicacional as redes sociais", sustentou Izarra, ao se referir à política comunicacional do governo para este ano.

No Twitter, onde Chávez ostenta 2.428.298 seguidores através de @chavezcandanga, se poderá participar desta conta e de uma nova que será criada para o programa. Após 12 anos no ar, o Alô presidente foi transmitido apenas sete vezes em 2011 e desapareceu da grade depois que se soube do câncer diagnosticado em Chávez e do qual o próprio governante assegura ter se recuperado.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

O twitter voltou a matar Fidel Castro



O twitter voltou a matar Fidel Castro segunda-feira à noite. Nos últimos anos, desde que existe esta rede social, o ex-líder cubano «morreu» várias vezes. Nenhum dos óbitos se confirmou.

No entanto, ao final da noite de segunda-feira e durante as primeiras horas da madrugada de terça-feira, a possibilidade da morte de Fidel foi o tema quente. Em pouco minutos, segundo jornal espanhol «20minutos.es», a hastag #fidelcastro tornou-se a mais utilizada em todo o mundo.

A maioria das mensagens citava a agência «Cuba Press» como fonte não oficial, mas o «20minutos.es» contactou este meio de comunicação social, sediado em Miami, nos Estados Unidos, que, desde logo, negou ter avançado com o óbito do ex-líder cubano. Mas o rumor estava lançado.

A própria «Cuba Press» contactou diversas fontes na ilha e nenhuma sabia de nada.

Ninguém sabe ao certo porque nasceu o novo rumor, mas o site Naked Security avança com a possibilidade da notícia ter nascido com o intuito de propagar vírus na Internet.

O «20minutos.es» lembra que burburinho coincide com o aniversário da excomunhão de Fidel Castro por parte da igreja católica e a poucos meses da visita de Bento XVI a Cuba marcada para Março de 2012.

"Coroas" driblam garotada e dominam as redes sociais

Reveja a tese de que para interagir no ambiente online é preciso ser jovem. Aqueles que beiram a chamada melhor idade ou que já desfrutam dela começam a invadir os Facebooks e Twitters e já representam a categoria com crescimento mais rápido no uso de redes sociais. 

Pesquisa da comScore divulgada nesta quarta-feira avaliou a performance dos internautas durante outubro e relatou alta de 80% na taxa de acesso de pessoas com 55 anos ou mais. Em julho de 2010, o número era apenas 10%.

O estudo cita, no entanto, que os usuários entre 15 e 24 nos seguem como os mais engajados no uso da plataforma. Foi constatada média de 8 horas por visitante durante o mês.

"A adoção global generalizada de redes sociais tem influenciado muito a interação humana em nível individual e social e ressalta a convergência dos mundos online e offline", resume Linda Boland Abraham, CMO e EVP da consultoria americana.

Redes sociais na mira da revenda informática


A OKI, empresa de impressão profissional, realizou o estudo “Importância das Redes Sociais”, uma pesquisa levada a cabo junto do canal fidelizado da empresa (revendedores informáticos multimarca), que pretende avaliar a importância que as Redes Sociais assumem neste setor. O estudo foi realizado no mês de setembro de 2011, utilizando uma amostra de 44 inquiridos, o que equivale a 40% do total do canal fidelizado da OKI.
 
82% dos revendedores informáticos multimarca, participantes no inquérito, assinalam como vantajosa a presença dos fabricantes que representam em redes sociais, permitindo aproximar a empresa do seu target e gerar reconhecimento de marca, dois marcos fundamentais no momento da venda.

O pouco controlo existente é, contudo, um fator bastante evidente e que maioriariamente causa bastantes duvidas sobre a presença. Apesar do sector de revenda informática nacional demonstrar, no seu todo, sensibilidade para este tema, o investimento que exige e que a ele pode estar associado não é entendido como justificado face ao retorno esperado e, por isso, não se enquadra nas prioridades de negócio.
 
“As redes sociais estão a desempenhar um papel cada vez mais preponderante no quotidiano dos portugueses. Redes sociais como o Facebook, Twitter e LinkedIn, assim como muitos blogues, estão a mudar a nossa realidade aos mais variados niveis, a nível profissional e a nível pessoal. A própria massificação que se sente nos equipamentos móveis que permitem o acesso a estas redes, como os telemóveis e os tablets, têm sido um elemento facilitador desta realidade. Por isso, é um meio apetecível enquanto veículo de marketing. Neste estudo, é possível ver que os nossos parceiros, revendedores informaticos, têm consciência das mais-valias quer as redes sociais oferecem, se bem que ainda não estão prontos para investirem financeiramente numa estratégia de fundo nesta área”, afirmou Sofia Velasco, Chefe de Marketing da OKI Systems Iberica.
 
Num total de 78% dos inquiridos, a presença em redes sociais é ou será, a curto prazo, uma realidade. Contudo, dos que estão presentes, 57% dos monitoriza e gere a presença nas redes sociais pelos seus atuais recursos humanos internos e os restantes 43% fazem uma monitorização esporádica.

Daí que estas questões corroboram a inexistência de respostas que demonstrem intenção em assumir algum investimento nesta área, seja de recursos humanos, seja a nível financeiro.
 
Resumidamente, concluiu-se que no setor da revenda informática nacional, muitas são já as empresas que têm consciência da importância e das potencialidades de manterem uma presença em redes sociais mas, dada a especificidade do seu negócio, e o panorama de mercado em que se vive, um investimento nesta área ainda não se justifica e por isso não se enquadra nas prioridades de negócio.