quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Maioria das crianças não usa e-mail, diz pesquisa


O e-mail está com os dias contados. É o que sugere uma pesquisa da Viacom Networks Brasil, que indica que apenas 27% das crianças dos 13 aos 14 anos utilizam a ferramenta para se comunicar, enquanto dos 10 aos 12 anos o índice fica em 55% e dos oito aos nove anos, 82%. Para a maioria, no entanto, o e-mail é usado apenas para se cadastrar nas redes sociais.
De forma geral, as crianças brasileiras têm contato com a internet a partir dos seis anos. Nesta faixa etária, a rede mundial de computadores representa diversão, de acordo com 91% dos 150 entrevistados entre oito e 14 anos, das cidades de São Paulo, Recife e Porto Alegre, no mês de junho. A partir dos oito anos, 54% dos participantes afirmam que a web é a principal fonte de busca de conhecimento e, aos 10 anos, 85% acreditam que a interação se torna a principal característica da rede, utilizada principalmente para falar com os amigos.
Os lugares de acesso também variam de acordo com a idade. Dos oito aos 10 anos, a casa e a escola são os principais locais para usar a internet, permitindo mais “controle” sobre o conteúdo acessado. A partir dos 11 anos, a navegação na web é feita com mais “liberdade”, de computadores em seus quartos, na cada de amigos, em lan houses ou pelo celular.
Já as redes sociais são utilizadas por 55% dos pequenos internautas para conversar com os amigos, 36% para jogos e 15% para postar e ver fotos, enquanto o restante prefere enviar e receber recados. Entre os canais mais acessados pelas crianças estão Facebook, Orkut, Twitter, Formspring, Youtube, Tumblr e MSN.

Nuvem e redes sociais: Empresas precisam lidar com esse desafio

“As empresas precisam entender que as oportunidades em redes sociais vão além do marketing”. Dessa forma David Smith, analista sênior do Gartner, definiu o modo como o mercado corporativo vem fazendo uso das mídias sociais. Ele lembrou que a computação em nuvem permitiu que as redes se tornassem populares, mas ressaltou que as empresas ainda não sabem como utilizá-las.

Para Smith, quando se trata de mídia social aplicada a negócios, ela deve ser mais social e menos mídia. “A mídia social dá as empresas a oportunidade de construir inteligência, encontrar talentos, ampliar relacionamentos e muitas outras coisas”, diz, lembrando que algumas empresas têm tirado vantagem de algumas destas oportunidades.

“A GAP, por exemplo, usou uma rede social para apresentar seu novo logo à sua comunidade de clientes”, disso. O logo não foi aprovado, e o projeto não saiu da gaveta. No entanto, casos como esses ainda são a minoria, e as opções podem ir muito além do Facebook.

O analista lembrou que o mercado corporativo tem à disposição hoje três modelos de redes sociais. O primeiro é o chamado software social no espaço de trabalho, uma evolução das antigas intranets, onde a empresa é dona do espaço e o destina ao público escolhido por ela. O segundo é o software social externo, onde a empresa é dona do espaço, mas o abre para diversos públicos.

Por fim, as mídias sociais públicas, onde a companhia utiliza um espaço público para se relacionar com públicos diversos. “Nos dois primeiros modelos, a experiência do usuário, a governança e as informações são controladas pela própria empresa”, afirma. Para ele, um olhar profundo sobre as mídias sociais vai apresentar oportunidades de utilização em áreas como desenvolvimento de produtos, call center, vendas e recursos humanos, além do marketing.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Facebook: 20 mil portugueses à procura de emprego no Brasil

Criada no Facebook por um empresário português que vive em São Paulo, a página «Empregos no Brasil para Estrangeiros» reuniu mais de 20 mil seguidores em apenas duas semanas.

Do total de membros da comunidade, 90 por cento são portugueses, principalmente jovens entre 25 e 34 anos. Mais da metade dos interessados são mulheres.

O empresário David Bernardo, presidente executivo da loja virtual HipXik, explicou à Lusa que montou a página para um teste, mas os primeiros seguidores da comunidade começaram a surgir poucos minutos após a criação, mesmo sem nenhum tipo de divulgação.

A inspiração para a experiência surgiu de um problema que David Bernardo diz enfrentar: a dificuldade para encontrar profissionais de marketing e de outras áreas relacionadas ao e-commerce.

«Está muito difícil contratar profissionais qualificados no Brasil. Os salários estão muito elevados e a rotatividade das pessoas, como o mercado está aquecido, é muito grande», disse o empresário.

Ao mesmo tempo, David Bernardo recebe constantemente e-mails de portugueses que, devido à crise no seu país, querem mudar-se para o Brasil. «Tive a ideia de criar uma página para permitir que essas pessoas e as empresas que precisam delas se encontrassem».

A forte adesão à página surpreendeu o empresário, que viu nela uma oportunidade de negócio: Bernardo começou a montar uma empresa de recolocação profissional.

A firma terá serviços voltados, principalmente, para empresários que desejam fazer recrutamento em Portugal. O objectivo é fazer parcerias com empresas portuguesas de recrutamento para seleccionar os finalistas para a vaga sem que eles precisem sair de Portugal.

A empresa também cuidará da burocracias e da adaptação do novo funcionário no Brasil, desde a obtenção do visto até à escola para os filhos. Os seleccionados, porém, comprometem-se a ficar um tempo mínimo no posto de trabalho.

O serviço será gratuito para quem estiver procurando emprego, mas as oportunidades dependerão da necessidade das empresas.

O empreendedor vê quatros áreas como as mais promissoras para quem procura trabalho: engenharia, gestão de empresas, marketing em Internet (em particular no e-commerce) e tecnologias da informação.

«Isso não vai empregar toda a população portuguesa», assinala David Bernardo, ressalvando que no Brasil há «necessidades específicas para posições específicas».

O empresário diz que já foi contratado por grandes empresas brasileiras, na área da Internet, interessadas em trazer funcionários de Portugal. Agora, procura diálogo com autoridades dos dois países para viabilizar o negócio.

Será que as redes sociais bloqueadas impedem manifestação?


No começo do ano no Egito uma grande manifestação foi feita no país no qual derrubou um ditador que estava quase 30 anos no poder. Milhares de jovens encontraram-se em vias públicas para fazer suas manifestações, e como vocês bem lembram, esses encontros foram marcados via redes sociais(OrkutTwitter). Por um período o país teve internet cortada.
Recentemente o mundo assiste algo semelhante, só que desta vez em Londres. Manifestantes estão causando tumulto no país inglês por causa do abuso de poder da polícia britânica. Vários atentados estão deixando todos em estado de tensão.
Devido a isso, o primeiro-ministro britânico James Cameron está negociando cortes em veículos de comunicação digital. Segundo o ministro, os principais meios de comunicação dos desordeiros são através das redes sociais. Entre os cortes estão o Blackberry MessengerTwitterFacebook.
“Quando as pessoas utilizam mídias sociais para a violência, temos que barrá-las”, disse James Cameron.
Ele também quer censurar alguns vídeos que mostram cenas de violências e atitudes ilegais.
Essa atitude está sendo muito polêmica, afinal, há anos as pessoas no mundo estão à luta para fazer a tecnologia ser acessível para todos e fazer com que o mundo se comunique em tempo real e muitos temem que essa medida pode afetar censuras em outros países.
Todos nós sabemos o mundo cibernético tomou conta de todos e é um erro retroceder tirando a liberdade de expressão e comunicação de um povo. Não é cortando as redes sociais que vai fazer calar a boca de qualquer etnia insatisfeita com o seu Governo.

Limpeza nas ruas de Londres

No dia 10 de Agosto os ingleses mostraram que há manifestações para o bem também. Através do Twitter, os britânicos marcaram um encontro para fazer a limpeza que o distúrbio causou nas ruas londrinas. Cerca de 65 mil pessoas acompanharam na rede social a limpeza que foi batizada com “Riot clean up” ou “Riot Wombles“.

Avanço econômico devido às redes sociais

O setor econômico da tecnologia está cada vez mais crescendo com o acesso às mídias sociais, foi um grande avanço para economia, e também, avançou a concorrência tecnológica para trazer o melhor aplicativo, aparelho, acessório, melhor banda larga e até a melhor rede social (disputa branca, porém visível, entre Google e Facebook).
Manifestações com uso tecnológico vem de outros tempos
Não é de hoje que as tecnologias são usadas para manifestações, sabemos que o primeiro computador surgiu na Segunda-Guerra-Mundial, ou seja, será que realmente tirar acesso às mídias sociais vai diminuir ou impedir de vez os protestos?
E o que você acha se essa medida for aprovada? Como você viveria sem ter acesso às redes sociais?

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Facebook e Twitter são as redes sociais mais visadas por cibercriminosos

Uma das maiores mídias sociais do mundo, o Facebook enfrenta uma fraqueza natural para uma rede de 800 milhões de usuários: é um dos meios mais usados por criminosos para disseminar ameaças virtuais através de phishing ou spams. E o Twitter não fica muito para trás.

Um estudo da empresa de segurança digital Symantec revelou que a empresa fundada por Mark Zuckerberg foi citada em 40% do total de spams, enquanto o Twitter aparece com 37% e o Youtube com 23%.

Foi observado também que os cibercriminosos focam em apenas uma rede social por vez ao realizar os ataques. Durante a pesquisa, Facebook, Twitter e Youtube praticamente se 'revezavam' na ação dos spammers: enquanto uma apresentava picos, as demais eram praticamente esquecidas.

A prática conhecida como phishing induz o usuário a visitar uma página mal intencionada, que pode copiar dados estratégicos ou implantar um malware no computador. Mesmo usando sistemas operacionais seguros ou bons antivírus, as boas práticas de navegação na internet devem ser observadas pelos usuários, evitando clicar em links muito chamativos ou abrir e-mails suspeitos.

Orkut e MySpace: o futuro das redes sociais fora de moda


O Orkut não deve acabar tão cedo. Pelo menos é isso o que os especialistas Alessandro Barbosa Lima, CEO da E.Life, e Fabio Cipriani, gerente responsável pela prática de consultoria em mídias sociais da Deloitte, apontam como tendência. Em entrevista para o IT Web, os dois falaram sobre as duas redes sociais que já fizeram muito sucesso entre os usuários e hoje amargam o (quase) esquecimento.
A primeira delas, como todos devem imaginar, é o Orkut, que vem perdendo usuários para o Facebook e agora tem que enfrentar um novo concorrente, o Google+. Nota-se que o Orkut e o Google+ são da mesma empresa, o Google. Para Lima, o gigante de buscas errou ao liberar sua mais nova rede social. “O lançamento do Google+ aqui no Brasil não foi muito bem-sucedido no sentido de que passou uma mensagem, pelo menos para mim, confusa de ‘qual é a rede social prioritária para a empresa?’ Porque em vez de o Google somar esforços para crescer a rede que mais forte, ele criou mais um competidor para aquela rede. Talvez no mundo tenha feito bastante sentido, mas no Brasil, eu não diria.”
Apesar da forte concorrência, o Orkut, ao contrário do que muitos pensam, ainda cresce no Brasil. De fato, isso ocorre a taxas mais baixas do que costumava ser. Atualmente, segundo Lima, a página avança em uma taxa de 5% ao ano entre 2009 e 2010, muito diferente das taxas de dois dígitos verificadas anteriormente. De acordo com o estudo Hábitos realizado pela E.Life, 34,1% dos pesquisados se disseram usuários ativos da rede social.
Esses números têm explicação, segundo Cipriani. Para ele, as classes A e B migraram para o Facebook e Google+, enquanto as classes C e D ainda utilizam o Orkut.
Mas e quanto ao fim dele? “O Orkut está no Brasil, é do Brasil. Ele não é desenvolvido fora daqui, e o fim da rede social depende da estratégia da companhia por aqui. Se apostar no Google+ e acreditar que ele tem futuro, pode descontinuar a rede. Vai demorar mais um tempo”, afirmou.
Para Lima, será difícil o Orkut morrer, pois o custo da migração é muito alto. “[O usuário] acaba perdendo seus contatos e uma série de coisas que tem em seu perfil quando  faz essa migração. É o mesmo caso da troca de celular. O problema é grande para você informar a todo mundo que trocou de número. Tanto é verdade que as redes sociais, como o Facebook, trabalharam essa questão de criar uma forma de você importar os amigos do Orkut, e foi por isso que conseguiram crescer rapidamente.”
MySpace
A situação do MySpace é um pouco pior do que a do Orkut. Recentemente, a News Corp vendeu a rede social por US$ 35 milhões, um prejuízo de US$ 545 milhões – a empresa comprou a rede social por US$ 580 milhões em 2005 – e demitiu 450 empregados. Segundo a pesquisa da E.Life, dos 41,8% de usuários cadastrados na rede social em 2009, em 2010 apenas 29,1% ainda mantinham um perfil no site.
Para Lima, o desafio do MySpace não é de interface, mas sim  sobre os tipos de atividades interessantes que podem ser propostas pelos seus donos para atrair usuários. “Na verdade, o que o MySpace precisa fazer é descobrir uma funcionalidade ou algo que não é atendido pelas redes sociais existentes  e tentar trabalhar esse ponto. Como o Google+ fez com os Círculos.”
Já Cipriani afirma que, por seu uma plataforma segmentada, o MySpace não vai acabar. “Esta rede social é de nichos[fãs de música, cinema e jogos], e ainda existe espaço para esse tipo de mídia na internet.”