quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Redes sociais: Pense duas vezes antes de postar algo
Empresas precisam elaborar política clara sobre o comportamento online de seus funcionários. Estes, por sua vez, devem pensar duas vezes antes tuitar.
As empresas têm convivido com o desafio das redes sociais há anos. No passado, discuti quais seriam as vantagens e armadilhas no uso de blog e mensagens instantâneas durante a jornada de trabalho. A conclusão era de que, de uma forma ou de outra, a questão teria de ser enfrentada, jamais evitada.
Qualquer companhia que não tenha levado o assunto em consideração, a partir da elaboração de políticas claras sobre como os funcionários devem agir, está bastante atrasada. Com a ascensão de portais como Facebook e Twitter, a interação social ficou ainda mais dinâmica, de modo que a atenção sobre elas também precisa ser.
A única preocupação não deve recair sobre a produtividade. O uso imprudente desses sites abre portas para pragas digitais e mesmo processos judiciais. Essas consequências, naturalmente, não são ignoradas pelas corporações, e, sendo assim, muitas delas estão tentando bloquear as redes sociais no ambiente de trabalho. Bem... boa sorte a elas.
A censura imposta ao comportamento online de funcionário vem de longa data: filtros para impedir o acesso a portais de conteúdo adulto ou de games existem desde sempre. A tecnologia, porém, avança, e os métodos não são mais tão eficazes quanto costumavam ser.
Para começo de conversa, a maioria dos usuários carrega consigo dispositivos móveis – de notebooks a tablets e smartphones. Se impedidos de acessarem o Facebook no computador da empresa, não pensarão duas vezes em pegar o celular. As possibilidades são numerosas e afetam empregados, administradores e diretores.
Use com moderação
O que todos eles precisam entender é que compartilhar opiniões inapropriadas pela rede não é uma opção segura. Pelo contrário, elas poderão ser usadas como justificativa para uma punição ou demissão, mesmo que a mensagem tenha sido enviada a uma conta, supostamente, pessoal. Episódios do tipo têm sido cada vez mais frequentes.
Aqui vai um exercício divertido: procure no Facebook ou no Twitter por algo como “meu chefe é estúpido”. Ficará surpreso com a quantidade de resultados. É importante lembrar que o que vai para a Internet fica para sempre – até que algo seja feito para apagar o conteúdo. É comum que uma atualização restrita, digamos, a amigos, chegue a muitas outras pessoas. O microblogging, sem dúvida, potencializou a incidência desse problema.
Aos administradores de TI e líderes de empresa, cabe encontrar uma alternativa ao bloqueio das redes sociais. No caso, a resposta não está na tecnologia, mas na educação. Banir portais populares, além de ser uma medida pouco efetiva, aumenta a probabilidade de que algo prejudicial seja compartilhado durante o tempo livre do funcionário.
Por isso, é essencial para as empresas a elaboração de políticas claras – além da divulgação delas – a fim de mostrar aos usuários a repercussão que seu comportamento online pode tomar. Claro, também seria útil se os usuários compreendessem que nem todo pensamento repentino merece ser compartilhado com milhares de internautas.
(Michael Gartenberg)
Facebook lança serviço que permite "seguir" usuários
Botão Assinar parece com o "Follow" do Twitter e permite receber posts públicos de usuários sem iniciar uma amizade no site.
O Facebook está estendendo o alcance do seu site para o território do Twitter e do Google+ ao liberar uma ferramenta que permite aos usuários realizarem assinaturas para receber os posts públicos de outros usuários sem necessariamente precisarem ser amigos.
A opção de permitir que outros usuários do Facebook se inscrevam para receber os posts públicos de outras pessoas será disponibilizada nos próximos dias, de acordo com um comunicado liberado pelo site.
Esse recurso aparentemente replicará o modelo de “seguir” (“follow”) do Twitter e de uma funcionalidade parecida disponível no rival Google+. Essa é uma capacidade que usuários famosos tem pedido há algum tempo, uma vez que os perfis pessoais possuem limite de 5 mil amigos.
Uma maneira de escapar dessa limitação é a criação de uma página promocional no Facebook. Mas para esse tipo de usuário isso significa ter de gerenciar duas presenças no site.
Agora, os usuários poderão deixar outros usuários se inscreverem para receber seus posts públicos sem precisar virarem seus amigos, um movimento que coloca o Facebook em uma competição muito mais direta com o Twitter.
Esse novo botão Assinar é o mais recente de um conjunto de novos recursos que o Facebook adicionou no último mês, que muitos analistas acreditam ter sido impulsionados pelo lançamento da versão inicial do Google+ no final de junho.
Nesta semana, o Facebook anunciou novos recursos para simplificar e automatizar o agrupamento de amigos, e anteriormente havia tornado seus controles de privacidade mais destacados e fáceis de usar, duas melhorias vistas como reações para o recurso de Círculos do Google+.
Antes, o Facebook também havia lançado o recurso de videochamadas, que não estava disponível na época do lançamento do Google+.
Além de entrar no território do Twitter, o novo botão Assinar também chega para concorrer com uma funcionalidade similar disponível nos Círculos do Google+.
O 'Assinar' também permitirá que os usuários filtrem algumas atualizações de status de seu feed de notícias que tiverem ficado repletos de posts de baixo interesse .
Para permitir que você seja seguido no FB, acesse essa página e clique em Permitir Assinantes no canto superior direito.
O Facebook está estendendo o alcance do seu site para o território do Twitter e do Google+ ao liberar uma ferramenta que permite aos usuários realizarem assinaturas para receber os posts públicos de outros usuários sem necessariamente precisarem ser amigos.
A opção de permitir que outros usuários do Facebook se inscrevam para receber os posts públicos de outras pessoas será disponibilizada nos próximos dias, de acordo com um comunicado liberado pelo site.
Esse recurso aparentemente replicará o modelo de “seguir” (“follow”) do Twitter e de uma funcionalidade parecida disponível no rival Google+. Essa é uma capacidade que usuários famosos tem pedido há algum tempo, uma vez que os perfis pessoais possuem limite de 5 mil amigos.
Uma maneira de escapar dessa limitação é a criação de uma página promocional no Facebook. Mas para esse tipo de usuário isso significa ter de gerenciar duas presenças no site.
Agora, os usuários poderão deixar outros usuários se inscreverem para receber seus posts públicos sem precisar virarem seus amigos, um movimento que coloca o Facebook em uma competição muito mais direta com o Twitter.
Esse novo botão Assinar é o mais recente de um conjunto de novos recursos que o Facebook adicionou no último mês, que muitos analistas acreditam ter sido impulsionados pelo lançamento da versão inicial do Google+ no final de junho.
Nesta semana, o Facebook anunciou novos recursos para simplificar e automatizar o agrupamento de amigos, e anteriormente havia tornado seus controles de privacidade mais destacados e fáceis de usar, duas melhorias vistas como reações para o recurso de Círculos do Google+.
Antes, o Facebook também havia lançado o recurso de videochamadas, que não estava disponível na época do lançamento do Google+.
Além de entrar no território do Twitter, o novo botão Assinar também chega para concorrer com uma funcionalidade similar disponível nos Círculos do Google+.
O 'Assinar' também permitirá que os usuários filtrem algumas atualizações de status de seu feed de notícias que tiverem ficado repletos de posts de baixo interesse .
Para permitir que você seja seguido no FB, acesse essa página e clique em Permitir Assinantes no canto superior direito.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Redes sociais disparam como a maior devoradora de tempo online nos EUA
Segundo pesquisa, americanos passam quase 25% de seu tempo online em sites como o Facebook, que recebeu 140 milhões de visitantes em maio.
Uma nova pesquisa mostra que os americanos estão cada vez mais obcecados com os sites de redes sociais. O Facebook, por exemplo, toma mais tempo das pessoas nos EUA que qualquer outro blog ou mídia social.
As redes sociais e os blogs ocupam boa parte do tempo que os americanos passam online. Eles respondem por quase 25% do tempo gasto na Internet, segundo o Social Media Report, relatório da empresa de pesquisas Nielsen sobre mídias sociais. O tempo que os usuários americanos de Internet gastam em redes sociais é pelo menos duas vezes maior que o dedicado a outra categoria bastante popular: jogar games online.
O Facebook é o destino preferencial de toda essa gente que busca redes sociais e blogs. A Nielsen informou que 140 milhões de pessoas visitaram o Facebook em maio, o que corresponde a 70% de todos os usuários ativos de Internet dos EUA. O Blogger, da Google, aparece em segundo lugar, com um distante número de 50 milhões de visitantes no mês. O Twitter vem em terceiro, com 23 milhões.
E não é só que mais pessoas usam o Facebook. Elas também gastam mais tempo por lá.
De acordo com a Nielsen, os usuários do Facebook gastaram 53,5 bilhões de minutos no site em maio. Compare com a Yahoo, onde os usuários gastaram 17,5 bilhões de minutos no mesmo mês, ou com a Google, que viu seus usuários ficarem por lá 12,5 bilhões de minutos.
Internautas novos
“Não me surpreendo em ver que as pessoas gastam 25% de seu tempo online em redes sociais”, disse Dan Olds, analista do The Gabriel Consulting Group. “As redes sociais têm-se tornado o foco online para muitos internautas novos – especialmente as pessoas mais velhas, que não utilizaram computadores extensivamente durante sua vida profissional.”
“Não me surpreendo em ver que as pessoas gastam 25% de seu tempo online em redes sociais”, disse Dan Olds, analista do The Gabriel Consulting Group. “As redes sociais têm-se tornado o foco online para muitos internautas novos – especialmente as pessoas mais velhas, que não utilizaram computadores extensivamente durante sua vida profissional.”
Olds está certo. A Nielsen informou que os usuários com mais de 55 anos são o grupo que mais cresce nas redes sociais. Contudo, as pessoas com idade entre 18 e 34 anos são o grupo mais ativo.
“Eu vejo que a rede social pode ter atingido o status de ‘killer app’ [aplicação matadora] à medida que atrai pessoas que nunca tinham utilizado a computação”, acrescentou Olds.
O informe, que foi divulgado nesta semana, também destaca que as pessoas usam cada vez mais sites como Facebook e Twitter enquanto estão fazendo compras.
Segundo a Nielsen, 70% dos internautas engajados ativamente em redes sociais compram online. Isso é 12% maior que a média entre os internautas adultos em geral.
“A popularidade da mídia social continua a crescer, conectando pessoas com praticamente tudo que observam e compram”, conclui o estudo. “Nos EUA, as redes sociais e os blogs alcançam praticamente 80% dos usuários ativos de Internet e representam a maior parte do tempo que os americanos passam online.”
E, ao mesmo tempo que os americanos permanecem conectados e compram online mais e mais, eles também utilizam aparelhos móveis. A Nielsen destacou que cerca de 40% dos usuários de mídia social acessam seus sites a partir de smartphones.
Veja abaixo as dez principais categorias que mais tomaram o tempo dos americanos na Internet, segundo o estudo da Nielsen.
1. Redes sociais e blogs – 22,5%
2. Games online – 9,8%
3. E-mail – 7,6%
4. Portais – 4,5%
5. Vídeos/filmes – 4,4%
6. Busca – 4%
7. Mensagens instantâneas – 3,3%
8. Fornecedores de software – 3,2%
9. Classificados/leilões – 2,9%
10. Notícias/atualidades – 2,6%
(Sharon Gaudin)
FONTE: http://idgnow.uol.com.br/
Teremos música no Facebook?
O que falta para que você não saia mais do Facebook? Música, é a aposta da imprensa especializada.
Depois de muitos rumores sobre a integração de música no Facebook, os responsáveis pela rede social parecem confirmar os comentários. Depois que um programador conseguiu encontrar códigos que envolviam música ao fazer o download do Facebook Vídeo Chat, em agosto, eles anunciaram que a empresa pode falar sobre música na próxima f8, a conferência anual que acontecerá em 22 de setembro.
Outro sinal foi dado por Mark Zuckerberg em maio. “Música, TV, notícias, livros – aquelas coisas que as pessoas naturalmente fazem com os amigos. Espero que nós possamos fazer nosso papel permitindo que novas empresas sejam formadas, e que ajudemos as que já estão aí produzindo bons conteúdos a se tronarem mais sociais”, disse o CEO, segundo informações do Discovery News.
A ideia da empresa é fazer seus maiores anúncios nas conferências anuais, assim como a Apple. Mas um porta voz do Facebook desmentiu os rumores da imprensa em um email, dizendo que não havia nada de novo a anunciar porque a maioria dos serviços mais usados de música já estão integrados de alguma forma ao Facebook, só haveriam melhorias.
Mas não foi suficiente para acabar com os rumores. Segundo o blog Mashable, os especialistas em tecnologia esperam que grandes nomes como Spotify, Rdio e MOG possam estar ligados à integração de música no Facebook. O Spotify, por exemplo, permite que os usuários ouçam músicas por streaming , criem e compartilhem playlists, uma característica que combina bem com a rede social.Atualmente os usuários já podem usar aplicativos de músicas nas páginas pessoais. Mas não podem compartilhar.
A especulação não para por aí. A imprensa e os blogueiros também falam sobre valores. Será que o Facebook cobraria pelo serviço? O Spotify é grátis com propagandas, para um serviço sem interrupções os usuários pagam. E, se não for pago, quais seriam as consequências para a indústria fonográfica?
Depois de muitos rumores sobre a integração de música no Facebook, os responsáveis pela rede social parecem confirmar os comentários. Depois que um programador conseguiu encontrar códigos que envolviam música ao fazer o download do Facebook Vídeo Chat, em agosto, eles anunciaram que a empresa pode falar sobre música na próxima f8, a conferência anual que acontecerá em 22 de setembro.
Outro sinal foi dado por Mark Zuckerberg em maio. “Música, TV, notícias, livros – aquelas coisas que as pessoas naturalmente fazem com os amigos. Espero que nós possamos fazer nosso papel permitindo que novas empresas sejam formadas, e que ajudemos as que já estão aí produzindo bons conteúdos a se tronarem mais sociais”, disse o CEO, segundo informações do Discovery News.
A ideia da empresa é fazer seus maiores anúncios nas conferências anuais, assim como a Apple. Mas um porta voz do Facebook desmentiu os rumores da imprensa em um email, dizendo que não havia nada de novo a anunciar porque a maioria dos serviços mais usados de música já estão integrados de alguma forma ao Facebook, só haveriam melhorias.
Mas não foi suficiente para acabar com os rumores. Segundo o blog Mashable, os especialistas em tecnologia esperam que grandes nomes como Spotify, Rdio e MOG possam estar ligados à integração de música no Facebook. O Spotify, por exemplo, permite que os usuários ouçam músicas por streaming , criem e compartilhem playlists, uma característica que combina bem com a rede social.Atualmente os usuários já podem usar aplicativos de músicas nas páginas pessoais. Mas não podem compartilhar.
A especulação não para por aí. A imprensa e os blogueiros também falam sobre valores. Será que o Facebook cobraria pelo serviço? O Spotify é grátis com propagandas, para um serviço sem interrupções os usuários pagam. E, se não for pago, quais seriam as consequências para a indústria fonográfica?
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Mulheres dominam as redes sociais
Redes sociais, como Facebook e Twitter, estão cada vez mais populares, principalmente entre as mulheres. Um novo estudo mostrou que elas estão usando bem mais esses sites do que os homens.
Uma pesquisa americana revelou que 69% das mulheres internautas usam redes sociais, contra 60% dos homens. E de 89% mulheres com idades entre 18 e 29 anos que estão nas redes sociais, 69% dizem atualizar esses sites diariamente.
Apenas sites de busca e e-mail permaneceram mais populares do que as redes sociais no estudo – já que é possível dispensar o Twitter, mas não o Google ou os e-mails pessoais.
O resultado não é totalmente surpreendente: as mulheres tem se mostrado mais propensas do que os homens a utilizarem sites de redes sociais desde 2009.
A porcentagem de internautas que estão em redes sociais está subindo todos os dias; mais do que dobrou nos últimos três anos, passando de cerca de 29% em 2008 para 65% este ano.
Pela primeira vez, mais de 50% dos adultos entrevistados na pesquisa afirmaram usar redes sociais, bem longe do percentual de 2005, quando apenas 5% dos adultos afirmaram usar algum desses sites. [CNN]
Redes Sociais, Crianças e Jovens
As redes sociais, são um dos principais destinos dos utilizadores de Internet. São o tipo de sites com maior número de utilizadores regulares, maior número de visualizações e onde se despende mais tempo. As redes sociais são um fenómeno de popularidade entre os utilizadores de Internet. E as crianças e jovens não são exceção.
Apesar da generalidade das redes sociais estipular os 13 anos como idade mínima para a sua utilização, esta restrição revela-se na prática pouco eficaz. De facto, segundo o projeto EuKidsOnline (1), 38% das crianças portuguesas entre os 9 e os 12 anos de idade e 78% dos jovens portugueses entre os 13 e os 16 anos, têm um perfil numa rede social. Igualmente ineficaz parece ser a regulação parental, já que 31% dos pais das crianças e jovens portuguesas (9 aos 16 anos), não os autoriza a ter um perfil numa rede social.
Entre as redes sociais usadas por estes jovens, o Facebook domina claramente. 51% das crianças e jovens entre os 9 e os 16 anos refere usar esta rede e 49% refere usar outra rede. E 24% têm o seu perfil no Facebook configurado como público. No caso das crianças dos 9 aos 12 anos, este valor chega aos 29%. Considerando três potenciais indicadores de risco, 27% das crianças e jovens portugueses entre os 9 e os 16 anos têm mais de 100 contactos na sua lista de amigos; 28% teve contactos com pessoas que conheceram na Internet e com as quais não têm outra ligação; 6% revela o número de telefone ou a morada nos seus perfis e 8% revela o nome da escola.
Perante estes dados, geralmente perguntam-me quais os benefícios das redes sociais para as crianças e jovens e quais os riscos a que podem estar expostos. Considero que as redes sociais não trazem benefícios ou oportunidades novas, tal como também não trazem riscos novos. De igual modo, não exigem novas abordagens no domínio da segurança. O que as redes sociais trazem de novo é a concentração de benefícios ou oportunidades num único local, o mesmo acontecendo com os riscos.
Concentrando num único local uma grande diversidade de serviços no domínio dos media sociais, dos blogues e serviços de conversação até aos jogos, passando pela partilha de fotos, sons e vídeos, as redes sociais facilitam a produção de conteúdos, os contactos e podem ser um paraíso para o lazer e entretenimento.
Ao nível dos riscos, acontece o mesmo. Concentrando num único local um elevado número de utilizadores, serviços e funcionalidades, concentram igualmente as principais categorias de riscos. Aquilo a que chamo os 5 Cês: Conteúdos, Contactos, Comércio, Comportamentos/Condutas, Copyright (direitos de autor) e que desenvolvo mais em detalhe no artigo “Ameaças à Segurança Online de Crianças e Jovens(2)”.
Ao nível das soluções, as redes sociais também não exigem abordagens novas. A este nível, defendo que uma estratégia de segurança infantil ou juvenil no domínio das TIC é como uma cadeira. Isto é, deve ter quatro pernas. Se tiver três, é um banco. Dá para nos sentarmos, mas quanto mais jovem for a criança, menos segura se torna. Com menos de três pernas, dificilmente se aguenta de pé. Na segurança de crianças e jovens na Internet, as quatro pernas da cadeira corres-pondem a quatro pilares que equivalem à adoção de quatro tipo de abordagens: Abordagem Legal ou Regulamentar; Abordagem Parental; Abordagem Educacional; Abordagem Tecnológica. Estes são os tópicos que desenvolvo mais em pormenor no artigo “Segurança Rodoviária & Segurança Internet”.
No entanto, dada a sua particularidade, no sentido de minimizar os fatores de risco acima referidos, importa tirar partidos das funcionalidades disponibilizadas pelas redes sociais, nomeadamente ao nível das configurações de privacidade e da criação de listas de amigos.
Por fim, importa conhecer as diferenças entre as redes sociais tradicionais e as redes sociais virtuais. A este nível recomendo a leitura do artigo “7 Aspetos a Considerar na Sua Vida Online”, tema que desenvolvo em ações de sensibilização para pais, encarregados de educação, alunos, professores e educadores, um pouco por todo o país.
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