terça-feira, 27 de dezembro de 2011

9 dicas para ter influência nas redes sociais em 2012

Aí vão 9 dicas para ter influência nas redes sociais. Ajude-nos a completar a lista também, comente:

9 dicas para ter influência nas redes sociais - Faça planos
Ter um papel importante em blogs, Facebook, Twitter, Google+ demora. Portanto, você precisa de tempo para aprender algumas ferramentas como SEO (otimização para mecanismos de busca), conhecimento para discorrer sobre assuntos da atualidade, alguns meses para construir sua presença inicial e, finalmente, a força de vontade para criar uma comunidade influente.

9 dicas para ter influência nas redes sociais - Quem fala o que eu falo
Será que tem espaço na internet para o que você quer falar? É necessário verificar o que os outros escrevem. Senão, você pode vir a escrever algo que não acrescenta e, por isso, sua rede social não vai emplacar. A dica é trazer conteúdo e opiniões diferentes.

9 dicas para ter influência nas redes sociais - Onde vou crescer
Para se expressar, você tem ao seu dispor diversos blogs, Facebook, Twitter e Google+. Este último, por ser novo e apresentar diversas ferramentas inexploradas, tem um grande potencial. Não se esqueça de que esta combinação é valiosa: novo e com grande potencial. Aqueles que começam cedo, mesmo sem conhecer muito, atingem grandes metas.

9 dicas para ter influência nas redes sociais - Linguagem de internet
Algumas pessoas nasceram com o dom da escrita. Se eles quiserem maximizar esta habilidade, eles precisam praticar. Na internet, as pessoas querem informações rápidas. Por isso, é importante desenvolver um estilo que vá direto ao ponto e seja fácil de ler. Use os primeiros meses em que sua audiência é baixa para experimentar estilos e títulos diferentes.

9 dicas para ter influência nas redes sociais - Aproveitar feedbacks e eliminar erros
Escute seu leitor. O feedback dele pode ajudar a corrigir erros (gramaticais e de digitação) e saber do que falar no próximo post. Afinal, por mais que você foque sua mídia social em tal assunto, é ele quem vai ler. Portanto, se ele quer que você escreva sobre algo, é disso que você vai escrever. Aproveite os feedbacks do seu leitor.

9 dicas para ter influência nas redes sociais - Canais de distribuição
Você não vai construir influência só de postar no Twitter ou no Facebook. Não é à toa que a maiorias dos influenciadores da internet são blogueiros. Portanto, um está atrelado ao outro. Não adianta ter um ótimo blog, mas não ter divulgação nas redes sociais e vice-versa. Facebook, Twitter, Google+ e LinkedIn são ótimas formas de dispersar e anunciar seu conteúdo.

9 dicas para ter influência nas redes sociais - Comentários e Replies
Antes, os comentários do blog eram muito importantes. Eles eram um termômetro de engajamento do seu público. Hoje, no entanto, não é mais tão importante. O que vale mesmo é ser retuitado, compartilhado, recomendado. Assim, você faz com que quem não conhecia seu blog antes conheça e que seu conteúdo seja espalhado.

9 dicas para ter influência nas redes sociais - SEO e títulos
SEO, como já explicado, é uma ferramenta poderosa, porém contraditória. Não se sabe muito sobre ela. Mas o fato é que algumas palavras são mais "poderosas" do que outras quando falamos de busca no Google. Ou seja, procure palavras-chaves para seu título e tente imaginar como as pessoas procurariam certas palavras no Google.

9 dicas para ter influência nas redes sociais - Audiência
Um blog que alcança 100 visitas por dia está indo bem. 30 mil por mês já é alto. Ou seja, entre 100 e 1000 visitantes diários, seu blog está no caminho certo. Mas não se contente com pouco.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Facebook e Google ofendem religiosos


Dois tribunais indianos pediram às empresas (mais o Yahoo) que retirem material considerado ofensivo de seus sites
DÉLI – Dois tribunais indianos pediram às empresas norte-americanas Facebook, Google, Yahoo e outras companhias de internet que retirem material considerado ofensivo do ponto de vista religioso, na última disputa de uma crescente batalha sobre conteúdo de internet na maior democracia do mundo.
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Um tribunal de Déli convocou nesta sexta-feira 19 empresas para comparecem a julgamento por delitos cometidos na distribuição de material obsceno para menores, após difundirem imagens ofensivas aos hindus, muçulmanos e cristãos, segundo a agência de notícias PTI.
“Os acusados, coniventes entre eles e com outras pessoas desconhecidas, estão vendendo, exibindo publicamente e colocando em circulação conteúdo obsceno e lascivo”, afirmou o magistrado Sudesh Kumar, segundo a imprensa local.
Em geral, a Índia oferece acesso à internet sem restrições para as pessoas, entre seus 1,2 bilhão de habitantes, que podem pagar pelo uso.
Até agora, só uma décima parte da população se conecta à internet, mas o número cresce com rapidez na sociedade conservadora e religiosa da Índia, e, como consequência, aumenta os temores sobre a natureza do conteúdo em circulação.
Nesta semana, outro tribunal de Déli exigiu a remoção de fotografias, vídeos e textos que podem prejudicar sensibilidades religiosas.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Coca-Cola inaugura quiosque inédito na praia de Copacabana



Coca-Cola voltou ao passado para lançar no Rio de Janeiro um projeto inédito da marca. A empresa inaugurou hoje, dia 20, O Quiosque Coca-Cola, na orla de Copacabana. A ideia é proporcionar aos visitantes a experiência da “Coca-Cola servida da forma perfeita”.


Quem for ao local assistirá a um filme 3D em que o criador da bebida, John Pemberton, faz uma saudação e explica a forma ideal de servir o refrigerante. O momento inclui sons, luzes e fumaça alternando-se em volta do consumidor até que um copo com Coca-Cola, no tradicional formato contour, chega às mãos do cliente, por meio de uma máquina exclusiva (foto), na temperatura de três graus. Após a experiência, o consumidor ganha ainda o copo de brinde.

A iniciativa é a primeira da companhia neste modelo em todo o mundo e pretende incentivar os jovens a se reunirem no local, que tem capacidade para 60 pessoas e conta com mesas, cadeiras, bancos e pufes feitos de garrafa PET. “O Quiosque é uma iniciativa pioneira, é único no mundo. A ideia é que seja um oásis para os adolescentes. Tudo aqui foi pensado para eles”, disse Michel Gomberg (foto abaixo), Gerente Regional de Marketing da Coca-Cola Brasil, durante o evento de inauguração.
Pensando no público, o Quiosque possui um sistema de som direcional que permite ao cliente das mesas ouvir a programação da plataforma musical da Coca-Cola FM ou reproduzir a trilha que preferir, conectando aparelhos de mp3 e celulares ao sistema exclusivo de cada ombrellone, sem atrapalhar os demais frequentadores.
Uma realização da Coca-Cola Brasil, com a fabricante Rio de Janeiro Refrescos, O Quiosque conta também com a parceria do Andy’s, que oferecerá produtos do portfólio da Coca-Cola e petiscos como cachorros-quentes, wraps, saladas e sobremesas leves.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

7 plataformas sociais corporativas para pensar além do Facebook


Em uma recente discussão sobre rede social interna, especialistas debateram o potencial desses canais para levar a eficiência do conhecimento profissional para outro nível. Eles também notaram que alguns objetivos para colaboração social interna são mais importantes do que a plataforma utilizada para permitir tal interação.
Isso é verdade, mas escolher a plataforma também é uma tarefa importante. Selecionar o fornecedor correto, na realidade, se tornou uma atividade desafiadora, na medida em que mais provedores apresentam suas opções de plataformas de redes sociais ou adicionam capacidades colaborativas às aplicações corporativas existentes. O último player a entrar neste jogo oi a Oracle, com o anúncio da Oracle Social Network.
Nós separamos algumas opções. Não significa que esta seja uma lista para seguir a risca, mas serve como um direcionador inicial para mostrar a variedade de plataformas disponíveis e duas capacidades. Muitos dos produtos são gratuitos para uma edição básica e com cobrança por usuário/mês para edições corporativas. A seguir, as sete alternativas ao Facebook.
  1. SAP StreamWork: a StreamWork da SAP é uma ferramenta de rede social baseada no modelo software como serviço (SaaS) desenvolvida para colaboração corporativa. A Enterprise Edition adiciona capacidades de segurança avançadas, provisionamento automático e a habilidade de integrar aplicações legadas, incluindo softwares SAP e SharePoint, da Microsoft.
  2. Cisco Jabber: agregada à plataforma de comunicações unificadas da Cisco, o Jabber foi desenvolvido para tornar os funcionários mais produtivos, sem importar a localização ou o aparelho utilizado. Resultado de uma aquisição feita pela fabricante em 2008, o serviço permite ao usuários acessarem presença, mensagem instantânea, voz, vídeo, mensagem de voz, compartilhamento de desktop e capacidades de conferência.
  3. SocialCast: em maio, a VMware adquiriu a SocialCast, uma plataforma de rede social que permite às empresas integrarem ferramentas sociais e processos dentro das aplicações corporativas. A versão gratuita oferece funcionalidades como atividade de stream, função de mensagem privativa, microblogging e perfis. A opção premium traz analytics, diretório de integração e tarefas de usuários, entre outras.
  4. JiveSoftware: rede social pioneira que lançou seu IPO recentemente, a Jive é uma plataforma extensiva que permite a desenvolvedores terceiros a integração das capacidades de rede social usando um SDK baseado no OpenSocial.
  5. Yammer: o Yammer é totalmente gratuito. Trata-se de uma plataforma flexível que permite a qualquer um facilmente se lançar em uma plataforma de rede social simples. O upgrade para a versão Enterprise acrescenta gerenciamento, monitoramento, segurança e personalização. O Yammer traz ainda diversas integrações pré-desenvolvidas com um vasto catálogo corporativo, entre elas Salesforce.com, SharePoint e NetSuite.
  6. Chatter: a Salesforce.com apoia desde o início a questão de rede social no ambiente corporativo e a oferta do Chatter foi envolvida de uma aplicação do CRM da própria companhia para algo independente que pode ser implantado mesmo por não clientes Salesforce. A versão gratuita permite aos usuários criação de perfis, postagem de atualizações, seguir colegas de trabalho, criação de grupos, compartilhamento de arquivos e colaboração em um ambiente privado e seguro. Além disso, o acesso pode ser feito de qualquer lugar a partir do Chatter Mobile e do Chatter Desktop. Já o Plus Edition provê todas as capacidades da versão gratuita como uma integração mais refinada com CRM, além de uma segurança mais elaborada e outros controles. O Chatter também pode ser integrado ao software de análise da fabricante.
  7. Pulse: a Pulse, da Neudesic, traz o compartilhamento aberto e em tempo real com o intuito de acelerar a inovação, fazer com que os trabalhadores sejam mais produtivos e, consequentemente, que o negócio seja mais competitivo. Parceira Microsoft, recentemente, a Neudesic atualizou o Pulso para ter uma integração mais facilitada com o SharePoint, mas ele vai muito além do software da Microsoft para permitir colaboração social em aplicações que as empresas já utilizam, como CRM.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Facebook lança ferramenta de apoio a possíveis suicidas Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/facebook-lanca-ferramenta-de-apoio-a-possiveis-suicidas=f694301#ixzz1gXBcWOzW

Facebook, atualmente com cerca de 800 milhões de usuários em todo o mundo, lançou esta terça-feira uma nova ferramenta que permite aos utilizadores reportarem conteúdos que considerem de caráter suicida por parte dos seus contactos.

Depois do aviso ser lançado por esta nova ferramenta, disponível apenas nos EUA e no Canadá, a pessoa que publicou o conteúdo classificado como suicida é posta em contacto com um chat de ajuda, onde poderá falar com um representante da Linha Nacional de Prevenção de Suicídio norte-americana.

"Muitas pessoas já nos disseram que querem falar com alguém mas não querem telefonar. As mensagens instantâneas [através do chat] são o ideal para esses casos", explica à AP Lídia Bernik, representante da Linha Nacional de Prevenção de Suicídio dos EUA.
Ajuda anónima com o botão "denunciar"


Frederic Wolens, porta-voz do Facebook, explicou aos jornalistas que a rede social não possui um sistema automático de identificação de expressões suicidas porque tal seria pouco viável, tendo em conta o número de utilizadores e de comentários. "Quem pode ter uma ideia mais concreta do que se está a passar são os amigos. Assim, estamos a dar-lhes a possibilidade de ajudar", refere.

Ao ver uma publicação de caráter suicida na página de um amigo, a pessoa pode clicar no botão "denunciar". Surgem então várias questões relativas à natureza do conteúdo, sendo necessário especificar que se trata de comportamento suicida. A denúncia, realizada anonimamente, será analisada pela equipa do Facebook, que envia à pessoa em questão o link do chat e o telefone da linha de ajuda.

Em Portugal esta ferramenta não está disponível mas também é possível ajudar alguém com um comportamento suicida através do Facebook. Clicando em "Ajuda", "Denunciar abuso ou violações da política" e, posteriormente, em "Ajudar contas de superfície", irá surgir uma opção de ajuda a alguém que publicou este tipo de conteúdos.

Nos últimos anos, várias notas de suicídio foram colocadas no Facebook por pessoas que acabaram por avançar e por termos à vida. Motores de busca como o Google e o Yahoo também apresentam sites de ajuda como primeiros resultados a uma procura por "suicídio".

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Redes Sociais ainda são tidas como mal elemento no trabalho

Pesquisa Riscos Globais de Segureança em TI, realizada pela Kaspersky Lab em parceria com a B2B Internacional aponta que mais de 50% das empresas bloqueiam completamente a utilização de redes sociais no espaço de trabalho, e outras quase 20% restringem esse uso de alguma forma.

Os dados do levantamento comprovaram que uma das razões para a proibição é a possível exposição de documentos corporativos a infecções por vírus, através do uso de redes como o twitter, em que é possível ser contaminado somente abrindo alguma página que apresenta o programa invasor, entre eles, o malware. 

Outro motivo exposto pelos chefes de corporaçãoes para a proibição é que os funcionários ficam mais distraídos e perdem bastante tempo na utilização desses espaços virtuais, comprometendo assim não só a segurança como a produtividade  das empresas.

A pesquisa ouviu quase mil e quinhentos profissionais de TI em mais de dez países, entre eles o Brasil, e constatou que além dos fatos já relacionados, algumas empresas ainda não  exploram o potencial das redes sociais para divulgação de suas ações e projetos corporativos.