terça-feira, 8 de novembro de 2011
Políticos apostam em Redes Sociais
A internet e as redes sociais se consagram cada vez mais como ferramentas que estão a serviço da população. No meio político, sites, Facebook e Twitter, se transformaram em um meio do eleitor observar o que é feito, dar sugestões e cobrar as promessas não realizadas. Já os candidatos, enxergam como uma forma de destacar as ações e se fazer mais presente na mente dos eleitores.
Em São Caetano, o vereador Paulo Pinheiro (PMDB) lançará nesta terça-feira (8/11) seu site todo reformulado e integrado com as redes sociais. “O site está com o visual mais bonito, moderno e prático para que o munícipe seja incentivado cada vez mais a interagir”, afirma o vereador. O site disponibiliza depoimentos de munícipes nos 15 bairros da cidade, propostas legislativas, além de materiais sobre o tema medicina (área de atuação do político).
De acordo com Pinheiro, com quatro anos de existência o site já teve um retorno satisfatório com pessoas que participam dando sugestões ou mesmo fazendo críticas. “Isso foi minha motivação para ampliar os processos de interação e estar cada vez mais próximo do munícipe”, explica. O vereador vê o Facebook como sua arma principal, pois já possui mais de cinco mil seguidores e até uma fan page.
Paulo Pinheiro que é pré-candidato à prefeitura de São Caetano nega que essa seja uma de suas estratégias para a eleição de 2012. “Estou focado no meu trabalho no legislativo e vejo o site como uma forma da população dar retorno ao meu trabalho. Não penso ainda em utilizá-lo para outros fins mesmo porque existe a parte jurídica disso tudo”, afirma o vereador. Outros políticos da região se destacam pela atuação nas redes sociais, como os deputados estaduais Alex Manente (PPS) e Orlando Morando (PSDB) e o deputado federal Vicentinho (PT). Entre os prefeitos, Aidan Ravin (Santo André) e Luiz Marinho (São Bernardo) são os adeptos à tecnologia. (Colaborou Carolina Neves)
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Mídias sociais facilitam interação com alunos, defendem especialistas
Escolas precisam experimentar o uso das mídias sociais para aproximar o conteúdo pedagógico da realidade dos alunos, apontaram especialistas em educação que participaram na quinta-feira (3) de seminário sobre o tema, no Rio. Segundo eles, o ideal é testar várias tecnologias e ver qual se adapta às regras da escola e os recursos disponíveis aos alunos, aos professores e aos pais.
Ao apresentar casos bem sucedidos e problemas gerados pelo mau uso de redes sociais, o autor do livroSocialnomics: Como as Mídias Sociais Transformam o Jeito que Vivemos e Fazemos Negócios (na tradução livre), o norte-americano Erik Qualmn, disse que é preciso ousar na educação e não restringir as aulas ao método tradicional que se resume a palestras, sem interatividade.
"Precisamos prestar atenção nos alunos, ver com qual ferramenta ou equipamento eles estão mais familiarizados e dar o primeiro passo", disse Qualmn no seminário Conecta, organizado pelo Sesi/Senai. Ele sugeriu, por exemplo, que escolas passem deveres de casa que possam ser apresentados pelo Youtube e substituam livros pelos ipads – aparelhos que reúnem computador, video game, tocador de música e vídeo e leitor de livro digital.
"Em muitos lugares, existe o debate sobre o uso, pelas crianças, de telefones celulares", disse sobre a disseminação dos smartphones – celulares conectados à internet. "As escolas precisam checar ao que é melhor para si. Na [Universidade de] Harvard, o ipad é permitido em algumas aulas. Outras aulas são dadas da mesma forma há cem anos", acrescentou Qualmn, que também é professor de MBS da Hult International Bussiness, nos Estados Unidos .
Em uma escola pública do município de Hortolândia (SP), Edson Nascimento, professor de educação física, deu o primeiro passo na adoção de novas tecnologias como instrumento pedagógico. Ele criou um blog para divulgar o conteúdo das aulas e conquistou alunos até de outras escolas. Nascimento diz que o principal desafio para difundir a tecnologia na escola é convencer os demais professores a aceitá-la como um recurso educativo.
"Isso não é uma coisa tranquila, não temos adesão de 100% dos professores. Pessoas entendem que se migrarem para a tecnologia não vão mais saber dar aula. Apegam-se ao giz e à lousa como se isso lhes desse controle da turma. Mas os alunos acabam prestando atenção em outras mil coisas", disse Nascimento, que dá aulas para uma escola de 500 alunos de ensino médio e fundamental.
O professor americano Qualmn acrescentou que o próprio uso da internet pode estimular debates sobre a veracidade de conteúdos disponíveis na rede, além de incentivar a produção de conhecimento de forma colaborativa, como o que está disponível no Wikipedia, uma espécie de enciclopédia online aberta, que aceita contribuições de qualquer usuário.
Pedagoga de uma escola particular do Rio, que criou sua própria rede social, Patrícia Lins e Silva relatou que a ferramenta ofereceu "ganchos" para que a escola discutisse tópicos como o uso de "palavrões" e a superexposição de ídolos de adolescentes na rede.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Marketing: hora de olhar para o mundo digital
A divisão de consultoria da IBM anunciou os resultados da primeira pesquisa com mais de 1,7 mil executivos-chefe de marketing (CMOs – Chief Marketing Officers). O estudo, que contemplou 19 segmentos de mercado de 64 países revela que a maioria dos CMOs reconhece que existe uma mudança crítica e desafiadora no setor, mas não se sente preparada para gerenciar esta transformação relacionada, em grande parte, à explosão no volume de dados e utilização de mídias sociais.
De acordo com o estudo, realizado pelo IBV (Institute for Business Value), enquanto 82% dos CMOs pretendem aumentar o uso de mídias sociais no relacionamento com clientes nos próximos três a cinco anos, apenas 26% já adotaram práticas como o rastreamento de blogs. Menos da metade deles está monitorando opiniões de terceiros (42%) e análises de consumidores nas redes sociais (48%) para ajudar a moldar estratégias de marketing e mais de 50% consideram-se despreparados para gerenciar a mídia social e o aumento da colaboração com os clientes.
No Brasil, o estudo ouviu 56 líderes de marketing de empresas de diferentes segmentos. Os resultados no País foram similares à amostra global, mas a preocupação dos CMOs brasileiros com a necessidade de investir em tecnologia foi ainda maior: 91% contra 73% dos outros países. Os executivos locais também indicaram maior interesse no uso de tecnologias de análise de dados para lidar com o elevado volume de informações: 80%, contra 65% da amostra mundial.
Por aqui, os CMOs já aproveitam melhor a análise de dados nos programas de relacionamento com os clientes, isso porque por aqui já é comum a prática de monitorar, em tempo real, discussões sobre marcas em mídias sociais.
Gerenciando os quatro desafios
Os resultados da pesquisa indicam quatro grandes desafios que trarão mudanças significativas nas organizações de marketing nos próximos três a cinco anos:
Explosão de dados: 90% dos dados do mundo todo foram criados nos últimos dois anos. A dificuldade é como analisar esta vasta quantidade de dados para extrair insights e usá-los com eficácia para aprimorar produtos, serviços e a experiência dos clientes.
Plataformas sociais: a mídia social permite que qualquer um se torne um editor, produtor e crítico. Os 490 milhões de usuários do YouTube, por exemplo, fazem o upload de mais conteúdo de vídeo em um período de 60 dias do que as três principais redes de televisão dos Estados Unidos criaram em 60 anos. Hoje, 56% dos CMOs enxergam a mídia social como um importante canal de interação. Porém, eles ainda têm problemas para capturar insights valiosos sobre os clientes a partir dos dados não estruturados produzidos pelos usuários.
Opções de canais e dispositivos: o aumento no número de canais e dispositivos, como smartphones a tablets, já é uma prioridade para os CMOs. Estima-se que o comércio móvel atinja US$ 31 bilhões em 2016, com taxa anual de crescimento de 39% entre 2011 e 2016. Já o mercado de tablets deve atingir 70 milhões de unidades no mundo até o final deste ano, crescendo para 294 milhões até 2015.
Dados demográficos em transformação: novos mercados globais e as gerações mais jovens, com diferentes padrões de consumo, estão mudando o cenário econômico. Na Índia, por exemplo, espera-se que a classe média cresça vertiginosamente de cerca de 5% da população para mais de 40% nas próximas duas décadas. A equipe de marketing precisará adaptar suas estratégias para atender a esta classe média emergente.
Para atender estes desafios, os CMOs precisarão aprimorar a utilização da tecnologia, de mídias sociais e de recursos financeiros. Porém, ante a pergunta de que atributos eles precisam para ter sucesso pessoal nos próximos três a cinco anos, apenas 28% mencionaram competência tecnológica, 25% capacitação em mídia social e 16% indicaram discernimento financeiro.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Banalizaram o homem na publicidade
Estamos cansados pela forma como temos sido tratados pela publicidade. É cada vez mais freqüente ver imagens de homens se comportando estupidamente nos comerciais da TV.
E o pior é ver que isso está virando um clichê, como se nós, de fato, fôssemos personagens de uma realidade na qual o absurdo cede lugar a uma exaustiva tentativa de transformar o sexo masculino em um ser do outro mundo, um tipo que não se parece com ninguém que você conheça.
"Pai em botas enlameadas caminhando alegremente sobre um piso de cozinha que acabara de ser limpo é assistido pela bondosa esposa que apenas dá um sorriso frustrado , atitude que é amavelmente repreendida por seus pimpolhos que apenas acham graça do retardado personagem. Dá para acreditar?
Do jeito que os publicitários estão nos enxergando atrevo-me apresentar aqui uma listinha de regras para que eles possam criar estereótipos perfeitamente incoerentes.
- Os homens são obcecados por sexo, mas abrem mão na hora de assistir ao futebol ou para beber cerveja.
- Só as mulheres são envolvidas na batalha constante com o peso , a forma do corpo e o penteado. Homens? Ih! Nem pensam nisso!
- Para as mulheres terem sucesso na carreira é fundamental que possam impressionar seus chefes. Homens não usam esse expediente. Imagine!!
- Em casa só as mães são frequentemente assediadas e NUNCA ficam deprimidas.
- Qualquer ato de estupidez do sexo masculino como por exemplo colocar o cão na máquina e lavar será atendido com um sorriso irônico e jamais com raiva ou estupidez.
- O homen moderno tem um gato que só come ração Iskas da mais cara
- Bebidas quentes têm miraculosos efeitos rejuvenescedores. Os bêbados parecem crianças.
- Escola é uma experiência feliz para os meninos já para as meninas...
- Produtos à base de iogurte pode mudar a vida do homem.
Quer ser um famoso jogador de futebol? Tome iogurte! Quer se tornar irresistível diante das mulheres? Tome um iogurte! Quer evitar doenças do coração? ...
- Andar de trem no subúrbio é uma forma maravilhosa e relaxante para viajar e você ainda pode flertar com um membro atraente do sexo oposto
E o pior é ver que isso está virando um clichê, como se nós, de fato, fôssemos personagens de uma realidade na qual o absurdo cede lugar a uma exaustiva tentativa de transformar o sexo masculino em um ser do outro mundo, um tipo que não se parece com ninguém que você conheça.
"Pai em botas enlameadas caminhando alegremente sobre um piso de cozinha que acabara de ser limpo é assistido pela bondosa esposa que apenas dá um sorriso frustrado , atitude que é amavelmente repreendida por seus pimpolhos que apenas acham graça do retardado personagem. Dá para acreditar?
Do jeito que os publicitários estão nos enxergando atrevo-me apresentar aqui uma listinha de regras para que eles possam criar estereótipos perfeitamente incoerentes.
- Os homens são obcecados por sexo, mas abrem mão na hora de assistir ao futebol ou para beber cerveja.
- Só as mulheres são envolvidas na batalha constante com o peso , a forma do corpo e o penteado. Homens? Ih! Nem pensam nisso!
- Para as mulheres terem sucesso na carreira é fundamental que possam impressionar seus chefes. Homens não usam esse expediente. Imagine!!
- Em casa só as mães são frequentemente assediadas e NUNCA ficam deprimidas.
- Qualquer ato de estupidez do sexo masculino como por exemplo colocar o cão na máquina e lavar será atendido com um sorriso irônico e jamais com raiva ou estupidez.
- O homen moderno tem um gato que só come ração Iskas da mais cara
- Bebidas quentes têm miraculosos efeitos rejuvenescedores. Os bêbados parecem crianças.
- Escola é uma experiência feliz para os meninos já para as meninas...
- Produtos à base de iogurte pode mudar a vida do homem.
Quer ser um famoso jogador de futebol? Tome iogurte! Quer se tornar irresistível diante das mulheres? Tome um iogurte! Quer evitar doenças do coração? ...
- Andar de trem no subúrbio é uma forma maravilhosa e relaxante para viajar e você ainda pode flertar com um membro atraente do sexo oposto
Marketing: hora de olhar para o mundo digital
A divisão de consultoria da IBM anunciou os resultados da primeira pesquisa com mais de 1,7 mil executivos-chefe de marketing (CMOs – Chief Marketing Officers). O estudo, que contemplou 19 segmentos de mercado de 64 países revela que a maioria dos CMOs reconhece que existe uma mudança crítica e desafiadora no setor, mas não se sente preparada para gerenciar esta transformação relacionada, em grande parte, à explosão no volume de dados e utilização de mídias sociais.
De acordo com o estudo, realizado pelo IBV (Institute for Business Value), enquanto 82% dos CMOs pretendem aumentar o uso de mídias sociais no relacionamento com clientes nos próximos três a cinco anos, apenas 26% já adotaram práticas como o rastreamento de blogs. Menos da metade deles está monitorando opiniões de terceiros (42%) e análises de consumidores nas redes sociais (48%) para ajudar a moldar estratégias de marketing e mais de 50% consideram-se despreparados para gerenciar a mídia social e o aumento da colaboração com os clientes.
No Brasil, o estudo ouviu 56 líderes de marketing de empresas de diferentes segmentos. Os resultados no País foram similares à amostra global, mas a preocupação dos CMOs brasileiros com a necessidade de investir em tecnologia foi ainda maior: 91% contra 73% dos outros países. Os executivos locais também indicaram maior interesse no uso de tecnologias de análise de dados para lidar com o elevado volume de informações: 80%, contra 65% da amostra mundial.
Por aqui, os CMOs já aproveitam melhor a análise de dados nos programas de relacionamento com os clientes, isso porque por aqui já é comum a prática de monitorar, em tempo real, discussões sobre marcas em mídias sociais.
Gerenciando os quatro desafios
Os resultados da pesquisa indicam quatro grandes desafios que trarão mudanças significativas nas organizações de marketing nos próximos três a cinco anos:
Explosão de dados: 90% dos dados do mundo todo foram criados nos últimos dois anos. A dificuldade é como analisar esta vasta quantidade de dados para extrair insights e usá-los com eficácia para aprimorar produtos, serviços e a experiência dos clientes.
Plataformas sociais: a mídia social permite que qualquer um se torne um editor, produtor e crítico. Os 490 milhões de usuários do YouTube, por exemplo, fazem o upload de mais conteúdo de vídeo em um período de 60 dias do que as três principais redes de televisão dos Estados Unidos criaram em 60 anos. Hoje, 56% dos CMOs enxergam a mídia social como um importante canal de interação. Porém, eles ainda têm problemas para capturar insights valiosos sobre os clientes a partir dos dados não estruturados produzidos pelos usuários.
Opções de canais e dispositivos: o aumento no número de canais e dispositivos, como smartphones a tablets, já é uma prioridade para os CMOs. Estima-se que o comércio móvel atinja US$ 31 bilhões em 2016, com taxa anual de crescimento de 39% entre 2011 e 2016. Já o mercado de tablets deve atingir 70 milhões de unidades no mundo até o final deste ano, crescendo para 294 milhões até 2015.
Dados demográficos em transformação: novos mercados globais e as gerações mais jovens, com diferentes padrões de consumo, estão mudando o cenário econômico. Na Índia, por exemplo, espera-se que a classe média cresça vertiginosamente de cerca de 5% da população para mais de 40% nas próximas duas décadas. A equipe de marketing precisará adaptar suas estratégias para atender a esta classe média emergente.
Para atender estes desafios, os CMOs precisarão aprimorar a utilização da tecnologia, de mídias sociais e de recursos financeiros. Porém, ante a pergunta de que atributos eles precisam para ter sucesso pessoal nos próximos três a cinco anos, apenas 28% mencionaram competência tecnológica, 25% capacitação em mídia social e 16% indicaram discernimento financeiro.
Yahoo compra firma de marketing on-line por US$ 270 milhões
A Yahoo Inc. anunciou que planeja adquirir a Interclick inc, empresa de tecnologia que faz publicidade na internet, em um negócio avaliado em cerca de US$ 270 milhões.
A Interclick desenha ferramentas para ajudar profissionais de marketing a atingir seus consumidores virtuais. Sob o acordo proposto, a Yahoo oferecerá US$ 9 por ação para os acionistas da Interclick, um ágio de 22% em relação ao fechamento da bolsa de segunda. A oferta deve ser fechada no início do ano que vem.
Bloomberg News
Sede do Yahoo em Sunnyvale, Califórnia.
A aquisição deve servir para ajudar a resolver um problema crônico para a Yahoo: vendedores de anúncios na internet compram espaços de publicidade remanescentes ou a preços abaixo do mercado nos sites da Yahoo e os vendem para anunciantes a preços muito mais altos. Por causa disso, especialistas dizem que a Yahoo vem perdendo dezenas de milhões de dólares ou mais em receita por ano.
Com a Interclick, a Yahoo terá informações bem mais apuradas para entender o valor se seu espaço publicitário e vendê-lo a preços mais altos, além de potencialmente excluir alguns vendedores de anúncios que têm se beneficiado às custas da Yahoo, afirmou Terence G. Kawaja, do banco de investimentos Luma Partners, que aconselhou a Interclick no negócio.
A Yahoo gera em torno de US$ 600 milhões ao ano com a venda de espaço remanescente através de sistemas automáticos, contou uma pessoa próxima ao assunto.
A Interclick, que foi fundada em 2006 e tem sede em Nova York, obteve uma receita de US$ 53 milhões no primeiro semestre de 2011.
A aquisição acontece no momento em que o conselho da Yahoo promove uma revisão estratégica dos ativos da empresa, além de buscar um novo presidente.
Os esforços da Yahoo para promover uma virada baseada em corte de gastos e na união de forças com a Microsoft Corp. ainda está por produzir um crescimento das vendas confiável. O sentimento de frustração com os esforços culminou com a substituição, em setembro, da CEO Carol Bartz. O CFO Tim Morse assumiu o cargo de CEO interinamente.
Os lucros do terceiro trimestre da gigante da internet caíram 26% enquanto um declínio contínuo da receita superou as reduções de gastos.
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