quinta-feira, 19 de maio de 2011

Facebook lança serviço de e-commerce no Brasil, e começa em Recife



O Facebook, maior rede social do mundo em número de usuários, lançou no Brasil sua loja virtual, a LikeStore. O serviço permite a qualquer usuário ou empresa vender produtos diretamente pelo Facebook. A primeira loja dentro da LikeStore é a Show de Ingressos, que venderá entradas para a apresentação do cantor Jack Johnson em Recife.
A estréia da LikeStore no Brasil tem dois motivos principais, segundo a empresa. O e-commerce nacional registrou movimento de R$ 14,8 bilhões no País no ano passado, segundo o eBit. Além disso, quase 20 milhões de brasileiros utilizam o Facebook, número que cresce a cada dia. O Facebook espera realizar 150 mil transações no primeiro ano da LikeStore no Brasil, com um ticket médio de R$ 120 e movimento de R$ 18 milhões.
De início, o desenvolvimento de lojas para a LikeStore será restrito a grandes parceiros comerciais. “Já estamos em negociação com outras empresas interessadas em ter o seu F-Commerce, que é como chamamos este tipo de loja, nas próximas semanas”, diz Gabriel Borges, diretor da LikeStore e idealizador do serviço. “Agora é o momento para criar parcerias com marcas estratégicas para acostumar o brasileiro à ideia de comprar dentro de uma rede social”.
O serviço estará aberto para usuários comuns da rede social em breve, e eles poderão transformar suas fan pages em uma vitrine de produtos, colocando imagens e descrições. Ao fazer a adição de um produto o serviço envia uma mensagem ao seu mural, notificando a lista de amigos. Qualquer um (amigo ou não) poderá acessar a parte do perfil que foi transformada em e-commerce, escolher o que interessa e fornecer informações de compra.
Os usuários podem compartilhar também as compras que forem feitas. “Isso vai gerando um buzz, que é a grande característica das redes sociais”, comenta Borges.
No mundo, algumas plataformas já têm viabilizado o F-Commerce, mas no Brasil não havia nada nesse sentido. As poucas compras feitas entre usuários ainda funcionavam como na época do jornal, com um vendo um anúncio no mural do outro e negociando diretamente. “Isso é passado! Estamos inovando no e-commerce brasileiro”, afirma Gabriel Borges.
Tecnologia
Para possibilitar o serviço dentro de uma rede social, a Dextra Sistemas cuidou do desenvolvimento tecnológico da ferramenta. Para o gerente de negócios da Dextra, Marcos Alves, é importante para a empresa estar junto em um marco tão importante dentro da internet no Brasil. “O lançamento da LikeStore permite que empresas de todos os tamanhos possam adicionar, de forma ágil e efetiva, o social commerce em suas estratégias, alcançando seus consumidores onde quer que eles estejam. Pequeno, médio ou grande, é a hora de rentabilizar as redes sociais”, afirma.
Pagamento
A LikeStore oferece uma solução de pagamento disponibilizado pela MoIP Pagamentos. A solução traz funcionalidades tanto para o vendedor, quanto para o comprador. Para o vendedor, oferece uma análise na hora da compra, fazendo a gestão de risco do negócio e verificando rapidamente se há alguma fraude.
Para o comprador, a solução dá opção de parcelamento nas principais bandeiras de cartão de crédito, débito em conta ou pagamento via boleto.


Redes sociais ajudam espanhóis a protestar contra crise


Organizadas em blogs e pelo Twitter, manifestações de rua têm reunido milhares de cidadãos em várias cidades da Espanha.

As redes sociais têm ajudado a mobilizar milhares de pessoas em diversas cidades da Espanha, em um movimento conhecido inicialmente como “os indignados” e que recentemente ganhou o nome de "15M". O movimento tem invadido as ruas – e as redes sociais, sob hashtags como #democraciarealya e #nolesvotes.
Milhares de pessoas têm-se mobilizado por toda a Espanha para reivindicar mudanças, principalmente no nível político, em antecipação às eleições regionais e locais marcadas para domingo (22/5). A praça Puerta Del Sol, em Madri, tornou-se o marco zero para este protesto específico, e as redes sociais (lideradas pelo Twitter) mobilizam centenas de cidadãos em vários tipos de protestos e manifestações.
Como ocorreu em outros países, centenas de espanhóis têm tomado as ruas em protesto contra a situação política, econômica e social existente no país. Sem um líder claro, este grupo difuso e indefinido tem sido formado por milhares de pessoas para protestar contra os políticos e pedir mudanças.
Lei Sinde
O movimento formou-se em torno da oposição à chamada Lei Sinde, que vai regulamentar os downloads de Internet na Espanha. A oposição das pessoas a essa regulamentação gerou a hashtag #nolesvotes, que convocava os cidadãos a não votar em partidos políticos que apoiam esta iniciativa: PSOE (no governo), PP (principal partido da oposição) e CiU (o partido catalão). Enrique Dans, professor do Instituto de Empresa e forte defensor do movimento, explicou a filosofia da iniciativa em seu blog.
Esta iniciativa, aliada à crise econômica espanhola (que já levou o Fundo Monetário Internacional e outros órgãos a advertir sobre uma “geração perdida”), e o impacto de manifestações semelhantes em outros países e nas redes sociais têm dado origem aos protestos nas cidades espanholas.
A plataforma DemocraciaRealYa (http://democraciarealya.es) convocou para uma manifestação em várias cidades em 15 de maio. Em Madri, a reunião levou a confrontos com a polícia, levou o grupo às primeiras páginas dos jornais locais e culminou com a decisão de algumas dezenas de pessoas de acampar na praça Puerta del Sol como forma de protesto.
A DemocraciaRealYa afirma ser um movimento que é “apartidário, forjado no calor da Internet e das redes sociais e que tem como único propósito promover uma discussão aberta entre aqueles que desejam se envolver na preparação e na coordenação de ações conjuntas.”
Na noite de segunda-feira (16/5), a polícia tentou desmontar o acampamento que os “indignados” montaram na praça Puerta del Sol. O YouTube estárepleto de vídeos da ação policial e os usuários das redes sociais têm expressado sua oposição em relação ao que tem ocorrido.
Desde então, centenas de hashtags apareceram nas mensagens do Twitter, incluindo #spanishrevolution, #acampadasol, #yeswecamp e #nonosvamos.
Embora Madri esteja atraindo a maior parte da atenção, os acampamentos de protesto têm sido organizados em outras cidades na Espanha. Muitos deles são retratados em blog.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Como saber se o marketing dá retorno para o seu negócio?




As pequenas empresas
podem usar métricas simples de retorno das ações de marketing





 Como saber se o marketing dá retorno para o seu negócio? 



Respondido
por
 Daniela
Khauaja,
 especialista em marketing


São Paulo - Medir o retorno das ações de marketing é essencial. As métricas
servem basicamente para avaliar e acompanhar os resultados das ações.


Para que a empreitada dê certo, é importante que as métricas
estejam alinhadas com os objetivos e as estratégias da empresa. Muitas empresas
acreditam que para medir as ações de marketing é suficiente comprar um software
que faça esse trabalho. Esse é um grave erro. O software é o último
investimento a ser feito.


Comece implantando um processo para o desenvolvimento de métricas:
defina objetivos quantificáveis, selecione métricas relevantes, defina a fonte
da informação, o responsável pela coleta e a forma de cálculo da métrica
(volume, valor, etc.).


Faça uma planilha comparando o objetivo com o resultado conseguido
e o resultado do período anterior (mês ou ano), ressaltando a variância e a
evolução dos dados.

As métricas que o próprio dono de uma empresa pequena pode calcular são as
seguintes:


- Vendas, custos, lucro, margem de contribuição e geração de
caixa. Esses números podem ser calculados por produto, cliente, área geográfica
e equipe de vendas.


- Período de payback, retorno sobre o investimento e taxa interna
de retorno de projetos como lançamentos de produtos.


- O retorno sobre o investimento de ações promocionais; por
exemplo, qual foi o volume incremental após a ação? Se as vendas cresceram, foi
possível manter o novo patamar após 3 ou 6 meses?


Há ainda várias métricas para avaliar o resultado de investimento
em mídia, mas isso demanda a ajuda de uma agência de propaganda e da compra de
pesquisas. Se pretende fazer o trabalho sozinho, recomendo ter disciplina para
coletar os dados nas datas estabelecidas e investir tempo e energia na análise
dos resultados. O aprendizado resultante do processo pode ser muito lucrativo.


 Fonte:  Portal da Revista Exame

E-store para Facebook estreia rumo a R$ 18 mi



Foi lançada nesta quarta-feira, 18, a LikeStore, serviço online que permite a qualquer usuário ou empresa vender produtos pelo Facebook.

No primeiro ano, a meta é realizar 150 mil transações com a ferramenta, a um ticket médio de R$ 120, movimentando R$ 18 milhões.
Segundo Gabriel Borges, diretor da LikeStore, a ferramenta é a primeira loja dentro da rede social de Mark Zuckerberg.

“Miramos dois mercados: o e-commerce, que movimentou R$ 14,8 bilhões no país em 2010, de acordo com o eBit, e os quase 20 milhões de brasileiros que usam o Facebook”, afirma o diretor.
Num primeiro momento, o serviço vai restringir a oferta a parceiros atuais como o Show de Ingressos, especializado na venda antecipada de entradas para shows de grande porte, parques, cinemas, teatros e eventos.

“Nesta quarta, os internautas cadastrados no Facebook já podem adquirir entradas para o show do Jack Johnson em Recife, além de compartilhar com os amigos a compra feita”, conta Borges. “E já estamos em negociação com outras empresas interessadas em ter, nas próximas semanas, o seu F-Commerce, que é como chamamos este tipo de loja”, completa.
Em breve, o plano é liberar o serviço para que qualquer usuário da rede social crie sua loja.

Segundo Borges, a partir disso os usuários do Facebook poderão transformar suas fan pages em uma vitrine de produtos, colocando imagens e descrições.
“Será tudo fácil, sem grandes preocupações com formatação da página ou códigos. Ao fazer a adição de um produto, automaticamente o serviço já envia uma mensagem ao seu mural, notificando a lista de amigos”, explica o diretor.

Depois, qualquer um – amigo do usuário ou não - poderá acessar a parte do perfil transformada em e-commerce, escolher o que interessa e dar andamento à compra.
A segurança do serviço, conforme Borges, é certificada pela VeriSign.
Além disso, na LikeStore os usuários podem compartilhar com amigos as compras feitas.
“Isso gera buzz, que é a grande característica das redes sociais”, comenta o executivo. “Ao vendedor, resta receber a confirmação de pagamento e despachar o produto”, acrescenta.
A Like Store – que foi desenvolvida pela campinense Dextra Sistemas – é a aposta de Borges para aproveitar um mercado que, segundo ele, já movimenta milhões globalmente.

"Algumas plataformas já viabilizam o F-Commerce, mas no Brasil não havia nada. As poucas compras feitas entre usuários funcionam como na época do jornal: um vendo anúncio no mural do outro", conta o diretor. “Isso é passado! As redes sociais movimentaram US$ 500 bilhões em 2010 no mundo, segundo a Everis, e, só para o Facebook, a expectativa é que movimente US$ 1,2 bilhão em 2011, nos EUA”, finaliza.


terça-feira, 17 de maio de 2011

Pesquisa mostra relação da TV com as redes sociais

A proximidade da internet com a televisão nos lares já começa a estimular nos brasileiros o hábito de comentar online o conteúdo dos programas exibidos na telinha. Fatos televisivos divertidos, polêmicos e inesperados ou ainda programas aguardados com grande expectativa estão motivando este comportamento nos internautas.
Hoje, a internet brasileira já soma 73,9 milhões em todo o país. Desses, 76% dos adultos afirmam que navegam na internet enquanto assistem TV e, entre eles, 54% publicam comentários na internet, 30% trocam torpedos e 67% trocam mensagens instantâneas.
Um estudo realizado pelo IBOPE Nielsen Online confirmou esse potencial que os maiores programas da TV têm para gerar grandes picos de discussão nas redes sociais, hoje acessadas por 87% dos internautas brasileiros. A análise foi obtida a partir do BuzzMetrics, ferramenta de mensuração de conteúdos em mídias sociais, ao investigar três assuntos televisivos muito discutidos na esfera social: futebol, reality shows e novela. Nos três, um mesmo fenômeno se repete: as discussões se aquecem sempre que eventos considerados importantes pelo público acontecem.
Reality shows
De dezembro de 2010 a abril deste ano, foram encontradas quase 5 milhões de mensagens que citavam o nome dos principais reality shows nacionais. Os principais picos quase sempre estão relacionados com eventos predeterminados pelos programas: eliminação, provas por liderança, abertura e encerramento dos programas.
A expectativa criada pelos meios para determinados fatos aumentam tanto a audiência televisiva quanto o volume de mensagens na web. Isso mostra o quanto as pessoas ainda se mobilizam para se informar, conhecer ou acompanhar um fato amplamente divulgado.
Novelas
No mesmo período, as mensagens que continham a palavra novela demonstram que o interesse do público pelo tema fica muito maior nos momentos finais da trama. Os maiores picos apontados pelo gráfico são referentes ao último capítulo de duas novelas - Passione e Tititi. O aumento das discussões online na reta final das teledramaturgias assemelha-se um pouco ao que ocorre com a audiência no decorrer de uma novela. O último capítulo geralmente desperta mais interesse dos telespectadores, mesmo daqueles que nem acompanham.
Futebol
As mensagens com a palavra futebol chegaram a quase 2 milhões, apontando a mesma tendência do comportamento dos internautas que comentam reality shows e novelas. O fato mais importante desse tema foi a despedida do jogador Ronaldo dos gramados, que incrementou em 27% a audiência dos programas esportivos em relação à semana anterior e aumentou exponencialmente as discussões nas redes sociais sobre um tema tão comentado pelos brasileiros.
Em estudo conduzido pelo IBOPE Nielsen Online, a pesquisa Social TV, foi possível perceber ainda que o período das 18 às 24h é o preferido por 85% dos usuários que comentam na internet sobre o programa que estão assistindo na TV.
Diante desses fatos, o IBOPE Nielsen Online constata que o futuro dos meios está na combinação entre eles. “Sem isso, será muito difícil, por exemplo, as empresas atingirem seus públicos-alvo. É preciso planejar cuidadosamente ações motivacionais que garantam engajamento e continuidade, e que o assunto não seja falado apenas durante alguns momentos e, depois, esquecido”, analisa Juliana Sawaia, gerente de inteligência de mercado do IBOPE Nielsen Online.

Casal de israelitas gosta tanto do Facebook que chamou Like à filha



A popular ferramenta que permite “gostar” das partilhas no Facebook inspirou um casal de israelitas, que procuravam um nome “moderno e inovador” para a filha. Lior e Vardit Adler cruzaram as duas características e optaram por uma originalidade: chamaram Like à recém-nascida, tal como se estivessem a aplaudir uma mensagem naquela rede social.