terça-feira, 21 de junho de 2011

Facebook deverá fechar 2011 como líder em publicidade online, aponta estudo


Projeções da eMarketer indicam que receita líquida da rede social com display ads crescerá 80,9% este ano, chegando a US$ 2,19 bilhões.
O Facebook deverá fechar 2011 como líder do mercado de publicidade online do tipo display ad nos Estados Unidos, aponta uma projeção feita pela empresa de pesquisas eMarketer cujos resultados foram divulgados nesta segunda-feira (20/6).
De acordo com a eMarketer, o Facebook verá sua receita líquida com exibição de display ads - tipo de publicidade online que inclui exibições de banners e Flash - crescer 80,9% nos EUA em 2011, atingindo 2,19 bilhões de dólares no período.
Em comparação, a Google deverá faturar 1,15 bilhão de dólares em display ads no ano; a Yahoo, 1,62 bilhão; e a Microsoft, 604 milhões.
Em maio, a empresa de pesquisas IDC já havia alertado sobre o crescimento acelerado do Facebook ao afirmar que a rede social "deverá apresentar um salto significativo em display ad nos próximos anos".
No ranking elaborado pelo IDC para o primeiro trimestre de 2011, a Google superou a líder Yahoo em display ads nos EUA, abocanhando 14,7% do mercado - a Yahoo encolheu para 12,3%.
Se o resultado for confirmado, o Facebook será o número um em exibição de display ads naquele país, ultrapassando o atual líder Yahoo. No entanto, 2011 marcaria também uma pausa no crescimento de três dígitos que tem marcado a ascensão do Facebook no setor desde 2009, aponta a eMarketer. Em 2009, a receita líquida obtida pelo Facebook com display ads cresceu 164,1%; em 2010, a alta foi de 117,8%.
Para 2012, a eMarketer prevê um crescimento ainda mais modesto, de 31,3%. Mas a empresa admite que essa projeção poderá ser revista no relatório que deverá ser divulgado em agosto.
Em comunicado, o analista principal do eMarketer, David Hallerman, afirma que "a suprema popularidade do Facebook - tanto em termos de número de pessoas como no tempo que elas gastam no site - cria uma diversidade de impressões de anúncios online, principalmente por causa do formato único de seus banners".
Segundo o estudo, todas as principais empresas concorrentes deverão experimentar crescimento de receita em 2011: Google (34,4%), Microsoft (18,7%), Yahoo (13,6%) e AOL (10,5%)

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Corretora busca clientes em redes sociais


De olho no crescimento do uso de redes sociais, as corretoras e os bancos aproveitam para oferecer novos serviços nessas plataformas. A estratégia é aumentar a interação, elevando o nível de informação dada e recebida de novos e antigos clientes.

Nas rede sociais, essas instituições conseguem divulgar produtos e serviços e, ao mesmo tempo, aferir a receptividade dos consumidores.

Inovações como o homebroker no Facebook e um simulador da Bolsa --feito em parceria com corretoras no site de relacionamentos-- servem para atrair clientes potenciais e agradar àqueles que já contratam os serviços das instituições.

A Spinelli Corretora lançou, no início deste mês, o FaceBroker, que permite que o cliente compre e venda ações e confira saldo e cotações em tempo real, dentro de sua página no Facebook.

"Percebemos que muitos clientes já interagiam conosco por meio do site. Então pensamos: se eles estão buscando conteúdo, por que não permitir que eles operem?", afirma Rodrigo Puga, responsável pelo homebroker.

Em 15 dias, a ferramenta ganhou 400 adeptos. A meta é bater 1.000 até dezembro.

SIMULADOR

Outro aplicativo no Facebook que tem atraído os interessados em investir é o Dosh, simulador do mercado de ações criado pela empresa de software Zukfab e operado em parceria com as corretoras Icap e Ativa. Lançado em abril, o game tem hoje mais de 35 mil usuários.

De acordo com Paulo Levy, diretor da corretora, a ideia é formar novos investidores, com dados e simulações. E, claro, atrair clientes.

Foi o caso do consultor de TI César Fagundes, 30, que era cliente de uma corretora de banco quando começou a usar o Dosh e mudou para a Icap ao conhecer seus serviços por meio do aplicativo.

Ele diz que o programa é ideal para quem ainda não opera com ações. "Ele te dá uma boa noção do mercado, o que é bom para quem está começando. Quando comecei, não tinha nada disso, então dei muita cabeçada."


Outra novidade, que será lançada hoje pela XP Investimentos, é a possibilidade de os clientes compartilharem suas ordens de compra e venda de ações com seus amigos no Twitter e no Facebook.

"A essência da rede social é compartilhar o que você está fazendo. E muitas pessoas que investem em ações gostam de falar sobre isso", afirma Bruno de Paoli, diretor de marketing da corretora.

Com as inovações ainda em desenvolvimento, porém, a grande função das páginas dessas instituições no Twitter, no Facebook e no YouTube é a de informar.

Para a BM&FBovespa, a atuação nessas redes foi criada dessa forma. "Queremos nos aproximar do público e também esclarecer as pessoas sobre o mercado", diz Renata Martins, gerente de internet da Bolsa.

"Colocamos conteúdo e monitoramos o que as pessoas estão dizendo, mesmo que elas não enviem uma mensagem direta."

A ação faz parte da estratégia da Bovespa de atrair 5 milhões de investidores até 2015. Para a Bolsa, a forma de fazer isso é informar sobre o mercado de ações.


Mybubble, primeira rede social para médicos em Portugal


Acaba de nascer o «mybubble», a primeira rede social e profissional para médicos em Portugal, apresentando-se como um espaço de partilha de conhecimentos e experiências, exclusivamente dedicado à classe médica.

O projeto foi idealizado exclusivamente para médicos, que desta forma adquirem um espaço próprio onde podem ter acesso a informação personalizada sobre temas do seu interesse em diferentes áreas.

Com a crescente proliferação e impacto das redes sociais na sociedade, como é o caso do Facebook, surgiu a necessidade de especializar uma plataforma para uma classe onde a importância da partilha de conhecimento e experiência é fundamental.
No mybubble os médicos podem interagir entre si, tendo acesso a determinados conteúdos e serviços exclusivos e personalizados. 

Quem usa Facebook tem mais amigos reais, diz pesquisa


  
O Facebook já é usado por 687 milhões, o número representa cerca de 10% da população mundial. Os críticos mais pessimistas costumam afirmar que sites de relacionamento podem afastar pessoas na vida real. No entanto, um novo estudo do Centro de Pesquisas Pew diz o contrário. De acordo com a pesquisa, usuários do Facebook costumam ter uma relação mais próxima com seus amigos da vida real do que pessoas que não estão no site.
A pesquisa foi realizada com 2.255 norte-americanos, dos quais 925 eram usuários de redes sociais online. Em média, esses usuários de Facebook cultivam 229 amigos virtuais, o número representa 48% de todos os seus contatos na vida real. Os resultados mostraram que, aparentemente, quem tem perfil nesses sites melhora a qualidade de seus contatos na vida real.
Enquanto a média dos americanos tem apenas dois amigos próximos com quem discute assuntos importantes, os usuários da rede social contam com 9% mais relacionamentos íntimos de amizade. Quem está no Facebook também conta com mais amparo social. A média entrevistados classificou sua sensação de amparo em 75 pontos. O máximo possível eram 100 pontos. Os conectados chegaram a uma pontuação de 80 na mesma escala.
Os pesquisadores também perguntaram aos participantes se eles acreditavam que a maioria das pessoas poderia ser confiável. E usuários do site têm três vezes mais chances de dizer sim do que quem estava de fora. Mas os pesquisadores não sabem dizer se os usuários de Facebook confiam mais nas pessoas porque usam o site ou se por confiarem não se importam de expor suas informações na rede social.

domingo, 19 de junho de 2011

Atendimento bancário chega às redes sociais



Já pensou em receber informações sobre suas movimentações bancárias em suas contas no Twitter, Facebook ou MSN? Pois saiba que alguns bancos estão testando serviços assim, internamente e podrão lançá-los ainda em 2011, segundo a  Fóton informática.
E empresa incluiu a possibilidade de a integração dos bancos com os clientes por meio de redes sociais no sistema  Mybank, que suporta atendimento a clientes de bancos por diversos canais, como fax, e-mail, telefone e SMS. A novidade foi apresentada durante o Ciab Febraban 2011. 
O diretor de Produtos e Serviços da Fóton, Marcelo Malagutti explica que as informações enviadas através das redes sociais são privativas, não permitindo que os amigos da correntista leiam a notificação da transação. O cliente poderá receber, por exemplo, mensagens informando saldo bancário, informes sobre depósitos, retiradas ou saques. No entanto, a solução não oferece a possibilidade do usuário realizar transações, como as feitas no internet banking, a partir da sua rede social. Segundo o executivo, o formato das redes sociais não dá segurança para este tipo de operação.
“O cliente ganha com esta solução porque ela oferece mobilidade, praticidade, além de ter informações atualizadas sobre sua conta corrente”, afirma Malagutti.
Segundo o executivo,  “o Mybank já é utilizado por algumas instituições bancárias, e passa por constantes atualizações com o objetivo de permitir a todos os bancos disponibilizar seus principais serviços nos canais hoje mais acessados pelos usuários”, diz.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Programa quer atrair pequenas empresas para a internet


Google, Sebrae, HP e a empresa de serviços de hospedagem e design de websites Yola lançaram nesta quarta-feira o Conecte Seu Negócio, programa que visa a estimular as pequenas empresas a atuar na internet. O Google oferecerá domínios grátis para as primeiras cinco mil empresas que se inscreverem no programa.
O Sebrae trabalhará para estimular a entrada das micro e pequenas empresas no meio digital, com a produção de material educacional e treinamentos por seminários remotos. Também caberá ao Sebrae o suporte necessário no canal oficial do projeto.
O público potencial para o projeto é de cinco milhões de pequenos empreendimentos, segundo comunicado do Sebrae. E há urgência para a ferramenta: pesquisa recente da consultoria McKinsey Global Institute mostra que as empresas que utilizam a internet nos negócios conseguem aumentar a produtividade em até 10%. Elas têm mostrado taxas de crescimento até duas vezes maiores em relação àquelas que não possuem, segundo o comunicado do Sebrae.
As inscrições no Conecte seu Negócio e maiores informações sobre o programa estão em www.conecteseunegocio.com.br