Se tornou usual as empresas criarem suas páginas nas redes sociais para divulgar seus produtos e serviços. Algumas delas usam estas mesmas redes para abrir um canal de diálogo com seus clientes, o que é muito bom. No entanto, diversas outras companhias evitam entrar nesta onda porque não sabem como fazer isso ou porque não possuem equipes capacitadas para gerenciar toda a demanda que poderá surgir desta iniciativa. Até aí nada demais.
O problema é que temos percebido que muitas empresas não desejam participar de uma rede social justamente porque não se pode ter controle sobre elas. Ou seja, o cliente vai lá e publica uma reclamação – justa ou não – e todo mundo fica sabendo. O argumento destas empresas trilha o lado sombrio das relações com os consumidores: a ausência de transparência com o mercado.
Sim, porque, se a empresa pensa e trata seus clientes como algo a ser evitado após a venda feita, ela, na verdade está deixando de ter interatividade com seus consumidores e está perdendo uma grande oportunidade de fortalecer sua marca. Você pode achar que este nosso argumento é puramente uma estratégia de marketing. Pode ser, mas quem tem medo de colocar a cara à tapa não deveria montar uma empresa. O que falta nas empresas atuais é justamente esse acompanhamento dos clientes. Uma venda não pode ser vista como o final da história, quando o negócio é fechado deve-se ter ideia que é apenas o começo.
O objetivo é achar este espaço onde a empresa possa se relacionar com o cliente e esquecer essa atual estratégia de fugir deste ambiente de pós-venda. A procura da empresa atrás do cliente não deve ser receosa. O contato com o cliente não pode ser apenas uma simples newsletter de produtos promocionais. Os problemas, as dúvidas e os elogios fazem parte de qualquer venda em qualquer empresa, e, um lugar para você acompanhar o cliente auxilia na solução de problemas e propagação dos elogios.
Conheço muitas empresas que trabalham para ter seu cliente mais próximo e por isso estão atentas às novidades. Possuem páginas no Twitter, Facebook, Orkut, Youtube e outros canais de mídia que permitem dialogar de alguma forma com o mercado. Sistemas de CRM modernos já estão integrados com as redes sociais e delas recebem não apenas leads, mas também sugestões. Acompanhar as redes sociais é a maneira de saber a satisfação do seu cliente geral ou público alvo, mas ainda sem aquele consumidor específico que foi à loja, comprou o produto e quer se sentir seguro da transação e/ou da mercadoria. O lugar onde você pode agir como uma rede social e ter interligado a isso o seu processo de vendas é a solução para um novo tipo de relação entre cliente e empresa. Usar uma das redes sociais como as citadas acima para esse tipo de relacionamento pode ser uma bela estratégia, mas ainda não será a específica para o negócio e demandará mais esforço do que resultado.
Os analistas reconhecem: “estamos em uma nova era das relações de consumo”. Tanto que uma nova categoria de consumidor se aglutina em redes sociais com foco na compra de produtos justamente porque desejam trocar ideias com outras pessoas – conhecidas ou não – sobre um determinado produto que está na sua lista de desejos. Obter a opinião das pessoas é importante. Dialogar com elas sobre suas expectativas e experiências é a nova fase do consumo. Coisa que nenhuma loja virtual ainda consegue, pode ou mesmo deseja oferecer. Colocar a cara à tapa não é para qualquer um, é para os verdadeiros empreendedores, que não têm medo dos desafios, das quedas e de levantar novamente para seguir vivos nos mercados.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Existe um herdeiro a altura de Steve Jobs?
A morte de Steve Jobs gera um vácuo de poder na cadeia criativa tecnológica para os próximos anos. O questionamento se torna mais amplo do que sua substituição. Em uma visão mais ampla deveríamos estar nos perguntando quem atualmente tem a capacidade de impactar o mercado com tamanha perspicácia e inteligência como ele? De forma mais direta, a pergunta a ser respondida é:
Quem será o herdeiro da cadeira de gênio tecnológico nos próximos anos?
Tim Cook (Foto: Divulgação)
Poderia ser Tim Cook, que entrou no lugar de Jobs após seu pedido para deixar o cargo naApple? Poderia. No entanto, Cook vem de uma formação específica e aparenta ter uma veia mais técnica do que criadora. Formado em Engenharia Industrial pela Universidade de Auburn, trabalhou por 12 anos na IBM e posteriormente, um curto período, na Compaq até ser contratado por Jobs para assumir o cargo de Vice-Presidente Sênior de operações na internet.
Algumas análises mais recentes referentes as ações de Cook o consideram alguém que toma conta da visão geral das operações da empresa, deixando espaço para que sua equipe brilhe. Não parece ser um centralizador como Jobs. Pode ser o início de uma nova cultura de trabalho dentro da “fábrica da maçã”.
Mas, até o momento, não é possível enxergar em suas atitudes algo que possa surpreender o consumidor e o mercado de forma tão direta quanto seu antecessor no cargo. Cook pode até ter algo mais para mostrar, mas por enquanto é somente o substituto de um gênio.
Sergey Brin e Larry Page. (Foto: Divulgação)
Outros postulantes a herdeiros do legado tecnológico e de criação de Jobs são Larry Page e Sergey Brin, os criadores doGoogle. Ambos encontraram-se nos corredores da universidade de Stanford devido à pesquisa de Page, para seu Ph.D, versar sobre as propriedades matemáticas da rede.
Durante os encontros para a composição da tese a dupla criou um dos sites mais visitados do planeta. Brin e Page talvez não estejam tão inseridos na criação de hardware quanto Jobs, apesar das investidas do Google nas mais diversas áreas tecnológicas e do acirramento da disputa pelo mercado desmartphones com Apple.
Porém, a dupla consegue enxergar à frente de seu tempo e disponibilizar ideias capazes de mudar o uso de tecnologias na vida das pessoas. Page e Brin acabam por se enquadrar em uma das principais sacadas de Jobs, “criar algo que não existia, mas que as pessoas precisavam”.
A dupla tem seu espaço garantido no mundo tecnológico como criadores e visionários, mas agora, que o mercado das ideias ficou menos competitivo, é necessário ver como irão se comportar na hora de entregar novos produtos e serviços aos consumidores e se serão capazes de surpreender as pessoas de forma tão direta quanto Jobs.
Mark Zuckerberg, do Facebook (Foto: Divulgação)
Por último surge Mark Zuckerberg, o mais novo da lista tanto em idade – com 27 anos – quanto em exposição na mídia tecnológica. Zuckerberg é a pessoa da tecnologia que conseguiu, nos últimos anos, congelar as atenções de grande parte dos admiradores e criadores de tendências dessa área, por meio da rede social Facebook.
O que Zuckerberg conseguiu com o Facebook, pode ser considerado um marco na atual conjuntura da Internet, desbancar o Google do top de páginas mais acessadas e junto a isso quebrar recordes referentes ao número de pessoas utilizando sua plataforma, quantidade de uploads e tráfego de arquivos por meio da sua ferramenta social. É alguém com potencial a ser desbravado.
Muitos já disseram que Zuckerberg é um gênio, um prodígio, mas com certeza ainda é cedo para que um veredicto possa ser dado de forma conclusiva, já que para ser um gênio ou algo mais do que um bilionário da rede, grande parte do que é feito por alguém ou por sua equipe precisa ser inovador, gerar tendência e, acima de tudo, impactar o cotidiano de forma geral.
É óbvio que, a procura por um herdeiro de Jobs só está começando e, talvez, nunca tenha fim.
Em suma, Steve Jobs foi alguém que gerou tendência, criou mercados e determinou necessidades que não existiam. Estava atento a todos os detalhes dos projetos desenvolvidos por sua companhia e dava atenção à simplicidade de uso desses equipamentos criando uma experiência diferente tanto para quem já estava acostumado com tecnologia quanto para quem estava comprando o seu primeiro equipamento.
Hoje existem vários CEOs, empreendedores, criadores entre outros homens e mulheres do segmento tecnológico que têm alguns dos traços marcantes de Jobs, mas será difícil encontrar alguém que possa unir todas as características de um gênio ou guru – como alguns o chamavam – de uma forma tão completa como ele conseguiu.
Mobile Marketing vale a pena?
Mobile marketing (ou móbile marketing) é o termo utilizado para definir ações de marketing realizadas através de celulares ou dispositivos móveis. É amplamente utilizado para campanhas que utilizam: SMS, MMS, jogos, mobile sites (páginas da internet para dispositivos móveis) e ações com conteúdo.
Mas será que estas ferramentas são eficientes? Muitos dizem que sim e muitos dizem que não.
Mas eu diria que se a criatividade aliada à tecnologia for muito bem utilizada, estas ferramentas podem sim render muitos frutos. Claro, sempre sob o olhar de profissionais especializados em comunicação, marketing, administração e tecnologia da informação.
Mas eu diria que se a criatividade aliada à tecnologia for muito bem utilizada, estas ferramentas podem sim render muitos frutos. Claro, sempre sob o olhar de profissionais especializados em comunicação, marketing, administração e tecnologia da informação.
A vantagens destas ferramentas são o acesso direto a consumidores e futuros consumidores. Consumidores que talvez não estejam ou não sejam atingidos em veículos de comunicações usuais. A integração de mídias e interatividade com certeza pode ser impactante.
Mailing Personalizado, e-mail marketing (opt in - com permissão de recebimento) , sms (via telefone, celular, etc) , Bluetooth Marketing, mala direta, etc
E não podemos nos esquecer do grande Boom de celulares smartphones. O acesso à internet via celular aumentou assustadoramente. As empresas precisam estar atentas à isto (Leia o nosso artigo sobre o Kekanto e Foursquare) .
É realmente o profissional de marketing, empresas e agências cada vez mais depara-se com mais ferramentas. E vence a brincadeira quem chegar primeiro e principalmente, utilizar tais ferramentas com maestria e inteligência.
Afinal, o consumidor não é burro. E hoje, além de inteligente é muito exigente.
Mailing Personalizado, e-mail marketing (opt in - com permissão de recebimento) , sms (via telefone, celular, etc) , Bluetooth Marketing, mala direta, etc
E não podemos nos esquecer do grande Boom de celulares smartphones. O acesso à internet via celular aumentou assustadoramente. As empresas precisam estar atentas à isto (Leia o nosso artigo sobre o Kekanto e Foursquare) .
É realmente o profissional de marketing, empresas e agências cada vez mais depara-se com mais ferramentas. E vence a brincadeira quem chegar primeiro e principalmente, utilizar tais ferramentas com maestria e inteligência.
Afinal, o consumidor não é burro. E hoje, além de inteligente é muito exigente.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Companhias adotam redes sociais para contratar
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A batalha pela publicidade infantil
Uma criança assiste televisão no sofá da sala. Nos intervalos do desenho animado, comerciais animados se revezam. Um deles, de um biscoito colorido, chama a atenção do pequeno. Imediatamente, o pai é solicitado a atender ao novo desejo da criança. Se sentindo culpado por não poder passar tanto tempo quanto gostaria com seu filho, corre para compensar sua ausência com biscoitos. A criança come satisfeita, já pensando no próximo pedido.
Situações como esta são comuns – no Brasil e no mundo todo. As crianças são curiosas, ávidas em aprender sobre tudo. Gostam de novidades. Como todos nós, têm necessidades e desejos. Muitos são atendidos através do consumo.
Mas críticas a este processo são frequentes. Dizem que gera consumismo, obesidade, entre outros males. De fato, a obesidade infantil é um problema crescente. A valorização do consumo como forma de expressão da identidade também. E a causa de tudo isso tem sido atribuída à publicidade. A solução parece simples: proibir a publicidade direcionada à criança. É o que alguns defendem.
Dizem que todo problema tem uma resposta simples, clara e... errada. Me parece ser o caso aqui. No exemplo acima, devemos considerar vários pontos. O que não é saudável à criança não é o consumo eventual de biscoitos, mas seu consumo excessivo. Os pais têm uma responsabilidade permanente sobre seus filhos: impor limites. É parte importante da educação. Afinal, o mundo imporá limites ao jovem e adulto. Sem limites, o filho torna-se um tirano. E o futuro adolescente será inseguro.
Se o produto anunciado pode causar malefícios, ele deve ser o principal objeto de mudança. As empresas devem oferecer alimentos sem excesso de açúcar, sódio ou gordura saturada. E ainda devem orientar para o consumo moderado. Se não o fizerem, poderão perder vendas futuras. Se não houver publicidade de produtos infantis, a programação infantil perde seus patrocinadores. Sem eles, torna-se inviável. Sem entretenimento infantil, as crianças seriam condenadas à programação adulta, tão mais inadequada.
A criança já é protegida hoje de possíveis excessos das empresas por uma série de normas e regulamentações: Código de Defesa do Consumidor, Estatuto da Criança e do Adolescente, Conar, Anvisa... Como se não bastasse, há projetos de lei bem mais radicais em trâmite. O PL 5921/2001 propõe simplesmente a proibição de toda publicidade direcionada à criança, apesar de seu teor ter sofrido várias modificações durante estes 10 anos em que passa de comissão em comissão. O PL 87/2011 quer a proibição de qualquer forma de publicidade dentro de escolas do ensino básico. O PL 244/2011 considera abusiva a publicidade que possa induzir a criança a desrespeitar os valores éticos e sociais da pessoa e da família. Eu gostaria de saber quem serão os sábios definidores destes valores éticos e balizadores daquilo que conspira contra eles. Há ainda o PL 702/2011, que busca eliminar a publicidade infantil no período das 7 às 22 horas, pretendendo colocar assim as crianças à salvo.
A publicidade de produtos que a criança consome tem sido tratada por certos setores como a de cigarros ou de bebidas alcoólicas. É uma postura perigosamente radical. Busca tirar dos pais a possibilidade de escolha. O código de autorregulamentação publicitária já orienta que “nenhum anúncio dirigirá apelo imperativo de consumo diretamente à criança”, que não deverá “impor a noção de que o produto proporcione superioridade ou inferioridade” e que deve respeitar “a ingenuidade, a credulidade e inexperiência” dos menores.
São raros os países que proíbem a publicidade infantil: Canadá (apenas em Quebec, desde 1980), Suécia (desde 1991) e Noruega (desde 1992). Curiosamente, são raras também as próprias crianças nesses países. A população infantil do Brasil, de 44 milhões de pessoas, é maior que a população inteira de todos esses lugares somados. O impacto econômico de uma eventual proibição desse tipo no nosso país seria enorme.
O Estado não deve ter a pretensão de decidir pelos pais o que é melhor para as crianças. E as empresas devem ser responsáveis ao lançar e divulgar produtos direcionados ao público infantil. Melhor que proibição, precisamos de conscientização.
* Arnaldo Rabelo é consultor em marketing infantil, MBA em marketing pela Fundação Getúlio Vargas, diretor da Associação Brasileira de Licenciamento (Abral) e coautor dos livros “Licensing” e “Marketing Infantil”.
Situações como esta são comuns – no Brasil e no mundo todo. As crianças são curiosas, ávidas em aprender sobre tudo. Gostam de novidades. Como todos nós, têm necessidades e desejos. Muitos são atendidos através do consumo.
Mas críticas a este processo são frequentes. Dizem que gera consumismo, obesidade, entre outros males. De fato, a obesidade infantil é um problema crescente. A valorização do consumo como forma de expressão da identidade também. E a causa de tudo isso tem sido atribuída à publicidade. A solução parece simples: proibir a publicidade direcionada à criança. É o que alguns defendem.
Dizem que todo problema tem uma resposta simples, clara e... errada. Me parece ser o caso aqui. No exemplo acima, devemos considerar vários pontos. O que não é saudável à criança não é o consumo eventual de biscoitos, mas seu consumo excessivo. Os pais têm uma responsabilidade permanente sobre seus filhos: impor limites. É parte importante da educação. Afinal, o mundo imporá limites ao jovem e adulto. Sem limites, o filho torna-se um tirano. E o futuro adolescente será inseguro.
Se o produto anunciado pode causar malefícios, ele deve ser o principal objeto de mudança. As empresas devem oferecer alimentos sem excesso de açúcar, sódio ou gordura saturada. E ainda devem orientar para o consumo moderado. Se não o fizerem, poderão perder vendas futuras. Se não houver publicidade de produtos infantis, a programação infantil perde seus patrocinadores. Sem eles, torna-se inviável. Sem entretenimento infantil, as crianças seriam condenadas à programação adulta, tão mais inadequada.
A criança já é protegida hoje de possíveis excessos das empresas por uma série de normas e regulamentações: Código de Defesa do Consumidor, Estatuto da Criança e do Adolescente, Conar, Anvisa... Como se não bastasse, há projetos de lei bem mais radicais em trâmite. O PL 5921/2001 propõe simplesmente a proibição de toda publicidade direcionada à criança, apesar de seu teor ter sofrido várias modificações durante estes 10 anos em que passa de comissão em comissão. O PL 87/2011 quer a proibição de qualquer forma de publicidade dentro de escolas do ensino básico. O PL 244/2011 considera abusiva a publicidade que possa induzir a criança a desrespeitar os valores éticos e sociais da pessoa e da família. Eu gostaria de saber quem serão os sábios definidores destes valores éticos e balizadores daquilo que conspira contra eles. Há ainda o PL 702/2011, que busca eliminar a publicidade infantil no período das 7 às 22 horas, pretendendo colocar assim as crianças à salvo.
A publicidade de produtos que a criança consome tem sido tratada por certos setores como a de cigarros ou de bebidas alcoólicas. É uma postura perigosamente radical. Busca tirar dos pais a possibilidade de escolha. O código de autorregulamentação publicitária já orienta que “nenhum anúncio dirigirá apelo imperativo de consumo diretamente à criança”, que não deverá “impor a noção de que o produto proporcione superioridade ou inferioridade” e que deve respeitar “a ingenuidade, a credulidade e inexperiência” dos menores.
São raros os países que proíbem a publicidade infantil: Canadá (apenas em Quebec, desde 1980), Suécia (desde 1991) e Noruega (desde 1992). Curiosamente, são raras também as próprias crianças nesses países. A população infantil do Brasil, de 44 milhões de pessoas, é maior que a população inteira de todos esses lugares somados. O impacto econômico de uma eventual proibição desse tipo no nosso país seria enorme.
O Estado não deve ter a pretensão de decidir pelos pais o que é melhor para as crianças. E as empresas devem ser responsáveis ao lançar e divulgar produtos direcionados ao público infantil. Melhor que proibição, precisamos de conscientização.
* Arnaldo Rabelo é consultor em marketing infantil, MBA em marketing pela Fundação Getúlio Vargas, diretor da Associação Brasileira de Licenciamento (Abral) e coautor dos livros “Licensing” e “Marketing Infantil”.
Facebook permite marcar até quem não é amigo
A partir de agora, usuários do Facebook podem marcar pessoas que não sejam suas amigas na rede social.
Quando alguém for "dona" de um post público, poderá marcar qualquer um que tenha comentado ali. Basta escrever o nome ou precedê-lo do símbolo "@".
A novidade foi anunciada na última quinta-feira, 6, e, segundo o The Next Web, vem como passo natural para a rede social, que recentemente adotou um recurso que permite "seguir" outras pessoas sem precisar adicioná-las como amigas.
Quem for marcado receberá uma notificação, dando a oportunidade para que, se não quiser ficar ali, possa apagar a ligação.
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